Sinditabaco News – Outubro/Novembro/Dezembro de 2014

O Brasil é o segundo maior produtor mundial de tabaco e líder em exportações desde 1993, devido à qualidade e integridade do produto. Desde o campo, passando pelo beneficiamento até a exportação, as folhas de tabaco brasileiras também seguem um rígido controle sustentável que, a partir de 2015, poderá ser atestado ao competitivo mercado internacional. A certificação da Produção Integrada do Tabaco, selo oficial que chancela a origem e os métodos empregados no sistema produtivo, poderá ser mais um diferencial competitivo.

Segundo o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Sistema de Produção Integrada é uma maneira de produzir de forma segura, com menor impacto ambiental, mais responsabilidade social e rastreabilidade garantida. A implantação será feita assim que o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) credenciar as certificadoras. “Sei da importância econômica do setor do tabaco, é uma atividade que deve ser respeitada. Não estamos estimulando o consumo, mas a produção de um setor econômico importante para o meio rural”, disse o ministro do Mapa, Neri Geller, no lançamento das Normas Técnicas Específicas (NTEs), realizado em setembro.

Os rumos do tabaco nas mãos da COP6

Em 2013, o tabaco representou 1,35% do total das exportações brasileiras para 102 países, com US$ 3,27 bilhões embarcados, alcançando 627 mil toneladas. O volume total produzido superou as 700 mil toneladas na região Sul do País. Em outubro, os olhos deste importante setor produtivo estarão voltados para as decisões da 6ª Conferência das Partes (COP6), da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco (CQCT). Os grupos de trabalho da CQCT, cujo objetivo é diminuir o número de fumantes no mundo e a exposição à fumaça do cigarro, estarão reunidos entre 13 e 18 de outubro, na Rússia, para tratar de temas fortemente ligados ao meio rural.

Entre as propostas que preocupam o setor estão a de interromper financiamentos públicos e incentivos para o cultivo do tabaco. “Entendemos que a representação brasileira deveria rejeitar qualquer medida que configure o cerceamento da liberdade do produtor em cultivar tabaco. A demanda por tabaco no mundo vai continuar,independentemente de medidas isoladas, e o que temos defendido é que, enquanto ela existir, possamos continuar gerando renda e emprego nesta que é uma cultura tradicional e já consolidada em centenas de municípios brasileiros”, defende Iro Schünke, presidente do SindiTabaco.

Enquanto os olhos da maioria dos brasileiros estão voltados para os resultados das eleições, o setor de tabaco volta-se também para Moscou, na Rússia, onde será realizada em outubro a 6ª Conferência das Partes (COP6), da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco (CQCT).

Assim como em 2012, durante a COP5, o que novamente preocupa o setor são itens que tratam a diversificação da produção na propriedade, como reconversão de áreas. A indústria é amplamente favorável à diversificação e apoia iniciativas que gerem mais renda para os pequenos produtores. Mas a medida de sucesso proposta é a redução do número de produtores e da área cultivada com tabaco, e não o incremento de alternativas de produção e de renda.

Entendemos que a representação brasileira deveria rejeitar qualquer medida que configure o cerceamento da liberdade do produtor em cultivar tabaco, seguindo assim a Declaração Interpretativa assinada pelo governo brasileiro quando da ratificação da CQCT, salvaguardando a produção de tabaco. É importante lembrar que a demanda por tabaco no mundo vai continuar por muitas décadas. O que temos defendido é que, enquanto ela existir, possamos continuar gerando renda e emprego nesta que é uma cultura tradicional e já consolidada em centenas de municípios brasileiros.

Além disso, esperamos que haja realmente mais diálogo e transparência, e menos ideologia na discussão dos temas. Obviamente, respeitamos as questões de saúde pública, mas esperamos que a posição brasileira seja firme e coerente na defesa da manutenção dos empregos e da renda gerada por esta que é uma cadeia produtiva formal e legal no Brasil.

Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Há 10 anos, Edilson Antonio Bobato, 41, utiliza Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a vestimenta adequada para fazer a colheita do tabaco, em sua propriedade de 30 hectares, localizada em Ribeira, no município paranaense de Imbituba. Mas mesmo com todo o aprendizado, repassado pela empresa com a qual comercializa sua produção, decidiu atualizar ainda mais seus conhecimentos.

“Pela primeira vez, participei do Ciclo de Conscientização, realizado em julho, em Irati (PR). Foi um encontro proveitoso e produtivo sob vários aspectos, mas principalmente porque reforçou a necessidade dos cuidados com a saúde – medida cobrada pelo mercado comprador – e o cumprimento da lei de que lugar de criança e adolescente é na escola, se preparando para o futuro”, afirma ele, que tem uma filha de 17 anos e um menino, de 1 ano.

Para Bobato, que, além de plantar tabaco em sua propriedade também cultiva soja em uma área das terras do pai, eventos de orientação incentivam os agricultores a adotarem boas práticas agrícolas e a cumprirem a legislação. “Com certeza, todos os agricultores que estiveram no encontro entenderam bem a mensagem e poderão multiplicar esse conhecimento.”

A PROPRIEDADE

  • 30 hectares (área total)
  • 12,7 hectares de tabaco Virgínia = 40 toneladas
  • 20 hectares de soja (cultivada na propriedade do pai)
  • 3 hectares de milho (produto usado para consumo da propriedade)
  • 5 hectares de eucalipto
  • 3 hectares de mata nativa
  • 5 estufas elétricas
  • 2 tratores
  • 1 plantadeira

Olhos no futuro

Entre 2012 e 2013, o Brasil registrou queda de 12,3% no número de trabalhadores entre 5 e 17 anos, de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (PNAD) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada em setembro. Com isso, o índice da ocupação desta faixa etária no Brasil decresceu para 7,4% em 2013, ante 8,4% em 2012. O Norte foi a região em que houve maior saída de crianças e adolescentes (de 9,6% para 8,2%), acompanhado do Sul (de 10,4% para 9,1%). Restam 3,1 milhões trabalhadores nesta faixa etária, após a saída de 438 mil crianças e adolescentes dessa condição. A atividade agrícola concentra quase 64% da população ocupada de 5 a 13 anos. Para a socióloga e advogada Ana Paula Motta Costa, é preciso oferecer alternativas aos filhos dos produtores rurais e conscientizar as pessoas sobre a importância de as crianças e os adolescentes estarem na escola.

Quais fatores são indutores do trabalho infantil?

O trabalho infantil é resultado de um conjunto de fatores, os quais têm raízes históricas, não só no Brasil, mas em outros países do mundo. Na França, em 1880, já havia crianças nas linhas de produção. Pode-se dizer que a condição de pobreza é um indicador, pois os filhos destas famílias são chamados a trabalhar mais cedo. De outra parte, aspectos culturais incidem de forma significativa na realidade. Muitos pais entendem que a melhor opção é ensinar os filhos a trabalharem desde cedo. Algumas crenças são comuns, como “aprende-se a trabalhar, trabalhando”; “se os pais trabalharam, os filhos também devem trabalhar”; “trabalhando estará longe das drogas”, entre outras.

Das atividades que registram trabalho de crianças e adolescentes, a agricultura responde por 60%. Por quê?

A agricultura familiar é um dos espaços da sociedade e da economia onde há mais incidência de trabalho infantil. O trabalho no meio rural,

especialmente nas pequenas propriedades, é informal, ou seja, passa de pai para filho, de geração para geração. Ajudar os pais, no início, não é visto como trabalho. Porém, com o tempo, isso se torna necessário. Outra circunstância é a falta de ofertas de oportunidades de estudo e de profissionalização próximas à realidade do meio rural.

Como zerar esta problemática tão complexa?

A mão de obra qualificada tornou-se uma exigência. Acredito muito na oferta de alternativas para os adolescentes do meio rural, tal como escolas agrícolas, cursos profissionalizantes em áreas atrativas, manuseio de novas tecnologias etc. É preciso oferecer oportunidades, especialmente que partam do pressuposto de que esses jovens são necessários hoje, e no futuro, para a produção rural – seja dominando novas tecnologias ou sucedendo seus pais na propriedade rural. Os adultos devem apresentar os caminhos, mas os adolescentes deverão fazer suas escolhas!

Informação
para mudar

Com a missão de conscientizar produtores de tabaco, o Ciclo de conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente se mantém em cena desde 2009. De lá para cá, já foram realizados 38 encontros em diversas fronteiras agrícolas da Região Sul do Brasil, alcançando 15 mil pessoas. Em 2014, ano em que chegou a sua 6ª edição, 3 mil pessoas (70% produtores de tabaco) participaram dos eventos promovidos pelo SindiTabaco, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra).

Como resultado deste esforço, percebe-se uma forte mudança de atitude no meio rural. A capacidade de modificar questões culturais enraizadas é visível em números: a redução do trabalho infantil no Rio Grande do Sul, de um modo geral, foi de 16% (no setor do tabaco foi superior a 50%), segundo o procurador aposentado da Procuradoria do Trabalho de Santo Ângelo, Veloir Dirceu Fürst.

Pesquisa realizada durante o 6º Ciclo apontou que 83% dos participantes se sentiram mais bem informados sobre os temas e 87% acreditam que o conhecimento sobre o assunto pode promover a mudança de atitude dos produtores na erradicação do trabalho infantil.

Doença da Folha Verde do Tabaco

MD Jodel Alves (Cremers 17894), médico do Trabalho e mestre em Genética Toxicológica.


A Doença da Folha Verde do Tabaco é uma intoxicação aguda causada pela absorção pela pele da nicotina proveniente das folhas do tabaco, colhido enquanto as folhas ainda se encontram úmidas pelo orvalho ou por chuva recente. Os primeiros registros sobre a Doença da Folha Verde são do início dos anos 70, nos Estados Unidos. A partir dos anos 90 os estudos evoluíram não só nos EUA como em outros países como Índia e Coréia do Sul. Diversas pesquisas foram realizadas objetivando conhecer suas causas, manifestações, fatores de risco e medidas de prevenção.

A colheita do tabaco ocorre em épocas de calor, o que faz com que os agricultores trabalhem com roupas de mangas curtas ou sem camisa. O não uso de roupas de proteção adequadas, o trabalho com roupas úmidas e o contato da pele do agricultor com a folha úmida favorecem a absorção da nicotina. As áreas do corpo que mais a absorvem são as mãos, antebraços, axilas, costas e coxas.

Os sintomas mais comuns são náuseas, dor de cabeça, tonturas, fraqueza, perda de apetite, dores abdominais e diarréia e surgem em média cerca de dez horas após o início da colheita; são semelhantes ao da intoxicação por agroquímicos, o que pode levar a erros diagnósticos.

A confirmação da doença se dá pelos sintomas compatíveis, aliados a dosagem da cotinina na urina. A cotinina é o principal metabólito, ou seja, a substância na qual a nicotina é transformada pelo organismo a fim de ser eliminada. Estudos conduzidos nos Estados Unidos e em outros países comprovam que o uso de luvas e roupas de proteção adequadas para a colheita do tabaco reduzem a absorção da nicotina, diminuindo assim o número de casos de intoxicação.

COLHEITA SEGURA

Com o objetivo de disseminar informações sobre a Doença da Folha Verde do Tabaco, o Sindicato promoveu, entre julho e setembro, o Seminário GTS e Colheita Segura do Tabaco, com a participação de 1,3 mil profissionais das equipes de campo das empresas associadas. Os doze seminários aconteceram nas principais regiões produtoras do Sul do Brasil.

Conhecida pela sigla GTS (Green Tobacco Sickness), a Doença da Folha Verde do Tabaco é uma intoxicação aguda moderada causada pela absorção de nicotina pela pele em contato com a folha úmida do tabaco.

SUCESSÃO RURAL

O SindiTabaco renovou a parceria com a Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (EFASC) e ampliou a concessão de bolsas de estudo na recém-inaugurada Escola Família Agrícola Vale do Sol (EFASOL). Ambas as escolas utilizam a metodologia da pedagogia da alternância (os jovens ficam uma semana junto à família e outra nas instituições), para a formação de ensino médio e técnico em Agricultura. A EFASC, primeira escola deste modelo no Rio Grande do Sul, conta com 101 jovens de 12 cidades. Destes, 81 são filhos de produtores de tabaco.

MISSÃO CHINESA

O tabaco gaúcho continua apto a ser exportado para a China. Este foi o resultado da Missão Chinesa de inspeção de tabaco safra 2013/2014. Em 2013, a China figurou como o 2º maior comprador do tabaco brasileiro: foram US$ 454 milhões embarcados. Segundo o chefe de inspeção, Gao Zhifang, 71 amostras foram coletadas e analisadas pela equipe da Unisc com o acompanhamento MAPA. “Ficamos muito satisfeitos com os resultados. Além de qualidade e integridade, o Brasil conta com um sistema eficiente de rastreabilidade e controle do produto”, avaliou.

DIA DO PRODUTOR DE TABACO

O Dia do Produtor de Tabaco foi oficializado em 2013, marcando 28 de outubro no calendário do agronegócio. Neste ano, a passagem da data será celebrada em Canoinhas, maior município catarinense produtor de tabaco, com um evento que deverá reunir autoridades, dirigentes de entidades e centenas de produtores. Em 2013, o encontro aconteceu em Santa Cruz do Sul (RS) e foi promovido pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e pelas Federações dos Sindicatos Rurais (Farsul) e dos Trabalhadores Rurais (Fetag/RS), com o apoio do SindiTabaco.

Logística reversa
no campo

A logística reversa virou uma rotina sustentável no campo há mais de uma década. Recipientes de agrotóxicos utilizados na lavoura de tabaco e de outras culturas têm destinação correta graças ao Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, que completa 14 anos em 23 de outubro. A iniciativa pioneira do SindiTabaco e de empresas associadas, com o apoio da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), é sucesso absoluto: já foram recolhidas mais de 10 milhões de
embalagens, em 2,3 mil pontos de coleta de 563 municípios do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. No Paraná, ações semelhantes estão a cargo de centrais locais, em parceria com empresas associadas ao SindiTabaco.

O exemplo de atuação responsável do setor antecede a legislação brasileira, que somente em 2002, por meio do Decreto 4.074, passou a exigir a obrigatoriedade de devolução das embalagens vazias e de suas respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais. Desenvolvido de forma itinerante, o programa beneficia 130 mil produtores de tabaco no Rio Grande Sul e em Santa Catarina. Mais do que garantir a saúde e a segurança dos produtores e de suas famílias, a medida tem o objetivo de preservar o meio ambiente da possível contaminação por descarte inadequado de embalagens vazias e a disseminação de resíduos de agrotóxicos, atendendo aos preceitos estabelecidos pela legislação.

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade Dom Feliciano, a 112 quilômetros de Porto Alegre, capital do Rio Grande do Sul.

Governança e gestão, termos antes exclusivos do mundo empresarial, agora ganham cada vez mais espaço na zona rural. Dom Feliciano, no interior gaúcho, confirma essa tese. Com uma matriz econômica calcada na cultura do tabaco, produção responsável por 92% do Produto Interno Bruto (PIB), o prefeito Dalvi Soares de Freitas quer impulsionar as atividades no campo, levando essas estratégias para dentro das propriedades.

“Somos o 8º produtor de tabaco no Estado e o 15º no País. Nossa fonte econômica é a zona rural, que representa 78% da área territorial do município. Ao longo do tempo, as lavouras se distanciaram dos padrões convencionais de produção, sendo a maioria automatizada.

  • Localizado no Centro-Sul do Estado, o município foi criado em 9 de dezembro de 1963.
  • Prefeito: Dalvi Soares de Freitas

DOM FELICIANO EM NÚMEROS

Fonte: IBGE (2013) e Prefeitura Municipal de Dom Feliciano

  • População: 15.038 habitantes
  • Área territorial: 1.356,171 km²
  • PIB: R$ 175 milhões
  • Produtores de tabaco: 1.965 produtores
  • Propriedades: 5 mil
  • Produção: 9.788 toneladas de tabaco Virgínia

Esse pacote tecnológico exige novas formas de pensar, para se buscar produtividade, qualidade e sustentabilidade nos negócios”, cita.

Um dos sonhos que deve sair do papel é a criação de uma escola técnica. Também está em construção, com o apoio de entidades do setor, um projeto para a unificação de programas já existentes, entre eles o plantio de uva para suco e a aquisição de alimentos da agricultura familiar para abastecimento de escolas. “A ideia é que este pacote de incentivos para a qualificação e geração de renda chegue de forma organizada ao agricultor. Na primeira etapa devem ser beneficiados 100 produtores”, explica.

GTS

A sigla GTS (Green Tobacco Sickness) refere-se à Doença da Folha Verde do Tabaco, uma intoxicação causada pela absorção – através da pele – da nicotina dissolvida pela umidade, quando se manuseiam folhas verdes de tabaco molhadas por chuva ou orvalho.

COP

A Conferência das Partes (COP) é um órgão da Convenção-Quadro para o Controle de Tabaco da Organização Mundial da Saúde (OMS), e é composta por todas as Partes da Convenção com o objetivo de tomar as decisões necessárias para promover a implementação efetiva do tratado, podendo adotar protocolos, anexos e emendas à Convenção.

DECRETO 4074/2002

Determina no artigo 53 que os “usuários de agrotóxicos e afins devem efetuar a devolução das embalagens vazias e de suas respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos, observadas as instruções constantes dos rótulos e das bulas, no prazo de até um ano, contado da data de sua compra”.

  • 13 A 18 DE OUTUBRO
    6ª Conferência das Partes (Moscou, Rússia)
  • 23 DE OUTUBRO
    14º aniversário do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos
  • 28 DE OUTUBRO
    Dia Mundial do Produtor de Tabaco Dia Estadual do Produtor de Tabaco (Rio Grande do Sul)
  • 05 E 06 DE NOVEMBRO
    ENAI 2014 – Encontro Nacional da Indústria (Brasília)
  • 06 DE NOVEMBRO
    Seminário do 6º Ciclo de Conscientização em Orleans(SC)
  • 5 DE JUNHO
    Reunião da Câmara Setorial da Cadeia
    Produtiva do Tabaco (Brasília)
  • O SindiTabaco congrega 16 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e
    a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul.

    Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

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    Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

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