Sinditabaco News – Julho/Agosto/Setembro de 2016

 

Aprendendo a gerir

A rotina de 40 jovens das áreas rurais de Candelária e Vera Cruz mudou radicalmente nos últimos meses. Desde maio, eles frequentam o curso “Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural”. Com a premissa de profissionalizar, torná-los empreendedores e promover a sucessão, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural, do Instituto Crescer Legal, não para por aí. A proposta é levar a oportunidade de formação diferenciada para mais 60 jovens, com idades entre 15 e 17 anos, de Santa Cruz do Sul, Vale do Sol e Venâncio Aires nos próximos meses.De acordo com o diretor-presidente do Instituto, Iro Schünke, o Programa de Aprendizagem Profissional Rural possibilita acesso à educação, à tecnologia e à informação sem a necessidade de os jovens deixarem suas comunidades rurais. “Nosso compromisso é gerar oportunidades, bem como promover o combate ao trabalho infantil, especialmente nas regiões produtoras de tabaco. Foi com esse propósito que o Instituto nasceu e, com apenas um ano, já está apresentando resultados”, avalia.

Na metodologia pedagógica estão previstos encontros de quatro horas diárias, durante 11 meses, de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. Toda a carga horária, realizada no contraturno escolar, é cumprida na instituição de aprendizagem, com estudo e análise das propriedades rurais, dos arranjos produtivos locais, bem como mapeamento de parcerias e alianças estratégicas.

Os jovens aprendizes também desenvolverão trabalhos envolvendo as famílias e a comunidade e farão estudos de viabilidade de desenvolvimento de produtos. Mais do que aprender, os adolescentes recebem salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos de acordo com a Lei de Aprendizagem (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Saiba mais:

 

 

Com a nova conjuntura política do País, o setor do tabaco está em plena atividade para garantir que os novos atores de papeis cruciais ao agronegócio nacional reconheçam a importância social e econômica da cadeia produtiva. No último mês estive em diversas ocasiões em Brasília para levar informações acerca do setor, bem como nossas preocupações, em especial com relação à 7ª Conferência das Partes (COP7) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), que acontece entre os dias 7 e 12 de novembro, em Noida (próxima à Nova Délhi), na Índia.

Ainda aguardamos uma posição clara por parte do governo federal sobre quem vai representar o Brasil e qual será a posição do governo brasileiro sobre cada um dos artigos que serão discutidos durante a Conferência para que a cadeia produtiva não seja prejudicada. Buscamos mais transparência e equilíbrio nesse sentido, assim como demonstra a Associação Internacional dos Produtores de Tabaco (ITGA, em inglês), em artigo do seu presidente, François Van Der Merwe.

Na área de responsabilidade social e ambiental, estamos em plena atividade com o 8º Ciclo de Conscientização e iniciamos duas turmas do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal, voltados aos produtores e aos filhos de produtores de tabaco, respectivamente. Os resultados do Programa Milho e Feijão também demonstram que estamos no caminho certo para a diversificação da propriedade, agregando renda e preservando o solo. Convido você a saber mais sobre esses assuntos nesta edição. Boa leitura!

 

 


Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

A busca do novo foi o caminho escolhido por Tauany Lyciane Faber, de 16 anos. Desde maio, a única filha do agricultor Ivanir Faber frequenta o curso “Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural”, do Instituto Crescer Legal. “Esta é uma oportunidade ímpar e nós estamos incentivando muito. A educação é a maior herança que podemos deixar para ela”, diz o produtor da localidade Linha do Rio, no interior de Candelária, região central do Rio Grande do Sul. Segundo ele, Tauany cursa o 2º ano do ensino médio pela manhã e à tarde é presença garantida no curso.

Faber, de 38 anos, valoriza ainda mais este aprendizado porque sua experiência para administrar a propriedade de 24 hectares é resultante de informações passadas de pai para filho ou do aprendizado do dia a dia. “O conhecimento adquirido no curso poderá ser compartilhado conosco, nos ajudando a mudar processos, a tornar mais cultiváveis as áreas, a diversificar e aumentar o rendimento produtivo.” Aliás, a diversificação é uma palavra bem soletrada por Faber, que além de tabaco Virgínia, cultiva soja, milho e atua com criação de porcos e produção de leite.

A PROPRIEDADE

  • 24 hectares de área total
  • 10 hectares arrendados
  • 9 hectares de mata nativa
  • 5 hectares de tabaco Virgínia
  • 4 hectares de soja
  • 1 hectare de milho
  • 35 suínos de corte
  • 150 litros de leite por dia
  • 3 estufas elétricas Trator e implementos agrícolas

 

 

François Van Der Merwe, presidente da Associação Internacional dos Produtores de Tabaco (ITGA).

“Nesta data e era, onde a transparência é um artigo tão importante, não há outra opção a não ser ter transparência e responsabilidade”. A fala da diretora geral da Organização Mundial da Saúde, Dra. Margaret Chan, não poderia ser mais oportuna dada à proximidade da 7ª Conferência das Partes (COP7) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), marcada para novembro, na Índia.

Por meio da CQCT, a OMS criou uma organização que adota estratégias e táticas grandemente em desacordo com os princípios de abertura, justiça e responsabilidade. Através da exclusão deliberada e práticas secretas, opacas e não democráticas, a CQCT, sob o mantra de proteger a saúde pública, começou a promover medidas que interferem em áreas como políticas agrícolas nacionais, impostos, comércio e muitas outras áreas que vão além de sua instância e competência.
Isto poderá criar mais mal do que bem.

Alguns dos artigos da CQCT têm o objetivo de diminuir a produção de tabaco ou de impor limites a alguns constituintes naturais inerentes às plantas de tabaco, sem efeitos provados de que isso reduza o consumo de cigarros. Estas medidas, no entanto, diretamente ameaçam o sustento de mais de 30 milhões de pessoas que cultivam uma safra legal.

Os agricultores não estão pedindo nenhum tratamento especial, mas eles têm o direito de tomarem parte de reuniões onde seus sustentos estão sendo debatidos e ameaçados. Estamos falando de homens e mulheres envolvidos em negócios razoáveis que merecem ter sua voz ouvida em questões que afetam a eles, suas famílias, trabalhadores e comunidades locais. Sua exclusão destas discussões é espalhafatosamente injusta e antidemocrática.

Da mesma forma como a mídia e o público em geral, a ITGA é excluída até mesmo da observação das discussões da Conferência das Partes e igualmente das deliberações de seus grupos de trabalho. No entanto, a ITGA mantém um bom diálogo com a Organização Internacional do Trabalho e subscreve o código das boas práticas agrícolas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura.

Em termos práticos, isto significa que a ITGA estimula os produtores de tabaco a melhorarem sua produtividade, reduzirem a erosão do solo, lidarem com os recursos da água com sustentabilidade, assegurando a rastreabilidade e produzindo a safra sob condições seguras e, ao mesmo tempo, produzindo uma safra que satisfaz as exigências do mercado. Os agricultores estão igualmente aderindo a princípios que promovem a eliminação do trabalho infantil na lavoura de tabaco e investindo em projetos de reflorestamento para usarem fontes de energia sustentáveis para a cura de seu tabaco no futuro.

Estes fatos são ignorados pelos indivíduos que regulam o controle do tabaco, os quais, na grande maioria dos casos, nunca visitaram um pequeno produtor contratado e ignoram as conquistas alcançadas por esta classe da comunidade agrícola global.

Há muito se discute esta questão e necessidade de aproximação entre as partes. Quando estivemos em Moscou, nos bastidores da 6ª Conferência das Partes, em 2014, a Dra. Chan encostou em meu ombro e disse: “não quero prejudicar os produtores de tabaco”. Como presidente da ITGA, eu assumi a palavra da diretora geral da OMS como o chefe de uma importante organização internacional. Neste espírito e a seu pedido, eu tenho escrito várias vezes à Dra. Chan para pedir que o legítimo interesse e preocupação de mais de 30 milhões de produtores, trabalhadores e pessoas que dependem do tabaco sejam considerados com justiça nas discussões da Convenção-Quadro. Eu também pedi especificamente uma reunião com ela e os relevantes funcionários da CQCT. Lamentavelmente, a Dra. Chan nunca deu uma resposta. Uma petição de mais de 250.000 agricultores também foi ignorada.

Assim, quero passar para a Dra. Chan um convite público para uma visita aos produtores de tabaco em qualquer parte do mundo. Não temos nada a esconder; do contrário, nós buscamos um diálogo aberto, inclusivo e transparente.

Para qualquer outra indústria legal no mundo, é inconcebível pensar que diretrizes funcionais e aplicáveis que governam um setor devem ser desenvolvidas sem consulta ou engajamento com o próprio setor. Esta é a maneira democrática de fazer as coisas e que dá apoio ao nosso sistema global de fazer políticas. Por que estas regras não são respeitadas pela CQCT da OMS?

Deixo a inspiração nas palavras de um líder incontestável, Nelson Mandela: “um bom líder sabe se engajar num debate com franqueza e profundamente, sabendo que no final ele e a outra parte devem estar mais perto um do outro e assim emergirem mais fortes”. É hora para um diálogo aberto com os produtores de tabaco.

 

 

Provocação a
mudanças

Com a vocação de aprimorar conhecimentos sobre saúde,
proteção
da criança e do adolescente e provocar mudanças de atitudes,
o 8º Ciclo de Conscientização teve início em 28 de junho em Içara
(SC). Os próximos encontros têm agenda marcada para julho: no Rio
Grande do Sul em Boqueirão do Leão, dia 5 de julho, e Jaguari,
dia 7; no Paraná, em Ipiranga, no dia 19 e, em Quitandinha, no dia 21
de julho; e em Santa Catarina, no dia 20 de julho, em Mafra.

Semelhante às edições passadas, os participantes vão assistir a vídeo informativo sobre a correta aplicação, manuseio e armazenagem de agrotóxicos e utilização da vestimenta de colheita, além de peça teatral. Um dos pontos altos da programação é a palestra sobre a erradicação do trabalho infantil. E não custa lembrar: menores de 18 anos não podem participar de nenhuma atividade voltada à produção de tabaco.

Brasil (Afubra), o Ciclo de Conscientização atende aos acordos firmados com o MPT-RS e MPT-Brasília. Desde sua implantação em 2009, já foram registrados 18 mil participantes em 45 eventos, todos focados na conscientização do produtor.

 

 

 

ROTEIROS RECEBIMENTO DE EMBALAGENS

As equipes do Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos vão percorrer 56 municípios do Alto Vale catarinense até o dia 22 de julho. Na sequência, produtores de tabaco da região Centro Norte serão beneficiados, em roteiro que vai de 26 de julho a 17 de agosto. Aos produtores que aderem ao programa são fornecidos comprovantes – importantes para apresentação aos órgãos de fiscalização ambiental. Com 16 anos de atuação, o programa é exemplo de logística reversa. O programa abrange 563 municípios do Rio Grande o Sul e de Santa Catarina, com 2,3 mil pontos de coleta, favorecendo mais de 130 mil produtores de tabaco. O roteiro completo está disponível no site do SindiTabaco (www.sinditabaco.com.br).

INSTITUTO NO FACEBOOK

O Instituto Crescer Legal agora está no Facebook, rede social que já conquistou mais de 99 milhões de brasileiros e 1,6 bilhões de pessoas em todo o mundo. A fanpage criada em maio, é um canal para disseminar as ideias do Instituto Crescer Legal e para aproximar jovens e pessoas que vivenciam a rotina e a realidade do campo. São divulgadas ações, eventos, informações, dicas e curiosidades sobre o Instituto. Curta a página para acompanhar todas as novidades:
www.facebook.com/institutocrescerlegal

2ª TURMA

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), com o apoio do Instituto Nacional de Metrologia (Inmetro), formou no dia 03 de junho a segunda turma de Responsáveis Técnicos (RTs) que vão atuar no campo para acompanhar a Produção Integrada do Tabaco (PI Tabaco), tendo como propósito a certificação do produto. O curso realizado em Santa Cruz do Sul (RS) envolveu profissionais responsáveis pelas áreas de campo das empresas associadas ao SindiTabaco. O trabalho dos RTs será o de acompanhar os produtores que aderirem à PI Tabaco, observando se as normas básicas de boas práticas agrícolas estão sendo cumpridas. A adesão por parte dos produtores e da indústria é voluntária, caracterizando-se como um diferencial competitivo.

PRORROGADO

Todos os produtores rurais brasileiros que ainda não se inscreveram no Cadastro Ambiental Rural (CAR) ganharam novo prazo até o dia 31 de dezembro de 2017. A Medida Provisória 707/2015, aprovada no Congresso Nacional, alterou o antigo prazo estipulado (05 de maio de 2016). De acordo com a Lei 13.295 de 2016, a partir de 2018 as instituições financeiras só concederão crédito agrícola, em qualquer modalidade, para os proprietários rurais que estejam inscritos no CAR. A medida traz tranquilidade aos produtores que, por diversas razões, não haviam conseguido cumprir o prazo. O cadastro pode ser feito pelo site www.car.gov.br.

 

 

De Grão em Grão

Criado para incentivar a diversificação, o Programa Milho e Feijão após a Colheita do Tabaco está rendendo excelentes resultados. Pesquisa realizada pelo SindiTabaco aponta que o cultivo dos grãos deve gerar R$ 650 milhões aos produtores nos três estados do Sul do Brasil. Do total de 152 mil hectares plantados, 127 mil foram destinados ao milho, o que corresponde à receita de R$ 520 milhões. Já a área do feijão somou 25 mil hectares ou R$ 130 milhões. No Estado catarinense, o programa estimula também o cultivo de pastagem voltado à produção leiteira.

Os resultados demonstram a importância do programa para a diversificação da pequena propriedade. “São ganhos reais e um formato que reduz os custos de produção, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes aplicados para o tabaco. Além de agregar renda, ainda preserva o solo contra a erosão e interrompe o ciclo de proliferação de pragas”, frisa o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, que participou dos eventos de divulgação dos resultados nos três Estados.

 

 

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade de Irati, distante 150 quilômetros de Curitiba (PR).

Irati não chama atenção somente por possuir uma imagem de 22 metros de altura de Nossa Senhora das Graças, a maior do mundo. A cidade do interior do Paraná tem um forte apelo na agropecuária, diversificada com soja, tabaco, milho, batata, feijão, criações de suínos de corte e leite, entre outras lavouras. Neste conjunto produtivo o tabaco é a segunda maior cultura em expressão econômica, ficando atrás apenas da soja, colheita que rendeu 171 mil toneladas neste ano.

O secretário de Agropecuária, Abastecimento e Segurança Alimentar de Irati, Luis Carlos Dziadzio, não titubeia ao falar da importância do setor. “Aqui plantamos 100% de tabaco Virgínia, produção que reflete diretamente na economia local, movimentando mais de R$ 80 milhões por ano”, argumenta, complementando que o município também recebe as folhas vindas de Rebouças, Teixeira Soares e Imbituva, todas comercializadas nas unidades de compras das empresas instaladas na cidade.

  • O município foi emancipado em 2 de abril de 1929.
  • A população é formada por diferentes etnias, especialmente poloneses e ucranianos.
  • O nome da cidade está ligado à Estação Ferroviária e Telegráfica, que se chamava Estação de Irati.
  • Prefeito: Odilon Rogério Burgath

IRATI EM NÚMEROS

Fonte: IBGE e Prefeitura

    • População (estimada 2015):59.708 habitantes
    • Área territorial: 999,51 km² km²
    • PIB per capita (2012): R$ 22.220,90
  • Produção de Tabaco (2014/2015): 7.856 toneladas
  • Produtores de Tabaco: 1.491

 

 

COP

As Conferências das Partes (COP) são eventos bienais, que representam a instância deliberativa da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), do qual participam os países que ratificaram o tratado, entre eles o Brasil. Durante as sessões da COP, as delegações dos Estados Partes discutem e aprovam diretrizes para orientar os países na adoção de medidas nacionais.

CAR

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) foi criado pela Lei 12.651/12, que instituiu o “novo” Código Florestal Brasileiro. Trata-se de um registro eletrônico gratuito, obrigatório para todos os imóveis rurais, que formará uma base de dados estratégica para o controle, monitoramento e combate ao desmatamento das florestas e demais formas de vegetação nativa do Brasil, bem como para planejamento ambiental e econômico dos imóveis rurais.

  • 05 DE JULHO
    8º Ciclo de Conscientização em Boqueirão
    do Leão (RS)
  • 07 DE JULHO
    8º Ciclo de Conscientização em Jaguari (RS)
  • 13 DE JULHO
    25º aniversário do Estatuto da Criança
    e do Adolescente (Lei nº 8.069/90)
  • 17 DE JULHO
    Dia da Proteção das Florestas
  • 19 DE JULHO
    8º Ciclo de Conscientização em Ipiranga (PR)
  • 20 DE JULHO
    8º Ciclo de Conscientização em Mafra (SC)
  • 21 DE JULHO
    8º Ciclo de Conscientização em Quitandinha (PR)
  • 25 DE JULHO
    Dia da Agricultura e do Produtor Rural
  • 18 DE AGOSTO
    Dia Nacional do Campo Limpo, idealizado
    pelo Instituto Nacional de Processamento
    de Embalagens Vazias (InpEV).
  • 21 DE SETEMBRO
    Dia da Árvore

O SindiTabaco congrega 15 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul. Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

Conheça as Associadas

Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco),
dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

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