Sinditabaco News – Outubro/Novembro/Dezembro 2013

Pesquisa da PwC sinaliza que os negócios internacionais devem bater o marco histórico de US$ 3,26 bilhões, registrados em 2012

As exportações de tabaco seguem na contramão da estrada comercial desenhada para o País, que, conforme projeções da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), deve contrair os embarques em 5%, somando US$ 230,51 bilhões no final de 2013. A sinalização de recorde nos negócios internacionais do setor é apontada em pesquisa encomendada pelo Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) à PricewaterhouseCoopers (PwC).

As estatísticas da PwC são respaldadas pelas cifras tabuladas nos oito primeiros meses deste ano e traçam dois cenários possíveis até o final do ano. O primeiro diagnóstico prevê uma elevação de 2% da receita com os embarques do produto. Já pelo segundo apontamento, o volume monetário pode apresentar uma redução de até 2%.

No setor predomina o otimismo de que 2013 terá o melhor resultado da série histórica dos últimos 20 anos, quando o Brasil se posicionou como o segundo maior produtor e maior exportador mundial de tabaco em folha, liderança que deve ser garantida pelo 21º ano consecutivo e sucessivamente.

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, está confiante. “Há boas chances de superarmos o marco histórico de US$ 3,26 bilhões em divisas”, avalia o executivo.

O otimismo leva em conta os embarques realizados entre janeiro e agosto, quando foram embarcados US$ 2 bilhões, 1% de incremento sobre o mesmo período de 2012. Outro cenário promissor é em relação à área plantada da safra 2013/2014 que deve crescer entre 2% a 6% em comparação com o último período.

Em 28 de outubro, cerca de 160 mil brasileiros da Região Sul do País vão celebrar o Dia Mundial do produtor de Tabaco. E motivos para comemorar não faltam. Com um volume dentro do esperado e uma qualidade superior, a safra 2012/13 auferiu uma boa renda ao homem do campo: R$ 5,3 bilhões, segundo a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra). São números que movimentam a economia de inúmeras localidades, sendo importante fonte de renda e emprego para a agricultura familiar do Sul do Brasil.

No mesmo ano em que o Brasil se consolidou como o maior exportador mundial de tabaco em folha pelo 20º ano consecutivo, boas notícias sopram no Sul do País. De acordo com a Pwc, o País tem chances de novamente superar seu próprio recorde em exportações do produto. Em 2012, o tabaco embarcou US$ 3,26 bilhões em divisas; até agosto de 2013, esse número já ultrapassava os US$ 2 bilhões.

O SindiTabaco continuará atuando para a garantia de uma regulação equilibrada, que leve em consideração a geração de renda e dignidade para milhares de pessoas. No Brasil, o setor de tabaco emprega 2,5 milhões de brasileiros e é mola propulsora de desenvolvimento de 640 municípios.

Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Cultivando tabaco desde os 18 anos, em Piên, no sul do Paraná, o produtor Tadeu Buba, de 43 anos, olha para o passado sem arrependimentos. “Tenho orgulho de ser produtor. Trabalhar na lavoura é um ótimo negócio. Diferente de décadas anteriores, os agricultores têm carro e trator novo, equipamentos com tecnologia, mandam seus filhos para a faculdade, vivem com comodidade”, relatou ele, que é casado e tem três filhos. Prosperidade alcançada com a venda de tabaco, fonte principal de renda e a que dá maior lucro nas negociações feitas por Tadeu, que também comercializa soja, batata-salsa e outras verduras no comércio de São Bento do Sul e Rio Negrinho, em Santa Catarina.

É na localidade de Lajeado dos Martins, no interior da cidade de Piên, que 6,2 hectares são preparados para o plantio de 100 mil pés da planta. “A média de produção é de 21 mil quilos de tabaco”, contou. Mas não é apenas a rentabilidade exaltada. Tadeu enche o peito quando fala sobre as várias mudanças percebidas da porteira para dentro das propriedades. “Ser agricultor é uma profissão. Participamos de cursos de capacitação e de gestão, que nos ensinam novas técnicas de plantio e manejo e de como melhorar o cultivo, consequentemente os negócios.”

A PROPRIEDADE

  • 70 hectares (total da propriedade)
  • 6,2 hectares de tabaco Virgínia
  • 6 hectares de área reflorestada com eucalipto
  • 40 hectares de soja
  • 4 hectares de batata-salsa
  • 7 mil pés de tomate
  • Também planta couve-flor, repolho e cenoura
    para comercialização
  • 4 estufas de secagem, 1 plantadeira,
    1 pulverizador, 1 máquina para adubar,
    1 caminhão, 2 carretas
    e Implementos agrícolas

O campo precisa de sucessor

Entrevista com Ivar Pavan, secretário de Estado do Rio Grande do Sul (RS). Deputado Estadual por quatro anos, presidiu a Assembleia Legislativa e atualmente está à frente da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do RS. A permanência dos jovens no campo tornou-se o centro de debates sobre o desenvolvimento rural. A população rural, que até a metade da década de 60 era maior que a urbana, está se diluindo. Dados do IBGE apontam que 84,4% dos brasileiros vivem nas cidades. Enfrentar o esvaziamento das propriedades e garantir a continuidade da atividade paterna tem sido a defesa de Ivar Pavan.

Como enfrentar a falta de sucessores no campo?
O governo do RS, a partir de 2011, iniciou uma série de políticas para a revitalização do meio rural, com o fortalecimento das cadeias produtivas. Nesses dois anos e meio foram liberados mais de R$ 700 milhões, e cursos destinados ao incentivo à produção, industrialização, comercialização e abastecimento, assistência técnica, cursos de formação e crédito subsidiado, entre outros programas. Especificamente para os jovens rurais foi lançado, no Plano Safra RS 2012/13, o Programa Bolsa Juventude.

Como essa metodologia fortalece a agricultura familiar?
A pedagogia da alternância valoriza o saber local e envolve a família no processo. Nesse sistema não se perde o vínculo, pois a propriedade e o meio onde vivem é o objeto principal de estudo. Hoje, mais de 70% dos jovens com esse tipo de formação permanecem no campo, implantando seus projetos, com uma nova forma de pensar a agricultura, diversificando a propriedade, investindo em tecnologias e desenvolvendo a gestão dos empreendimentos.
Houve avanços para a ampliação da pedagogia da alternância?
Em novembro de 2012 foi instituído o Comitê Estadual de Educação do Campo do Estado do RS, espaço que procura inserir órgãos públicos, movimentos sociais, sindicatos e entidades, como as Escolas Famílias Agrícolas (EFAs) e as Casas Familiares Rurais (CFRs), na formulação e implementação de políticas de educação no campo. A Lei 14.278/2013 instituiu a Política Estadual de Incentivo à Permanência de Jovens e Adultos no Meio Rural. Esta lei reconhece as EFAs e CFRs, que usam essa metodologia de ensino, como escolas comunitárias e que podem receber recursos do Estado.
A urbanização, emprego nas cidades e independência financeira são limitadores para a sucessão rural?
Sim. Mas a diminuição do número de filhos por famílias, infraestrutura deficiente, energia elétrica de baixa qualidade, comunicação (telefone, internet), pouco espaço para cultura também promovem o isolamento das comunidades e a busca por alternativas por parte dos jovens.

Consciência
sustentável
O Brasil é, desde 1993, o maior exportador mundial de tabaco em folha. Posição que não está ligada unicamente à fartura produtiva, mas à oferta de um roduto de qualidade e com manejo sustentável, quesitos buscados pelos compradores internacionais. A manutenção e o incremento dessa expertise dependem do conhecimento das equipes de campo das empresas associadas, responsáveis por levar informações atualizadas ao agricultor. Por isso, o SindiTabaco aplicou um extenso treinamento a 1,3 mil orientadores da Região Sul. Intitulado Encontro com orientadores: fortalecendo a consciência sustentável,foram 11 eventos no período de maio a agosto.

“As ações são voltadas à legislação, aspectos sociais e ambientais, tudo com o objetivo de proteger o mercado brasileiro de tabaco”, afirmou o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. A proposta sustentável também é reforçada no meio rural, por meio dos Ciclos de Conscientização. Desde sua implantação em 2009, a iniciativa reuniu 12 mil produtores em 31 cidades dos três Estados do Sul. A exemplo de edições anteriores, neste ano o 5º Ciclo abordou, em sete seminários, temas relacionados à saúde e segurança e proteção da criança e do adolescente com 2,9 mil produtores, orientadores, autoridades, diretores de escolas e agentes de saúde.

Exportação
de Tabaco
à República
Popular da China


Jairo João Carbonari é Engenheiro Agrônomo Fiscal Federal Agropecuário MAPA/RS

Normas estabelecidas no Acordo de Medidas Sanitárias e Fitossanitárias da Organização Mundial do Comércio (OMC) e Convenção Internacional de proteção dos Vegetais da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), regem o comércio internacional de vegetais quanto ao aspecto fitossanitário.

A República Popular da China, maior importador do tabaco brasileiro, cerca de 50 a 60 mil toneladas/ano, por meio de protocolo firmado com o Brasil em 2010 e revisado em 2012, exige que o tabaco processado exportado àquele país esteja livre do fungo Peronospora tabacina, agente causal do mofo azul (blue mold), doença fúngica que causa significativas perdas de produção. Desde 2005, por meio de um exitoso trabalho do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), setor produtivo do tabaco (representado pelo SindiTabaco) e Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC), foi desenvolvido um conjunto
de ações, executadas desde os campos de produção ao container no momento da exportação, que visam garantir a sanidade do produto.

Além disso, anualmente técnicos da Administração Geral de Supervisão da Qualidade, Inspeção e Quarentena da China (AQSIQ), juntamente com técnicos do MAPA/RS, realizam a inspeção dos lotes destinados à China, e estes têm aprovado a qualidade fitossanitária do tabaco produzido no RS. A expectativa é ampliar a exportação com produto de Santa Catarina (SC) e Paraná (PR), já que técnicos da AQSIQ em inspeção às áreas de produção daqueles Estados não constataram a ocorrência de mofo azul. Deve-se destacar a estreita parceria dos setores públicos e privados, empenhados no atendimento desta importante exigência fitossanitária, que muitas vezes tornam-se barreiras à exportação, convergindo para a garantia deste importante mercado do tabaco brasileiro, e consequente geração de empregos, renda e divisas ao País.

ANIVERSÁRIO

O Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos completa 13 anos no dia 23 de outubro. Pioneira, a coleta itinerante é realizada pelo SindiTabaco e empresas associadas, em parceria com a Afubra desde o ano 2000, antes do decreto 4.074/2002, que prevê a devolução das embalagens.

Até 3 de dezembro, o programa percorre a região central do RS, oportunizando aos produtores de 56 municípios a correta destinação dos recipientes, inclusive aqueles que tenham sido utilizados em outras culturas.

TRABALHO INFANTIL

A proteção da criança e do adolescente foi tema do fórum Retrabalhando a Infância: um debate sobre trabalho infantil à luz do direito, da saúde e da educação. A iniciativa da RBS TV dos Vales em parceria com o SindiTabaco e Universidade de Santa Cruz do Sul (UNISC) contou com a participação de conceituados profissionais da área do Direito. O último censo do IBGE, realizado em 2010, demonstra que foi na produção de tabaco o maior índice de redução do trabalho infantil no estado gaúcho: 58%, em comparação com o penúltimo censo (2000).

ORGULHO

O Dia Mundial do Produtor de Tabaco, 28 de outubro, será celebrado em Santa Cruz do Sul (RS). A programação, coordenada pela Afubra, Fetag/RS, Farsul e SindiTabaco, tem como principal objetivo valorizar o trabalho dos agricultores. As atividades incluem palestras e apresentações artístico-culturais e serão realizadas no Pavilhão Central do Parque da Oktoberfest. O Brasil é o segundo maior produtor de tabaco no mundo. A atividade emprega 620 mil pessoas no meio rural e gerou mais de R$ 5 bilhões de receita no campo na última safra.

SUCESSÃO

A Expointer foi palco do Fórum Canal Rural: Os Desafios da Sucessão na Agricultura Familiar. Com a mediação do jornalista João Batista Olivi, os debatedores discutiram alternativas para incentivar a permanência de jovens nas propriedades rurais.
Participaram do debate o secretário de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo do RS (SDR), Ivar Pavan, o representante da Secretaria da Agricultura, Pecuária e Agronegócio do RS, Valdir Zonin, o presidente da Fetag, Elton Weber, e o secretário executivo da Agefa, Adair Pozzebon.

Bons resultados
A cultura do tabaco sempre foi taxada pelo uso indiscriminado de agrotóxicos. Mas tal conceito está se dissipando. Nos últimos anos, houve redução significativa no uso de defensivos agrícolas na lavoura, de 6 quilos de ingrediente ativo por hectare para 1 kg IA/ha, números validados por vários centros de pesquisas. Um destes estudos é da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ-USP). Os dados apontam que o cultivo de tabaco utiliza o menor índice de agroquímicos entre as culturas comerciais do Brasil. Em uma plantação de maçã, tomate e batata, por exemplo, o volume ultrapassa os 30 quilos em área igual.

A posição alcançada pelo setor é resultante de um pacote de investimentos e ações, como centros de pesquisas e desenvolvimento, convênios com universidades, assistência técnica e orientações para que o processo de plantio tenha resultados visíveis: levar a tecnologia e a inovação até o produtor, garantir sua saúde e segurança e também preservar o meio ambiente. Nesta linha de cuidados, o SindiTabaco criou, em 2000, o Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, programa inédito no País e pioneiro, uma vez que somente em 2002, por meio do Decreto 4.074, tornou-se obrigatório a devolução do material.

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade de Camaquã, situada no Rio Grande do Sul.

Mesmo intitulada a Capital Nacional do Arroz Parboilizado, Camaquã não desdenha outras culturas. Ao contrário, é a diversidade agropecuária o pilar de sua estrutura econômica. Nesta plataforma de negócios, o cultivo do tabaco desponta como uma das principais atividades, participando com 11% do PIB do município. “Em 2012, 2.650 famílias cultivaram cerca de três hectares de suas propriedades para o cultivo da folha tipo Virgínia. Esta área plantada garantiu um rendimento anual em torno de R$ 47,1 mil por unidade produtiva”, ressaltou o secretário da Agricultura e Abastecimento, José Carlos Berta Dorneles.

Nas diretrizes traçadas para o fortalecimento da economia, o monocultivo já não é mais soletrado em Camaquã. Em parceria com a Emater, são desenvolvidas ações para a diversificação das pequenas propriedades. Resultados já anotados nas planilhas da secretaria: pelo programa de olerículas, 55 famílias extraem 950,59 toneladas de hortaliças por ano, enquanto outras 49 contabilizam uma produção anual de 1,67 milhão de litros de leite. “Incentivamos os agricultores a se expandirem economicamente. Tudo, para que não sintam vontade e nem necessidade de deixar o campo.”

  • Em 19 de abril de 1864, a Lei Municipal nº 569 cria o município de São João Batista de Camaquã.
  • Orizicultura é a principal fonte de renda, seguida do tabaco, soja e milho.
  • Prefeito João Carlos Machado (2013/2016)
CAMAQUÃ EM NÚMEROS

Fonte: Prefeitura de Camaquã e Afubra

  • 62.764 mil habitantes
  • 49.356 habitantes urbanos
  • 13.408 habitantes rurais
  • R$ 1.116.129.000,00 PIB do município
  • R$ 17.784,35 PIB per capita
  • 36ª economia do RS
  • 2.733 produtores de tabaco
  • 13.240 toneladas de tabacona safra 2012/2013

DECRETO 4074/2002
O Artigo 53, do Decreto 4.074, de 04 de janeiro de 2002, determina que os “usuários de agrotóxicos e afins devem efetuar a devolução das embalagens vazias
e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos, observadas as instruções constantes dos rótulos e das bulas, no prazo de até um ano, contado da data de sua compra”.

TIPOS DE TABACO
As empresas associadas ao SindiTabaco produzem na região Sul do Brasil tabaco em folhas proveniente da espécie Nicotiana tabacum L., submetidos à cura natural ou artificial, destinados à fabricação de cigarros, desfiados e outras finalidades. O tabaco produzido nos três estados do Sul do Brasil é dividido em dois grupos: Tabaco de Galpão (TG) e Tabaco de Estufa (TE).

TABACO DE GALPÃO (TG)
As variedades desse grupo são assim chamadas, pois as plantas são curadas em galpões ventilados naturalmente, levando cerca de 40 dias para completar o processo de cura. Na região Sul do Brasil, duas variedades desse grupo são produzidas: o Burley e o Galpão Comum, ambos com tonalidade escura.

TABACO DE ESTUFA (TE)
Fazem parte deste grupo as folhas claras submetidas à cura em estufas com temperatura e umidade controladas (flue cured), em processo que demanda de cinco a sete dias para ser concluído. Neste grupo, encontramos todas as cultivares da variedade Virgínia, responsável pelo maior volume produzido no País.

Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

Realização: SindiTabaco (www.sinditabaco.com.br)
Rua Galvão Costa, 415 – Centro – 96810-012
Santa Cruz do Sul – RS – Fone: (51) 3713 1777

Coordenação editorial: ANDREOLI MSL BRASIL

  • 8 A 10 DE OUTUBRO
    III Conferência Global sobre Trabalho Infantil
  • 23 DE OUTUBRO
    13º aniversário do Programa
    de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos Tríplices Lavadas
  • 28 DE OUTUBRO
    Dia Mundial do Produtor de Tabaco Dia Estadual do Produtor de Tabaco (Rio Grande do Sul)
  • 27 DE NOVEMBRO
    Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco
  • 11 E 12 DE DEZEMBRO
    Encontro Nacional da Indústria 2013
  • O SindiTabaco congrega 15 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

    A transparência e a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul.

    Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

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