Sinditabaco News – Janeiro/Fevereiro/Março de 2017

Produtor de tabaco tem renda bem acimada média brasileira

Pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) revela que a renda do agricultor que planta tabaco é 73% superior à do trabalhador brasileiro. Enquanto os ganhos per capita do produtor de tabaco ficam em torno de R$ 1.926,73, a média nacional é de R$ 1.113,00. Esses são dados do Perfil Socioeconômico do Produtor de Tabaco da Região Sul do Brasil, traçado com base em 1.145 entrevistas feitas em agosto e setembro de 2016. O critério de estratificação usado é o de Kamakura & Mazzon (2013), considerado o mais completo e fidedigno disponível no País.

Segundo a investigação, a maioria dos produtores de tabaco enquadra-se no estrato “B2”, com 67,3%. Esse número corresponde a mais de quatro vezes o que se verifica em termos nacionais, cujo índice é de apenas 15,1%. E, enquanto 80,4% dos produtores de tabaco pertencem às classes “A” e “B”, porcentagem de brasileiros nesses estratos não chega a 22%.

Na autoavaliação, 90% dos entrevistados disseram estar satisfeitos com a atividade agrícola, 85% pretende continuar plantando tabaco, 73% afirma ter sucessão na propriedade e 64% acredita que “a renda permite levar a vida com facilidade”. Ao serem questionados sobre o motivo de plantarem tabaco, 90% apontou a garantia de venda, 89% falou da lucratividade, 88% mencionou a orientação técnica e 82%, o seguro agrícola.

Acesse a pesquisa completa:
sinditabaco.com.br/perfil-socioeconomico

 

 

Em 2017, o SindiTabaco completa 70 anos de atuação. Nossa alegria em completar sete décadas é ainda maior por podermos compartilhar o perfl socioeconômico dos produtores, baseado em recente estudo conduzido pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). A pesquisa demonstra a real condição do produtor e a envergadura deste setor que coloca o Brasil em posição de destaque no ranking mundial de produção e exportação.

Muito se alcançou ao longo desses anos, mas alguns mitos e inverdades sobre nosso setor continuam sendo perpetuados e multiplicados sem fonte, critério ou comprovação. Entretanto, podemos afirmar que estamos no caminho certo. Afnal, não há argumentos que possam denegrir o poder dos números. Quem não teria orgulho de defender um setor que permite deixar mais de 80% de seus produtores nas classes A e B, considerando que essa mesma parcela de toda a população brasileira vive nas classes C e D?

E é com essa perspectiva que continuaremos atuando, com foco na comunicação e na transparência, debatendo aspectos regulatórios quando necessário e apoiando causas que possam levar ainda mais sustentabilidade, prosperidade e que possam transformar o futuro do campo.

 

 


Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Adriano da Cunha Imbuia - SC

Boa remuneração, qualidade de vida e segurança na venda são fatores apontados por Adriano da Cunha, de Imbuia (SC), como os principais motivos para que mantenha o cultivo de tabaco. O grupo familiar, formado pelos quatro irmãos – Adriano, Clovis, Alexsandro e Danielle – e os pais Santolino e Evanilde, tem no tabaco a principal fonte de renda, com 55% dos rendimentos. As demais culturas (milho, cebolas, batatas, leite e eucalipto) respondem por 45% dos ganhos.

Cuidar do solo e da água também são fatores levados a sério na propriedade da família Cunha. Adeptos ao plantio direto na palha, cultivam milho após a colheita do tabaco nas áreas onde não fazem adubação verde. Além disso, eles se mantêm atualizados e participam de todos os cursos e treinamentos propostos pela indústria à qual são integrados.

Referência na região, Adriano da Cunha é diretor de Política Agrícola da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de Santa Catarina (Fetaesc) e atua na busca de melhorias para o setor rural. Técnico em Contabilidade e graduado em Jornalismo, ele optou pela sucessão da propriedade rural e acredita que as inovações são importantes.

A PROPRIEDADE

  • 37 hectares de área própria
  • 5 hectares de tabaco Virgínia
  • 11 hectares de mata nativa
  • 2 hectares de reflorestamento
  • 2 estufas elétricas
  • Plantio direto
  • Análises de solo todos os anos
  • Trator e implementos agrícolas

 

“Todos deveriam estar envolvidos contra o contrabando”

Airton Artus, presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Tabaco, fez parte da delegação que foi à Índiaem defesa da produção de tabaco no Brasil.

Em comparação com outras COPs em que participaste,como avalia o resultado da COP7?

Avalio de forma positiva. Conseguimos montar uma delegação heterogênea, com representantes de diversos setores, e mostrar a importância econômica do tabaco. Penso que foi possível sensibilizar representantes do Ministério das Relações Exteriores e nosso embaixador de que medidas abruptas podem ser muito prejudiciais ao Brasil. O resultado foi parecido com o das edições anteriores, mas com o sentimento de que a cadeia produtiva foi preservada

Poucos temas evoluíram na Índia. Entre os que fcaram para a COP8 está o protocolo do mercado ilegal. Qual é a importância desse tema?

Esse tema é tão importante que já deveria ter sido debatido de forma mais efetiva e não precisaria esperar uma COP. O próprio governo federal, Polícia Federal e o Exército, todos deveriam estar envolvidos contra o contrabando. No caso do tabaco é uma concorrência injusta, pois é um produto com alta carga tributária e controle dos componentes

Como o senhor avalia a participação da delegação ofcial brasileira?

A exemplo de anos anteriores, a delegação ofcial já foi com uma posição pré-determinada. Esperávamos que a mudança de governo e de viés ideológico pudesse contribuir para uma delegação mais democrática, que ouvisse

nossas manifestações. Não foi o que aconteceu. Nesse contexto, nosso embaixador foi fundamental na busca da conciliação entre as partes.

A chefe do secretariado fez duras críticas às autoridades envolvidas com a cadeia produtiva. O senhor gostaria de responder de alguma forma?

Acredito que houve injustiça e desconhecimento. Evidente que indústrias e sindicatos têm suas posições. No entanto, nós, prefeitos e representantes de setores da cadeia, temos um trabalho em defesa e incentivo à diversifcação. É preciso ter bom-senso para entender que um setor é estratégico para o funcionamento de outros. O desconhecimento da chefe do secretariado brasileiro foi o principal motivo para a manifestação, na minha opinião, injusta.

O que vai nortear a atuação da Câmara Setorial a partir das decisões da COP?

A Câmara Setorial pretende dar ciência ao governo de tudo o que ocorreu, buscando abertura maior da delegação ofcial. Queremos ainda levar aos ministérios da Agricultura e do Desenvolvimento Econômico as preocupações que continuam, porém não tiveram agravamento graças à colaboração dos dois órgãos. Vamos continuar dialogando com todas as esferas para não temos surpresas e sim uma segurança maior para continuar produzindo, processando e exportando.

 

Aprendizes rurais compartilham experiências

Os jovens do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal tiveram um encontro antes do final de 2016 para compartilhar as experiências já adquiridas no curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural. Estiveram reunidas as cinco turmas do projeto piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural: Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul

O diretor presidente do Instituto, Iro Schünke, passou uma mensagem de perseverança aos jovens durante o evento: “quando temos objetivo, além da participação e do envolvimento, é preciso acreditar”. E o superintendente Regional do Trabalho, Joaquim Cardinal, disse que o tripé formado pelo jovem, a empresa e o Instituto está muito bem articulado para capacitar as futuras gerações junto às suas raízes.

Palestrante do evento, o professor Nestor Raschen, presidente do conselho consultivo do Instituto, falou sobre o papel do jovem na sociedade. “Esta é uma grande oportunidade para os jovens assumirem seu protagonismo e terem uma preparação para a liderança que eles podem exercer”.

O programa segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo salário proporcional a 20 horas semanais, certificação e demais direitos. O público-alvo são adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais.

A pergunta que não quer calar

Romar Beling, jornalista de Santa Cruz do Sul (RS)


Estive na cobertura de duas Conferências das Partes (COP) da Convenção-Quadro para Controle do Tabaco, a de Moscou, em 2014, e de Nova Délhi, em 2016. Nelas, chamou-me atenção a falta de transparência dada aos debates, o que, de certo modo, compromete a credibilidade de uma ação global em saúde pública. A não ser pelos documentos finais expedidos, a sociedade pouco sabe do que é discutido. Afinal, não é uma iniciativa privada, e sim um tratado que envolve 181 países signatários, entre eles o Brasil.

Outro aspecto é a naturalidade com que se movem, em ambiente de COP, as organizações não governamentais (ONG’s), as quais se comportam como se governo fossem. Entidades vinculadas à cadeia produtiva do tabaco são impedidas com rigor de ter acesso ao local – ainda que (no discurso) a COP se ocupe do consumo de cigarro, e não de produção agrícola, o que seria atribuição de outras instâncias. Enquanto isso, na Índia, integrantes de ONG’s deixavam claro que não apenas ouvem e sim opinam de modo incisivo junto às delegações, sugerindo tomadas de decisão

Fica nítido que há muitos propósitos em jogo, e não necessariamente os dos países signatários. Ou só os da saúde. Cada vez mais se fala em comércio e mercado – de tabaco. A presença tão ostensiva das ONG’s, cuja atuação transcende limites de uma nação específca, acrescenta elemento estranho ao processo. Se às demais nações isso parece não preocupar, talvez o Brasil, maior exportador mundial de tabaco, devesse buscar resposta urgente a algumas questões: a que interesses reais atendem as ONG’s? Quem as mantém? E com que objetivo? Eis um mistério

 

 

 

EXPOGRO AFUBRA 2017

A floresta e sua contribuição na diversifcação e para o desenvolvimento sustentável será o tema central da programação da 17ª Expoagro Afubra, que será realizada de 21 a 23 de março, em Rio Pardo (RS). Além de sistemas que integram plantas perenes lenhosas com animais e culturas anuais, serão apresentados produtos florestais como energia, madeira, celulose, alimentos, resinas e essências. Os tradicionais setores da feira, como dinâmica de máquinas, lavouras demonstrativas, exposição de animais, agroindústrias, demonstração de produtos e palestras técnicas serão outras atrações da programação

PRÊMIO LITERÁRIO

A jovem aprendiz do Instituto Crescer Legal, Maira Carolina Petry, ficou em 1º lugar na categoria Prosa do Concurso Literário para Aprendizes, promovido pela Superintendência Regional do Trabalho e Emprego do RS e Fórum Gaúcho de Aprendizagem Profissional. Com isso, seu texto Um Feixe de Luz em Meio a Dias Nebulosos recebeu lugar de destaque no livro Aprendizagem em Prosa e Verso, lançado na Feira do Livro de Porto Alegre. Outros três trabalhos do Instituto estão no livro: Aprendizagem no Meio Rural, de Andressa Isabele Tornquist; Em Busca da Aprendizagem, de Alice Jordana Alves; e Vivência no Campo, de Vitória Rutiele Theisen.

COP 7

Mesmo sem acesso às discussões, a comitiva que foi à Índia para a 7ª sessão da Conferência das Partes da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco mostrou a importância da produção no Brasil. Além das entidades representativas do setor – SindiTabaco, Abifumo e Afubra –, fzeram parte os deputados gaúchos Adolfo Brito, Edson Brum, Marcelo Moraes, Pedro Pereira e Zé Nunes e os prefeitos Airton Artus, de Venâncio Aires (presidente da Câmara Setorial da Cadeia Produtiva), Dalvi Soares, de Dom Feliciano, e Beto Faria, de Canoinhas (então presidente da Amprotabaco).

CORESTA 2017

Os grupos de estudos sobre agronomia e ftopatologia do Centro de Cooperação para Estudos Científicos em Tabaco (Coresta) terão um encontro no Brasil. Será de 22 a 26 de outubro, em Santa Cruz do Sul (RS). O evento vai reunir especialistas de universidades, empresas de tabaco, institutos de pesquisa e fundações do mundo inteiro. O último encontro realizado no Brasil ocorreu em 2005 e ficou marcado pelo recorde de participantes, com mais de 280 especialistas de 30 países. O Coresta é uma associação fundada em 1956 para promover a cooperação internacional nos estudos sobre tabaco.

 

 

Colhido o tabaco, cresce milho, feijão e pastagens

Após o encerramento da colheita do tabaco, o solo é coberto por lavouras de milho, feijão e pastagens. Dessa forma, os produtores conseguem duas safras anuais na mesma área, com diversos benefícios econômicos e ambientais. A proposta de otimizar o aproveitamento dos recursos da propriedade é fomentada pelo Programa Milho, Feijão e Pastagens, realizada pelo SindiTabaco em conjunto com os governos do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná e entidades ligadas aos produtores rurais.

A produção de grãos nas áreas onde foi colhido o tabaco é incentivada há mais de três décadas pelo setor do tabaco e, recentemente, o programa passou a estimular também pastagens para o trato animal. Pelo programa, as estruturas de campo das empresas de tabaco e das entidades apoiadoras intensificam a divulgação das vantagens da safrinha.

E os resultados obtidos são animadores. Na safra 2015/2016 foram injetados R$ 650 milhões na economia com o plantio de 152 mil hectares, sendo 127 mil hectares de milho e 25 mil hectares de feijão. A safrinha de milho rendeu R$ 520 milhões e a de feijão, R$ 130 milhões. Em relação às pastagens, foram cultivados 22 mil hectares em Santa Catarina, 41 mil hectares no Rio Grande do Sul e 5 mil hectares no Paraná.

BENEFÍCIOS – O cultivo na resteva reduz os custos de produção, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes. Consequentemente, há redução de custo na produção de proteína, com a utilização do milho e das pastagens no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo contra a erosão e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.

 

 

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade de Imbituva, distante 177 quilômetros de Curitiba (PR).

Imbituva

A cidade de Imbituva, na região Centro-Sul paranaense, é conhecida por ser um polo industrial têxtil e calçadista, além de ter produção madeireira e agropecuária. Imbituva também é o 5º município paranaense em plantio de tabaco e está em 20º lugar no País. Com produção média anual de 8.226 toneladas de tabaco (números da safra 2014/2015), o produto é cultivado em 1.287 das 2.800 propriedades rurais do município.

Segundo o prefeito Bertoldo Rover, a indústria responde pela maior fatia do PIB do município, seguido pela agropecuária. No contexto agrícola, o tabaco é o segundo produto em valores da economia, ficando atrás apenas da soja. Outras culturas rurais são milho, feijão, pecuária leiteria e de corte, avicultura e suinocultura.

  • Vila fundada em 1871, foi elevada à condição de cidade no dia 2 de abril de 1910. E em 1929, o município de Santo Antônio do Imbituva passou a denominar-se Imbituva
  • Prefeito Bertoldo Rover, reeleito

IMBITUVA EM NÚMEROS

Fonte: IBGE, Emater e Prefeitura

  • População (estimada 2016): 31.391 habitantes
  • Área territorial: 756,5 km²
  • PIB (2013):553.990 mil reais
  • PIB per capita (2013):R$ 18.247,95
  • Produção de Tabaco (2014/2015): 8.226 toneladas
  • Produtores de Tabaco: 1.287

 

 

COP

A Conferência das Partes (COP) é um evento bienal de deliberação dos artigos da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) do qual participam os países que ratifcaram o tratado, entre eles o Brasil. Durante as sessões da COP, as delegações dos Estados Partes discutem e aprovam diretrizes para orientar os países na adoção de medidas nacionais.

CRITÉRIO BRASIL

O novo Critério de Classificação Econômica Brasil tem como objetivo estimar o poder de compra das pessoas, abandonando a pretensão de classificar a população em termos de “classes sociais”. A divisão de mercado definida abaixo é exclusivamente de classes econômicas. A metodologia de desenvolvimento do Critério Brasil que entrou em vigor no início de 2015 está descrita no livro Estratificação Socioeconômica e Consumo no Brasil dos professores Wagner Kamakura (Rice University) e José Afonso Mazzon (FEA/USP), baseado na Pesquisa de Orçamento Familiar (POF) do IBGE.

DIVERSIFICAÇÃO

Como o tabaco é uma cultura sazonal, permitindo um cultivo sucessivo, as empresas incentivam o plantio de outras culturas, como o milho e o feijão após o tabaco. Esta prática possibilita a redução das populações de pragas e doenças, o reaproveitamento dos resíduos de fertilizantes, constituinidose em fonte complementar de alimentação e renda das propriedades

  • 15 DE FEVEREIRO
    Encontro dos Jovens Aprendizes Rurais do
    Instituto Crescer Legal

  • 03 DE MARÇO
    Dia Nacional de Combate ao Contrabando

  • 06 DE MARÇO
    Retomada das atividades do curso
    Empreendedorismo em Agricultura
    Polivalente – Gestão Rural nas cincos turmas
    do Programa de Aprendizagem Profissional
    Rural do Instituto Crescer Legal.

  • 22 DE MARÇO
    Dia Mundial da Água

  • 21 A 23 DE MARÇO
    Expoagro Afubra 2017

O SindiTabaco congrega 15 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul. Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

Conheça as Associadas

Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco),
dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

Realização: SindiTabaco (www.sinditabaco.com.br)
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Coordenação editorial: ANDREOLI MSL BRASIL