Sinditabaco News – Janeiro/Fevereiro/Março de 2015

Segundo maior produtor mundial e líder absoluto em exportações desde 1993, a cadeia produtiva do tabaco se defrontou com os efeitos da perda de competividade em 2014, principalmente por conta do aumento da produção em países africanos e da valorização do Real. Países como Zimbábue (registrou 50 mil toneladas a mais em 2014), Tanzânia, Maláui, Moçambique e Zâmbia expandiram a produção, além de terem custo de produção inferior ao do Brasil.

Pesquisa encomendada pelo SindiTabaco à PricewaterhouseCoopers (PwC) já apontava uma queda de 10% a 15%, em dólares e volume, no fechamento da conta de exportações de 2014. No entanto, até o final de novembro, a queda nas exportações alcançou 24,5% em dólares – comparado ao mesmo período de 2013, ano em que foram embarcadas 627 mil toneladas (87% da produção) para 102 países, totalizando US$ 3,27 bilhões em divisas.

ALENTO – Se de um lado as incertezas trazem inquietude, de outro, a recente assinatura do protocolo de exportação para a China, segundo maior comprador do tabaco brasileiro, possibilitará as exportações do tabaco produzido em Santa Catarina e no Paraná. Até então, somente o tabaco do Rio Grande do Sul podia ser embarcado para o país asiático cujas importações têm superado os US$ 300 milhões/ano.

2014 foi um ano de evidências para o setor exportador de como o câmbio e o custo-Brasil podem impactar de forma negativa o desempenho industrial e a competitividade. No caso do tabaco, não foi diferente. Já no início do segundo semestre tínhamos um indicativo de que a exportação da folha sofreria uma queda de 10% a 15%. A expectativa se confirmou, mas foi ainda maior que a esperada. Até o final de novembro, a redução alcançou 24,5%.

Com o aumento da produção em países concorrentes, especialmente os africanos, e com um câmbio que não esteve favorável no primeiro semestre – quando as empresas fecham seus negócios –, a competitividade do tabaco brasileiro ficou prejudicada. Somado a isso, questões burocráticas e logísticas, bem como os crescentes custos com mão de obra, energia e insumos contribuíram decisivamente para a retração dos embarques.

Apesar disso, o Brasil continua sendo o maior exportador mundial do produto e o segundo maior produtor, e é preciso dizer que o ano também teve seu lado positivo: os resultados alcançados durante a 6ª Conferência das Partes (COP6) – muito em função da pressão exercida na Rússia por representantes da cadeia produtiva e políticos das regiões produtoras – bem como o lançamento da Produção Integrada do Tabaco (PI Tabaco), trouxeram novidades importantes para a cadeia produtiva.

Iniciamos 2015 com a certeza de que o tabaco continuará sendo parte importante da balança comercial brasileira, assim como na geração de renda e empregos para centenas de municípios.


Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

O futuro da propriedade de Márcio Manske, em Linha Borges de Medeiros, no interior de Vera Cruz (RS), não vai depender somente do clima para prosperar. O incremento da lavoura, agora, vem do conhecimento. A lição começou com o próprio Manske que, mesmo tendo cursado até a 4ª série do primário, decidiu se qualificar e frequentou um curso de gestão e administração de propriedades rurais, ofertado pelo Pronatec. “Abre nossos olhos para novas possibilidades”, assinala o agricultor, que também introduziu o plantio direto para reduzir custos.

A diferença no manejo do campo ao agregar conhecimento é percebida no dia a dia. Quando herdou as terras, Manske não tinha o cuidado de controlar na ponta do lápis os gastos na propriedade. Agora é diferente. “Uma das primeiras coisas que aprendi no curso e comecei a aplicar foi o controle de entradas e saídas, tudo é anotado”, revela. Para o futuro, mais mudanças são esperadas. O ingresso do filho, Paulo, hoje com 18 anos, na Escola Família Agrícola (EFA) é a expectativa de continuidade na tradição agrícola da família. “Sempre dei liberdade para o meu filho escolher seu futuro. Ele decidiu ingressar na EFA, o que foi muito bom, e no dia 13 de dezembro é sua formatura”, comenta orgulhoso Márcio Manske, que cultiva tabaco, soja, milho e outras culturas.

A PROPRIEDADE

  • 20 hectares (área total)
  • 3 hectares de tabaco Virgínia
  • 4 hectares de soja
  • 3 hectares de milho
  • ½ hectare para batata-doce e mandioca
  • ½ hectare de eucalipto
  • 4 hectares de mata nativa
  • 3 açudes de criação de peixes
  • 20 cabeças de gado (criação para abate)
  • 3 estufas convencionais
  • 1 trator e demais implementos agrícolas

Nesta edição apresentamos trecho da entrevista concedida pelo ex-ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues, para o Anuário do Tabaco 2014. Rodrigues participou do lançamento da publicação da Editora Gazeta com o envio de uma mensagem em vídeo. Segundo ele, “o setor do tabaco prova que é possível à agricultura familiar avançar em nosso País”. Aos 72 anos, Rodrigues é também engenheiro agrônomo, professor, escritor, político e doutor honoris causa pela Universidade Estadual Paulista (Unesp).

No âmbito do seguro, o plano de mutualidade da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em vigor no setor do tabaco, poderia servir de exemplo para outras cadeias produtivas no Brasil?

Conheço muito bem o seguro mútuo da Afubra, acompanhei de perto esse processo. E tenho dito para o pessoal do seguro que é, realmente, um modelo a ser seguido por outras cadeias produtivas. Em algumas que são muito específicas, que têm atividade muito específica, na área de fibras, de borracha, por exemplo, caberia um seguro fechado, similar ao que a Afubra desenvolveu, com muita competência. É um modelo muito interessante, com característica regional marcante. Talvez não tenha a característica de outros produtos, mas em alguns casos pode ser pensado como ponto de partida para um modelo de seguro rural mais consistente.

Pelo que o senhor conheceu como ministro, e como liderança setorial, quais são os méritos e os desafios da cadeia do tabaco, que segue aí, competitiva e exportadora, apesar das campanhas antitabagistas?

Há vários pontos positivos relevantes. O primeiro: garante renda para o pequeno produtor. E isso é um sonho: que o pequeno produtor tenha rentabilidade, condições de sobreviver e progredir, que seus filhos estudem, que tenha avanços sociais. Um segundo ponto: ele tem uma condição associativa essencial. As propriedades são muito ordenadas entre si, existe a articulação dos produtores entre si, o que dá força, inclusive na questão do seguro.

E um terceiro ponto: a agregação de valor à cadeia produtiva. A relação com a indústria é razoavelmente positiva e há margem de negociação para a renda de todo mundo.

Como fazer a sociedade enxergar além do aspecto da saúde e reparar nos inúmeros benefícios socioeconômicos da cadeia produtiva do tabaco?

No caso específico do tabaco, a sociedade urbana em geral é contra, porque enxerga e ouve só o aspecto da saúde, não tem noção de que está envolvida a sobrevivência de milhares de famílias nos rincões mais profundos do País. Lembro-me dessa discussão no meu tempo de ministro: o Brasil queria assinar a Convenção-Quadro de Controle do Tabaco em âmbito planetário, e firmei pé, insisti que o Brasil só assinaria se sinalizasse com clareza alternativas ao produtor rural de tabaco que quisesse, eventualmente, sair do processo. Se não, não assinaríamos.

E o Brasil acabou seguindo esse processo. Na verdade, a pressão de organizações não governamentais (ONGs), no mundo todo hoje, sobretudo
na área ambiental, é poderosa, e conta em grande parte com o apoio da mídia. Boa parte da mídia retroage e realimenta esses movimentos todos, com o conceito bastante urbano do processo de desenvolvimento.

O desafio da
sucessão rural

No País, mais de oito milhões de jovens entre 15 e 29 anos vivem no meio rural e apenas 336.026 deles no Rio Grande do Sul, chamado o celeiro agrícola do Brasil. Os dados soam mais alarmantes quando se leva em conta que 118 mil propriedades gaúchas estão sem descendência nas próximas décadas, conforme o Censo Demográfico 2010 do IBGE.

Pensando na sucessão rural, Escolas Famílias Agrícolas de Santa Cruz do Sul e Vale do Sol estão conduzindo, com maestria, uma mudança de paradigmas, baseada na qualificação de mão de obra, empreendedorismo e na renovação de lideranças.

Com maior escolaridade e profissionalização, os filhos de produtores trabalham sob uma perspectiva diferente, pois nos dias de hoje é preciso entender não apenas de produção, mas de inovação e gestão para qualificar os processos. A propriedade é um negócio e exige visão empresarial.

O SindiTabaco tem apoiado esta ideia com a concessão de bolsas escolares. O convênio faz parte do Programa Crescer Legal, iniciativa que visa combater o trabalho de menores de 18 anos na cultura do tabaco. “A sucessão é o desafio. Em parceria com as EFAs, estamos atuando para fortalecer o novo perfil do agricultor, pois os jovens que decidem permanecer nas propriedades são empreendedores, que veem no campo uma oportunidade”, afirma o presidente da entidade, Iro Schünke. Para ele, a educação é o caminho para a continuidade da agricultura familiar e para a formação de líderes.

Estudo voltado à realidade rural

GUSTAVO ELIAS HEIN, agricultor de Linha Herval, Venâncio Aires (RS). Técnico Agrícola formado pela Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (EFASC), acadêmico no curso Desenvolvimento Rural (PLAGEDER/ UFRGS).

A minha história começa a ser contada quando ingressei na Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (EFASC). Foi a partir daí que eu deixei de ser um jovem comum, com vontades comuns, de atos comuns, para me descobrir dentro do espaço rural no qual estava inserido e o quanto este era e é importante para mim, minha família e comunidade.
Foi no convívio da EFASC que me tornei liderança, que conheci o que era a terra, do que provinha meu sustento, foi nela que comecei a ter outra visão do mundo e passei a trabalhar para que ele se tornasse melhor como acreditava ser.

Atualmente estou na propriedade, assumindo grande parte dela em conjunto com a família. Colocando em prática o que aprendi nos três anos de Pedagogia da Alternância durante a formação. Sempre que possível estamos colaborando com a comunidade e ocupando os espaços que são nossos de direito, lutando por melhores condições de vida e infraestrutura
no meio rural, bem como alternativas para que o jovem permaneça no campo.

Buscando sempre aprimorar os conhecimentos ainda estou cursando Desenvolvimento Rural pela UFRGS, uma formação que contribuirá ainda mais para entender as atuais problemáticas e tentar contribuir para melhorá-las. Além disso, sou professor no Programa Mais Educação na escola da minha comunidade, onde cuido da área de Agroecologia, ensinando as crianças a darem valor aos alimentos saudáveis produzidos na horta da escola e as incentivando a cuidar do meio ambiente. Plantamos aquilo que queremos colher! Hoje sou grato por ter participado da Escola Família Agrícola, ela me trouxe muitos benefícios, me mostrou um projeto de vida, um investimento que eu poderia fazer. Assim o estou praticando e tenho tido muito sucesso. É uma pena que nem todos os jovens têm a mesma oportunidade, com certeza o meio rural só teria a agradecer.

SALDO POSITIVO

A 6ª Conferência das Partes (COP6), da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) realizada em outubro de 2014, na Rússia, aprovou o documento sobre os artigos 17 (diversificação) e 18 (proteção ao meio ambiente e à saúde das pessoas) com ajustes que diminuíram o impacto na produção de tabaco no País. O texto é mais brando nas recomendações de desestímulo ao financiamento público para tabaco, grande preocupação de entidades do setor, e propõe a participação da representação dos produtores na implementação de alternativas de diversificação, o que antes não acontecia.

MATA ATLÂNTICA

Intitulada Manejo Sustentável das Propriedades Rurais e o Respeito ao Meio Ambiente, a cartilha produzida pelo SindiTabaco, Afubra e Ibama já está sendo distribuída para produtores de tabaco da Região Sul do País. A publicação aborda conceitos de biodiversidade, sustentabilidade e manejo sustentável. Também são apresentados tópicos da Legislação Ambiental Federal, com base do Código Florestal que entrou em vigor em meio de 2012, conceitos relacionados ao uso e à conservação dos recursos do solo e das águas, e de silvicultura e recuperação ambiental.

DIVERSIFICAÇÃO

Após a colheita do tabaco, chega o momento de aproveitar o solo para outras culturas e divulgar as vantagens do plantio da safrinha. Em atividade desde 1985, o programa Plante Milho e Feijão Após a Colheita do Tabaco incentiva o plantio de culturas alternativas com o aproveitamento da adubação residual da lavoura de tabaco, o que reduz os custos de produção. Atualmente, de acordo com dados da Afubra, apenas 16% da área média total da propriedade é utilizada para o cultivo do tabaco. O restante é reservado para cobertura florestal e outras atividades agrícolas e pecuárias.

RECICLAGEM

Há 14 anos, a cadeia produtiva do tabaco tem se preocupado de forma efetiva com o descarte das embalagens de agrotóxicos que são utilizadas na lavoura do produtor. O Programa de Recebimento de Embalagens Vazias de Agrotóxicos percorre 563 municípios e 2,3 mil pontos de coleta, beneficiando mais de 130 mil produtores gaúchos e catarinenses. Entre 5 e 27 de janeiro, o programa percorre o Centro Norte de Santa Catarina. A partir do dia 2 de fevereiro, os produtores de 115 municípios do oeste catarinense poderão fazer o descarte das embalagens tríplices lavadas.

Intercâmbio
ambiental

A Microbacia de Arvorezinha, na região do Vale do Taquari (RS), se tornou objeto de um estudo global. Realizada por geógrafos e agrônomos da Alemanha, Bélgica, Brasil e Espanha, a pesquisa “Avaliação do impacto humano nas mudanças do solo e suas consequências no funcionamento do solo” tem o objetivo de avaliar a influência das atividades agrícolas sobre a erosão e os recursos hídricos. O levantamento é feito em diferentes condições geológicas e climáticas no mundo, possibilitando o intercâmbio de informações entre os pesquisadores dos países participantes.

Em Arvorezinha, os estudos sobre os fluxos de água, sedimentos geoquímicos e atividade biológica do solo são realizados no Arroio Lageado Ferreira. O local vem sendo monitorado pelas universidades federais de Santa Maria (UFSM) e de Porto Alegre (UFRGS), via Programa Microbacias, desenvolvido pelo SindiTabaco desde 2005, com o apoio da Afubra e da Prefeitura de Arvorezinha.

Segundo o coordenador da pesquisa pelo lado brasileiro e professor da UFSM, Jean Minella, está comprovado que boas práticas de manejo e conservação apresentam eficiência na redução dos problemas agrícolas e ambientais, como erosão, empobrecimento do solo, contaminação da água. “Com o monitoramento consegue-se estimular a aplicação de práticas conservacionistas, como cultivo mínimo e plantio direto, proteger as nascentes dos rios e preservar as matas ciliares, além de melhorar a qualidade biológica”, explica.

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade Santa Terezinha, a 301 quilômetros de Florianópolis (SC).

Já ostentando o título “Terra de Trabalho e Encantos”, Santa Terezinha dá passos para ser conhecida pela produção orgânica de tabaco, que vem ganhando espaço em algumas propriedades. Apostando na tendência de uma substituição crescente da lavoura convencional, a prefeitura passou a oferecer incentivo aos agricultores que optam pelo novo plantio.

“Oferecemos subsídios no transporte de calcário e no esterco de frango, usado como adubo orgânico. Essa iniciativa é para que o agricultor tenha maior produtividade e rentabilidade, além do benefício à saúde, pois não há insumos químicos”, comentou o secretário de Agricultura de Santa Terezinha, Davi Kubichen.

  • Localizado no Alto Vale do Itajaí
  • Colonizado, em 1910, por imigrantes
    poloneses e ucranianos
  • Prefeito: Valdecir Ferens

SANTA TEREZINHA EM NÚMEROS

Fonte: IBGE (2013) e Prefeitura de Santa Terezinha

  • População (estimada 2014):8.873 habitantes
  • Área territorial: 720 km²
  • PIB: R$ 118 milhões
  • Produtores de tabaco: 1.981 produtores
  • Produção de Tabaco: 10.906 toneladas

Segundo ele, o tabaco é o cerne da atividade econômica do município, representando 80,8%. Em 2013, foram movimentados mais de R$ 60 milhões, recursos oriundos da comercialização de 10.906 toneladas. Mesmo sendo o tabaco o carro-chefe da economia, a diversificação de culturas também ganha chão em Santa Terezinha, com uma participação de 19,2%.

MATA ATLÂNTICA

A Mata Atlântica compreende uma área de 1.315.460 km2 e perpassa 17 Estados brasileiros. A Região Sul, maior produtora de tabaco do país, possui um grande trecho do bioma que é um importante recurso natural e essencial para a sobrevivência direta de 120 milhões de pessoas. Seus remanescentes florestais regulam o fluxo dos mananciais hídricos, asseguram a fertilidade do solo, controlam o clima e protegem escarpas e encostas das serras.

MICROBACIA

Uma microbacia hidrográfica se caracteriza como uma área geográfica delimitada por divisores de água, drenada por um rio ou córrego, para onde escorre as águas das chuvas. A metodologia de trabalho em microbacias hidrográficas, em aprimoramento no Brasil nos últimos 20 anos, busca a autogestão comunitária dos recursos naturais por meio da adoção de práticas de manejo integrado e sustentável. Estas ações favorecem o envolvimento e a participação das comunidades que habitam e exploram as propriedades rurais situadas
na sua área de abrangência.

PEDAGOGIA DA ALTERNÂNCIA

Criada em 1935, por camponeses da França, a pedagogia da alternância mescla períodos em regime de internato na escola com outros em casa. Os alunos têm as disciplinas regulares do currículo do Ensino Fundamental e do Médio, além de outras voltadas à agropecuária. Quando retornam para casa, devem desenvolver projetos e aplicar as técnicas que aprenderam em hortas, pomares e criações.

A metodologia chegou ao Brasil com uma missão jesuíta, no Espírito Santo, em 1969. Na última década, passaram a ser reconhecidas pelo Ministério da Educação e se tornaram referência para o empreendedorismo de jovens no meio rural.

PRODUÇÃO ORGÂNICA

Na agricultura orgânica não é permitido o uso de substâncias que coloquem em risco a saúde humana e o meio ambiente. Não são utilizados fertilizantes sintéticos solúveis, agrotóxicos e transgênicos.

Tem como base do processo produtivo os princípios agroecológicos que contemplam o uso responsável do solo, da água, do ar e dos demais recursos naturais, respeitando as relações sociais e culturais.

  • 03 DE MARÇO
    Dia Nacional de Combate ao Contrabando
  • 22 DE MARÇO
    Dia Mundial da Água
  • 24 A 26 DE MARÇO
    Expoagro Afubra 2015
  • O SindiTabaco congrega 16 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e
    a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul.

    Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

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    Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

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