Sinditabaco News – Julho/Agosto/Setembro 2013

No passo da tecnologia, a mudança de perfil

Produtores sul-brasileiros de tabaco vivem com mais conforto e qualidade.

Cercada por pés de tabaco, uma casinha de madeira – de tinta marrom surrada pelo tempo e onde a família se reunia em torno do velho fogão à lenha – poderia servir de inspiração para muitos artistas plásticos. Mas essa paisagem bucólica está ficando no baú de memórias.

Como o vento minuano, a evolução tecnológica sopra fortemente na zona rural da Região Sul do país.

Hoje, televisões, videocassetes, DVDs, microcomputadores, telefones, antenas parabólicas, aparelhos de ar-condicionado são apenas alguns dos equipamentos que fazem parte da nova decoração das residências dos produtores de tabaco, que ano a ano conquistam com a renda deste produto mais conforto e qualidade de vida.

Conforme dados da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e Núcleo de Pesquisa Social (Nupes), da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), a chegada da energia elétrica foi o princípio de todas as mudanças: atualmente 97,9% das residências dos produtores sul-brasileiros de tabaco contam com este serviço. A pesquisa mostra, ainda, que a preferência segue na linha da informação.

Ou seja, 100% das residências possuem televisões e rádios, sendo que 67,9% dependem de antenas parabólicas para a melhor captação de sinal. Por necessidade de conservação de alimentos, a linha branca – geladeiras e freezer – é bem durável indispensável, razão pela qual é encontrada em 98,5% e 95,4%, respectivamente, das casas, cuja arquitetura mudou para alvenaria (53,9%), com uma média de 7,2 cômodos.

Equipamentos e serviços que os produtores dispõem nas residências

O computador, que aos poucos é incorporado ao cotidiano dos agricultores, já representa 10,4% das aquisições. E na luta por espaço, o DVD ainda está longe de substituir o videocassete, que está em 3,7% das casas, enquanto o equipamento mais avançado responde por 0,8%.

Mas não são apenas os aparelhos domésticos que sinalizam a modificação do dia a dia do homem do campo. As carroças, que dominaram a década de 70 e 80, perderam espaço para outros meios de transporte. Das propriedades pesquisadas, 38,3% possuem tratores, 63,1% automóveis e 37,5% motocicletas.

A qualidade de vida do produtor de tabaco expressa a importância econômica e social gerada pelo setor no Brasil. Com um desempenho histórico em 2012, nossa indústria foi responsável por 1,34% do total das exportações brasileiras no período e obteve representação significativa nos embarques gaúchos e catarinenses. Mas estes resultados não são novidade: somos há 20 anos líderes mundiais na exportação da folha, procurada por mais de cem países.

Este resultado positivo nos dá fôlego para continuarmos em 2013 um importante trabalho social. Neste trimestre realizaremos seminários do 5º Ciclo de Conscientização com produtores de tabaco e encontros com as equipes de campo das empresas associadas para fortalecer a consciência sustentável. Ações desenvolvidas em um esforço conjunto para a proteção da criança e do

adolescente, bem como à saúde e segurança do produtor, temas que têm trazido desafios, mas também resultados encorajadores. Como em todo setor, também temos questões que nos causam apreensão. Nos próximos meses, devemos ter desdobramentos sobre a Resolução da Diretoria Colegiada da ANVISA (RDC 14). Se for implementada poderá trazer prejuízos para o mercado legal de cigarros, potencializando o mercado ilegal.

Por outro lado, a criação da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco traz luz à importância econômica do setor para diversas cidades brasileiras. Forças somadas em busca do equilíbrio econômico, político e social para continuarmos trabalhando honestamente, com um produto lícito e legal, em busca de dignidade e qualidade de vida para milhares de pessoas do Sul do Brasil.

Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Dados da Secretaria da Agricultura Familiar e da Pesca de Santa Catarina dão conta que 90% dos agricultores têm experiência acima de 10 anos na produção de tabaco. Jonas Zwarzerski, de 32 anos, é um deles. Faz exatamente esse tempo que começou a cultivar a planta, tirando a nota fiscal em seu nome.

Na propriedade de 10 hectares na localidade de Moema, interior de Itaiópolis/SC, 6 hectares são destinados a lavouras, sendo 3,6 para o cultivo de 53 mil pés do tabaco Virgínia.

Para Zwarzerski, “o tabaco é a atividade que traz renda e equilíbrio nas propriedades”. Os 12.200 quilos de tabaco colhidos respondem por uma receita média bruta de R$ 100 mil, segundo o agricultor, acrescentando ainda que outro fator relevante nesta cultura é a garantia de venda para a indústria ainda no início da safra.

O agricultor incrementa a renda com outra atividade: há cinco safras terceiriza mudas para a indústria de tabaco. “Faço o plantio de 450 mil mudas”, afirmou. Já na propriedade de sua mãe, hoje aposentada, ela diversifica sua produção: utiliza 10 hectares para o plantio de soja (570 sacas), cultura substituída pelo milho em outubro. O município de Itaiópolis é o segundo maior produtor de tabaco (2.209 famílias produzem 11.454 toneladas) de Santa Catarina, ficando atrás apenas de Canoinhas.

A PROPRIEDADE

  • 10 hectares (total da propriedade)
  • 3,6 hectares de tabaco Virgínia
  • 4 hectares de mata nativa
  • 2 estufas de secagem a grampos
  • ½ hectare para o plantio de 450mil
    mudas de tabaco(terceirização)
  • 1 trator
  • 1 carreta e 1 reboque
  • Equipamentos e implementos agrícolas,
    como arado, grade, roçadeira

Em Santa Cruz do Sul (RS), o setor do tabaco gera 16 mil empregos no meio rural e quase 10 mil empregos diretos nas indústrias.

Com um dos maiores complexos industriais do mundo quando o assunto é tabaco em folha, na cidade o produto representa dois terços do setor industrial e 46,75% do PIB do município, segundo a Fundação de Economia e Estatística (2010). O PIB de Santa Cruz do Sul, em 2010, foi de R$ 4,8 milhões e o PIB per capita do santa-cruzense no mesmo período foi de quase R$ 41 mil. São números que o prefeito Telmo Kirst conhece bem.

Deputado federal por seis mandatos, em 2012 foi eleito para dirigir uma grande potência do setor do tabaco no estado gaúcho. Logo em seu primeiro ano, já começa a tirar do papel um grande movimento, com apoio de outros prefeitos: a Associação dos Municípios Produtores de Tabaco.

Como analisa os últimos investimentos feitos por grandes companhias do setor?
No mês de abril, a Philip Morris Brasil inaugurou um novo complexo industrial, obra que agregará muito ao ciclo produtivo em termos de infraestrutura, qualidade e ampliação de competitividade internacional. Só ela é responsável por mais de 54% da arrecadação de ICMS no município. Outra grande empresa, a Souza Cruz foi a responsável pela introdução do sistema integrado de produção, que possibilitou ao Brasil tornar-se o maior exportador e o segundo produtor de tabaco no mundo. Sem a Souza Cruz, Santa Cruz do Sul, não seria o que é: uma cidade com excelente qualidade de vida com o oitavo PIB do Estado.

e qualidade de vida. É preciso sensibilizar os governos, demonstrando a importância social e econômica do tabaco para o Rio Grande do Sul e demais Estados produtores. Para isso, no dia 15 de junho, realizamos em Santa Cruz do Sul o encontro dos municípios produtores de tabaco. Na oportunidade, apresentei aos prefeitos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná a proposta para criação de uma associação em defesa da cadeia produtiva do tabaco. Os municípios irão se mobilizar, teremos ainda mais duas reuniões (uma no Paraná e outra em Santa Catarina). A partir de então, realizaremos os procedimentos legais para a criação da associação.
O tabaco vem sendo muito combatido no Brasil e até por organizações internacionais. O que se pode fazer em defesa desse setor, mola propulsora da economia de tantos municípios?
A previsão é que o mercado mundial de cigarros continuará crescendo até 2050. Da nossa produção local/regional de tabaco, 85%
é exportada. Se deixarmos de produzi-lo, outros países passarão a abastecer os mercados mundiais. Perderíamos receitas de exportação, empregos na cidade e no campo
Como os outros governantes estão participando da criação da entidade?
Essa é uma associação de prefeitos. Inicialmente foram mobilizados os prefeitos dos 200 maiores produtores de tabaco da Região Sul, mas outros prefeitos devem participar dessa importante associação. Na primeira reunião tivemos cerca de 80 prefeitos de diferentes regiões, o que nos possibilita uma maior abrangência da ideia. Ver tantas pessoas mobilizadas me motiva a continuar lutando por essa importante atividade.

Consciência no campo
Disseminar informações e esclarecer assuntos ainda polêmicos na agricultura familiar é uma das tarefas do SindiTabaco. Ação possibilitada com o Ciclo de Conscientização, promovido em parceria com empresas associadas e Afubra. Em sua 5ª edição, o calendário de 2013 começou por Santa Catarina. Nos dias 11 e 27 de junho, os municípios de Ituporanga e Palmitos, respectivamente, debateram a saúde, segurança do produtor de tabaco e a proteção da criança e do adolescente.

Ao todo, o evento ocorrerá em sete municípios da Região Sul que somam mais de 12 mil produtores, responsáveis pelo cultivo de 55 mil toneladas de tabaco, o que representa 7,4% da produção global de tabaco no Brasil em 2012. “Ano a ano, nosso trabalho tem sido levar informações e jogar luz nestas temáticas”, afirmou o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. O Ciclo se encerra em 15 de agosto, na cidade de Piên, no Paraná.

5° CICLO
Santa Cruz do Sul(RS) – 9/7 (terça-feira)
Arroio do Tigre(SC) – 11/7 (quinta-feira)
Dom Feliciano(SC) – 16/7 (terça-feira)
São Mateus do Sul(SC) – 14/7 (quarta-feira)
Piên(PR) – 15/8 (quinta-feira)

28 de outubro: o dia do produtor de tabaco


Heitor Schuch, deputado estadual do RS, em seu terceiro mandato. Agricultor de profissão, durante sete anos presidiu a FETAG/RS.

A produção de tabaco no Rio Grande do Sul é feita por 86.500 famílias de agricultores, em sua grande maioria agricultores familiares, que são o elo vital desta importante cadeia produtiva, gerando empregos e renda para milhares de pessoas tanto no campo quanto na cidade.

O tabaco é também um dos pilares de sustentação da economia gaúcha, com significativa contribuição nas exportações, além de promover o desenvolvimento regional.

Criar o Dia Estadual do Produtor de Tabaco, por meio da Lei 14.208/13, a ser comemorado no dia 28 de outubro de cada ano, é uma forma de respaldar, valorizar e respeitar o trabalho árduo destes agricultores, que juntamente com o tabaco também produzem alimentos. Não sou autor sozinho desta lei, porque ela nasceu por sugestão da AFUBRA, da FETAG e da FARSUL e suas congêneres em Santa Catarina e no Paraná.

Em reconhecimento ao setor, a lei foi aprovada por unanimidade pelos deputados e simbolicamente sancionada pelo governador do Estado em solenidade realizada em Santa Cruz do Sul. O setor está unido e certamente iremos marcar esta data com um grande evento para,corajosamente, resgatar e mostrar a importância e a dignidade dos agricultores, fazendo com que o horizonte nebuloso que assusta o setor dê lugar a um céu iluminado.

INAUGURAÇÃO

A Philip Morris Brasil (PMB) inaugurou no início de abril o projeto que centralizou todas as unidades de produção da empresa no Distrito Industrial de Santa Cruz do Sul (RS), em um investimento previsto de R$ 113,5 milhões.

As instalações ocupam mais de 40 mil m² de área construída, abrigando todas as operações de manufatura do cigarro, incluindo gráfica e laboratório de análise de produtos.

A concentração das etapas produtivas em um único local simplifica os processos e deverá trazer ganhos de produtividade e sinergia entre as equipes.

MUNICÍPIOS UNIDOS

Prefeitos da Região Sul se reuniram em junho, em Santa Cruz do Sul, para articular a criação de uma Associação dos Municípios Produtores de Tabaco.

Com o objetivo de unificar esforços para defender o produto, importante fonte para as respectivas economias.

Iniciativa do prefeito de Santa Cruz, Telmo Kirst, a proposta foi unanimidade entre prefeitos e representantes de entidades de classe e de associações.

CAMPO LIMPO

Comemorado pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV) desde 2005, 18 de agosto é sinônimo de Campo Limpo no País.

No Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a data remete ao Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos, que percorre 570 municípios coletando recipientes para que não sejam reutilizados.

A partir de julho, o oeste catarinense recebe a coleta itinerante realizada pelo SindiTabaco e empresas associadas, com a parceria da Afubra.

110 ANOS

A Souza Cruz, maior exportadora de tabaco do Brasil e líder do mercado de cigarros no país, comemora neste ano, 110 anos de história.

Presente em todo o território nacional é uma das principais empresas integrantes do Grupo British American Tobacco (BAT).

Com 7,4 mil colaboradores e 30 mil produtores integrados, atua em toda a cadeia produtiva de forma verticalizada, desde a produção e o processamento de tabaco, até a fabricação e a distribuição de cigarros.

Reflorestar é um bom negócio
Atento às mudanças do mercado, o produtor de tabaco vem construindo um perfil consciente, que resulta em ganhos reais e deixa bem longe a possibilidade de um apagão florestal. De acordo com dados da Afubra, o índice de cobertura florestal supera os 29% com áreas de mata nativa preservada (16,9%) e reflorestada (12,2%).

Percentuais que endossam o trabalho afinado das empresas junto aos produtores integrados para garantir o equilíbrio ecológico, o consumo de lenha sustentável e a comercialização dos excedentes como fonte de renda.

Desde 2011, áreas de tabaco são monitoradas por satélite com o objetivo de se manter viva a Mata Atlântica, resultado de um acordo inédito firmado pela cadeia produtiva, Ibama e Ministério do Meio Ambiente. “Ao conjugar preservação da mata nativa com reflorestamento, o resultado é produção sustentável”, afirmou o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

Prova disso, é que a cada ano o produtor de tabaco está menos dependente de comprar lenha. Conforme o estudo, 80% dos produtores de tabaco já utilizam lenha própria. No global (todos os setores produtivos), o Brasil possui cerca de 6,7 milhões de hectares de florestas plantadas, principalmente com espécies dos gêneros Eucalyptus e Pinus, que representam 0,8% do território nacional.

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade de Canoinhas, situada em Santa Catarina.

Maior produtor de tabaco de Santa Catarina, Canoinhas quer esticar os braços do setor, do campo para a industrialização. Para alcançar tal meta, está iniciando conversas para atrair investimentos de uma fábrica de beneficiamento.

“Só temos entrepostos. Temos uma posição geográfica benéfica, de fácil acesso e a 150 quilômetros dos portos”, contou o secretário de Agricultura, Joercio Mielke. Canoinhas tem tradição na plantação do tabaco. São 2.575 famílias integradas às indústrias beneficiadoras e exportadoras de tabaco.

A relevância do setor se sustenta em outro vetor: a geração de renda. Atualmente, o rendimento anual bruto por família é de R$ 42 mil em média. “Nossa vocação é o agronegócio. O tabaco é o top, ao responder por 33,78% do valor bruto do PIB em 2012”, explicou Mielke.

Na pauta também se destacam a suinocultura (26,22%), soja (20,39%), milho (9,34%) e bovino (2,63%). Para auxiliar os agricultores, a Prefeitura lança mão de programas, sendo o Porteira Adentro, pelo qual são disponibilizadas máquinas, abertas barragens e estradas, o carro-chefe.

  • Foi habitada por índios xokleng, que chamavam o rio Canoinhas de Itapeba (pedra rasa ou cachoeira baixa).
  • Tornou-se município em 12 de setembro de 1911. Em 1923, o nome foi alterado para Ouro Verde, passando para Canoinhas em 1930.
  • Prefeito Luiz Alberto Faria
CANOINHAS EM NÚMEROS

  • População (2011):
    52 mil habitantes.
  • Área (2011):
    1.144,837 km²
  • PIB per capita (2010):
    R$ 17.929,86
  • Economia:
    30ª economia do Estado
  • Produtores de tabaco:
    2.575
  • Produção:
    13,77 mil toneladas de tabaco na safra 2011/2012

Fonte: Afubra/FEE/Prefeitura Municipal

LEI 14.208/13
Institui o Dia Estadual do Produtor de Tabaco. De autoria do deputado Heitor Schuch (PSB), a iniciativa atendeu uma solicitação das entidades do setor, como a Afubra, FETAG e a FARSUL (e suas congêneres em Santa Catarina e no Paraná), com o objetivo de respaldar e valorizar o trabalho do produtor de tabaco. Promulgada em março de 2013, a lei estabelece como data comemorativa o dia 28 de outubro.

  • 9 DE JULHO
    Seminário do 5º Ciclo de Conscientização em Santa Cruz do Sul – RS
  • 11 DE JULHO
    Seminário do 5º Ciclo de Conscientização em Arroio do Tigre – RS
  • 13 DE JULHO
    23º aniversário do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), instituído pela Lei 8.069/1990. O ECA regulamenta os direitos das crianças e dos adolescentes, entre eles, o direito de acesso à educação e lazer.
  • 16 DE JULHO
    Seminário do 5º Ciclo de Conscientização em Dom Feliciano – RS
  • 14 DE AGOSTO
    Seminário do 5º Ciclo de Conscientização em São Mateus do Sul – PR
  • 15 DE AGOSTO
    Seminário do 5º Ciclo de Conscientização em Piên – PR
  • 18 DE AGOSTO
    Dia Nacional do Campo Limpo, idealizado pelo Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias (InpEV), tem como objetivo mobilizar, em uma única data, todos os envolvidos no programa de destinação final de embalagens vazias de agrotóxicos.
  • 25 DE SETEMBRO
    Reunião da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco em Brasília – DF
  • O SindiTabaco congrega 15 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo.

    A transparência e a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul.

    Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

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    Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

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