Sinditabaco News – Abril/Maio/Junho de 2017

O Brasil, líder mundial em exportações de tabaco, embarcou 483 mil toneladas em 2016, rendendo divisas de US$ 2,12 bilhões. Esse total representa 1,15% do total dos embarques brasileiros e 5,3% das exportações da Região Sul. Os dados do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços apontaram leve queda em comparação com o ano anterior, quando foram exportadas 517 mil toneladas e US$ 2,19 bilhões.

A União Europeia continua sendo o principal mercado comprador, recebendo 41% do volume embarcado. Na sequência estão o Extremo Oriente (28%), América do Norte (12%), Leste Europeu (7%), e África/Oriente Médio e América Latina (ambos com 6%). Já entre os principais países importadores, Bélgica, China e Estados Unidos lideram o ranking e em 2016 tiveram incremento de 15%, 6% e 10%, respectivamente, no montante adquirido.

Ao todo, 90 países compraram o tabaco brasileiro, que tem 99% do seu volume embarcado dos portos sul-brasileiros. O Rio Grande do Sul é o maior produtor e exportador do produto e em 2016 embarcou 383 mil toneladas, o que representou 10% do total dos embarques do ano, sendo o 2º produto mais exportado, atrás somente da soja. Em Santa Catarina, o produto representou 5,7% dos embarques, sendo o 4º da pauta comercial.

PRODUÇÃO – Com mais de 98% da produção concentrada na Região Sul do Brasil, a cultura está presente em 574 dos 1.191 municípios, envolvendo 144.320 famílias e, aproximadamente, 576 mil pessoas no meio rural. Na safra 2015/2016, os 293 mil hectares plantados renderam 539 mil toneladas e R$ 5,2 bilhões aos produtores. Para o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o tabaco continua sendo referência de qualidade de vida e de renda para a agricultura familiar e a integridade do produto é reconhecida pelos importadores.

 

 

No dia 24 de junho o SindiTabaco completa 70 anos de atividades. Ser parte desta história é gratificante e, ao mesmo tempo, repleto de responsabilidade. Mais do que representar as indústrias de tabaco, temos nas mãos componentes que mudam vidas e que fazem conexões. E não apenas entre industriários, mas com uma enorme cadeia produtiva. O SindiTabaco tem como essência preservar essa parceria que ano a ano se fortalece com objetivos reais e alcançáveis, mas também com sonhos.

Atuo há 40 anos na indústria e, destes 70 anos de SindiTabaco, participei e continuo participando há mais de duas décadas. Vejo pais reciclando ideias em nossos ciclos de conscientização. Por meio do Instituto Crescer Legal, vejo jovens restaurando a confiança no campo. Nas lavouras de toda a Região Sul do País, vejo sementes gerando receita real para o bolso dos produtores com a diversificação.

São exemplos de como nosso trabalho transcende e certamente viverá por muitas gerações. É por isso que seguimos frmes: queremos avançar, olhar para frente. Proporcionar alternativas. Inspirar. Ser mais que um conceito: ser visão que transforma o presente e o futuro.

 

 


Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Adriano da Cunha Imbuia - SC

Em 1947, quando lideranças do Sul do Brasil se organizavam na criação do Sindicato das Indústrias de Fumo, atualmente conhecida como SindiTabaco, nascia Fernando Rusch em uma localidade onde a maioria dos agricultores já cultivava tabaco. Fernando herdou a propriedade já estruturada e manteve o cultivo de tabaco porque, segundo ele, era a única que dava renda boa. Hoje, aos 70 anos, ele observa os sucessores Anzaro (flho) e Carléo (neto) nas lavouras da família, em Vale do Sol (RS).

Em 2012, Anzaro passou a conduzir os negócios. “Conseguimos um bom nível de vida para sustentar a família e todos os gastos da propriedade”, conta. “Praticamente todo ano tem reajuste positivo e é o mais garantido, pois com o sistema integrado você sempre vende toda a produção”, diz. Recentemente, Carléo passou a também cultivar tabaco. Depois da formação como técnico agrícola, ele teve experiências como empregado, mas optou por retornar ao interior. “Gosto mesmo é da vida no campo, de lidar com a terra, com máquinas e equipamentos e, como sou flho único, jamais iria querer ver a nossa propriedade abandonada”, explica. “Além disso, é uma cultura rentável para a pequena propriedade, segura, honesta e capaz de proporcionar uma boa qualidade de vida”, salienta.

A PROPRIEDADE

  • 19 hectares
  • 90 mil pés de tabaco Virgínia (5,5 hectares)
  • 5 hectares de mata nativa
  • 25 mil pés de eucaliptoslorestamento
  • 4 estufas
  • Plantio direto em 100% das lavouras, sendo 70% com adubação verde.
  • Trator e implementos agrícolas.
  • Também cultivam feijão, milho, cana-de-açúcar, mandioca e batata-doce.

 

Huub Vizée, presidente do CORESTA, fala sobre o evento que reunirá os maiores pesquisadores do mundo
na “ciência do tabaco” em maio e outubro de 2017, no município de Santa Cruz do Sul (RS).

O que é o CORESTA e quais são seus objetivos?

CORESTA se refere ao “Centro de Cooperação para Estudos Científcos em Tabaco”, na sua versão francesa. É uma associação sem fns lucrativos, fundada em 1956, cujo propósito estatutário é promover cooperação em pesquisa científca relativa ao tabaco e seus produtos derivados. A principal atividade consiste em produzir e tornar público boas práticas, relatórios científcos seguros e métodos analíticos robustos, e ainda estabelecer uma rede de contatos para os cientistas.

Quem são os membros do CORESTA?

Embora criada e com sede na França, o CORESTA foi fundado por organizações de 24 países da África, América, Ásia, Europa e Oriente
Médio, e no momento tem membros com escritórios em mais de 41 países e está representada em mais de 50 países através das subsidiárias e fliadas registradas. Os membros são organizações, não indivíduos, e abrangem pequenos serviços de consultoria até grandes companhias internacionais. São fabricantes, universidades, institutos de pesquisa, fornecedores de componentes ou equipamentos, laboratórios independentes ou do governo, associações, etc.

Quais foram os principais avanços derivados das reuniões promovidas pelo CORESTA?

Há dois tipos de reuniões. Em uma, 24 grupos de trabalho organizam suas reuniões para discutirem o desenvolvimento e o progresso dos pro-

jetos a curto, médio e longo prazo, que incluem o cultivo, a cultura, doenças, o uso de agentes de proteção da safra, cura, medição rotineira dos componentes físicos e químicos, análise da fumaça e a toxicidade do tabaco, pesticidas, cigarros, charutos, produtos sem
fumaça e vapor. Cada ano, estes grupos produzem acima de 20 documentos de referência que estão disponíveis ao público no site www.coresta.org.
Até o memento, 37 métodos recomendados pelo CORESTA (MRC) têm se tornado padrões internacionais através da ISO. Outros cinco estão sendo desenvolvidos. Em um segundo tipo de reunião, o CORESTA organiza conferências internacionais anualmente onde cientistas de todo mundo, membros ou não membros, se reúnem para apresentarem seus trabalhos. Em anos ímpares, o lado da safra, citado como “Agro-Phyto”, e o lado do consumidor do produto, citado como “Smoke-Techno”, fazem suas conferências em locais diferentes. Em anos pares, eles se encontram no mesmo lugar, para um Congresso, durante o qual a Assembleia Geral da associação também é realizada. Os principais avanços que derivam de todas as reuniões promovidas pelo CORESTA incluem a produção e a promoção de dados científcos seguros e ideias sobre um abrangente e vasto campo, o desenvolvimento de novos métodos e procedimentos para a indústria, e comunicação efciente e em rede para fcar a par de questões chave e desafos a fm de preparar o futuro. É assim que a ciência do tabaco avança.

 

Com boas perspectivas de vida, jovens projetam ficar no meio rural

A superior condição socioeconômica das famílias produtoras de tabaco é um dos fatores que estão fazendo com que mais de 70% dos jovens construam seus projetos de vida na continuidade das atividades rurais. Essa nova situação foi revelada em pesquisa da Universidade Federal do Rio Grande do Sul realizada no segundo semestre de 2016. O estudo também apontou os diversos motivos que estão influenciando nas decisões da nova geração.

A renda auferida, 73% superior à do trabalhador brasileiro (de R$ 1.926,73 enquanto que a média nacional é de R$ 1.113,00), é apenas um dos diferenciais. Outros são o conforto doméstico e a crescente mecanização que facilita as atividades agrícolas. Além disso, o alto índice de veículos (88,6% das propriedades têm automóvel e 61,7% têm motocicletas) facilitam os deslocamentos para estudos e lazer.

A conectividade ao mundo digital também já é uma realidade nas propriedades rurais: 48% contam com acesso à internet e 94% têm telefone celular. Outros dados são de que 80% das casas dos produtores de tabaco tem três ou mais dormitórios, 96% têm lavadoras de roupas e 99% tem TV em cores, sendo que 85,5% tem parabólica e 18% tem sinal fechado. E a modernização das lidas rurais se revela no fato de que 72% dos produtores têm trator e 13%, microtrator

A pesquisa completa pode ser conferida em sinditabaco.com.br/perfl-socioeconomico/

A situação da produção de tabaco

José Luiz Tejon Megido, conselheiro fscal do Conselho Científco Agro Sustentável (CCAS).




Há sempre uma grande polêmica quando tratamos do agronegócio do tabaco. Do fumo, e inevitavelmente surge uma mistura considerável dos aspectos dos males do tabagismo, com a produção no campo do tabaco. Mas o curioso seria salientar que na questão que envolve a coordenação da cadeia produtiva, temos nesse setor tudo de mais avançado e evoluído sob o ponto de vista de coordenação e de gestão. E, mesmo da qualidade de vida em suas cidades, como Santa Cruz do Sul, por exemplo.

Então, independente do tema “males do cigarro”, esse setor do tabaco tem muito a ensinar em termos de gestão, para todos os demais; o leite, o frango, o suíno, as frutas, o arroz e o feijão, a mandioca, o trigo, o cacau. Enfim, todos precisam olhar e aprender com a administração da cadeia produtiva ou o agronegócio do fumo. Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, afirmou em entrevista para uma revista que “quem fuma não deixará de fumar só porque o tabaco não é produzido no Brasil”. O SindiTabaco representa 15 empresas gaúchas, no ano passado exportaram o equivalente a 2,2 bilhões de dólares e aí vem um tema delicado e muito realista.

Hoje temos no Brasil 154 mil produtores de fumo, com 615 mil pessoas envolvidas. E isso gera cinco bilhões de reais de receitas para os produtores. Essa cadeia produtiva contribui com um total com mais de 12 bilhões de reais de impostos. Substituir a renda desses produtores por outros produtos será praticamente impossível, pois um hectare de tabaco equivale à renda de oito hectares de milho.

E, metade da renda desses produtores vem do fumo, porém a outra metade vem da diversificação com outras culturas. 15 hectares é a área média desses produtores hoje no país, com o fumo em apenas 17% dessa área, o restante é com diversificação.

Eu não fumo e não incentivo o fumo, mas fca aqui uma questão muito realista para tratarmos. Como vamos substituir essa atividade no Brasil, caso saia vencedora a ideia de exterminar o tabaco do agronegócio brasileiro? O contrabando que hoje já representa seis bilhões de reais anuais vai crescer? A sociedade vai parar de fumar? Os países importadores irão parar de importar ou comprarão dos nossos concorrentes? O mal seria o produtor do tabaco ou a consciência do fumante?

Eis uma bela questão, mas aprender com a competência desse setor na gestão da sua cadeia produtiva, isso sim, todos os demais setores deveriam aprender. O mais atacado e perseguido é ele, onde reside a maior competência de administração de toda a sua cadeia produtiva. Não fique furioso, fique curioso!

 

 

 

SETENTENÁRIO

No dia 24 de junho, o sindicato que congrega as indústrias de tabaco completa 70 anos. A entidade foi criada em 1947 com o objetivo de trabalhar pela sustentabilidade do setor. Em 2008, pensando em adequar a imagem ao produto destinado ao mercado internacional, o Sindifumo, como era denominado, passou a se chamar SindiTabaco. Nesses 70 anos, a produção e o beneficiamento de tabaco no Brasil passou por avanços. Algumas das principais melhorias resultam de investimentos em pesquisas e desenvolvimento, como a redução no uso de agrotóxicos.

SAFRINHA E PASTAGENS

Estão programados para abril e maio os dias de campo do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco. Serão três eventos em propriedades rurais do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com o objetivo de incentivar a diversificação e maximizar os recursos das propriedades. Em 2016, o programa, que inicialmente era de fomento ao cultivo de grãos, foi ampliado e passou a estimular as pastagens nos três Estados. Entre os benefícios do plantio após o tabaco estão o aproveitamento residual de fertilizantes, a proteção contra erosão e o controle de pragas e ervas daninhas.

EMPREENDEDORES RURAIS

As duas primeiras turmas do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural, desenvolvidas por meio do Programa de Aprendizagem Rural do Instituto Crescer Legal, terminam as atividades no mês de junho. Depois de 13 meses de muito aprendizado e envolvimento, os quase 40 jovens aprendizes rurais de Candelária e Vera Cruz vão celebrar suas formaturas. O curso ainda está em andamento nos municípios de Vale do Sol, Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul.

VESTIMENTA DE COLHEITA

O artigo Avaliação da vestimenta padrão utilizada durante a colheita das folhas de tabaco e implicações na prevenção da Green Tobacco Sickness foi publicado na edição de dezembro de 2016 da Revista Brasileira de Medicina do Trabalho, conferindo um grau de confiança ainda maior à vestimenta recomendada pelo SindiTabaco. Desenvolvida em 2009, a partir da iniciativa das empresas associadas à entidade, a vestimenta foi testada entre 2010 e 2011. Os resultados comprovaram que a vestimenta assegura redução de 98% da exposição dérmica, sendo considerada altamente eficiente na prevenção à Doença da Folha Verde do Tabaco.

 

 

Nas propriedades, florestas cobrem quase um terço da área

A utilização racional dos recursos naturais é levada a sério no setor do tabaco. As propriedades rurais, com média de 18 hectares, têm cerca de 30% das áreas cobertas por florestas, sendo 17% de mata nativa e 12% de mata reflorestada. Além disso, pesquisa realizada em 2016 pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, mostrou que 59% dos produtores usam lenha de reflorestamento cultivado na própria propriedade e 33,1% compraram lenha de origem legal de terceiros na última safra.

Esse alto índice de cobertura vegetal é reflexo do incentivo ao reflorestamento iniciado pelo setor na década de 70, com o objetivo de tornar os produtores autossustentáveis em energia para a cura do tabaco. E em 2011, as ações receberam incremento com a assinatura de um acordo inédito para a preservação da Mata Atlântica entre o SindiTabaco, a Afubra (Associação dos Fumicultores do Brasil), o Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) e o Ministério do Meio Ambiente. Renovado em 2013, atualmente o acordo permite monitorar 273.865,14 hectares de área, em dois blocos, abrangendo 22 municípios gaúchos. A tecnologia da constelação de satélites RapidEye permite detectar a supressão de árvores, inclusive no meio da floresta.

Liderado por pesquisadores da Universidade Federal de Santa Maria, o monitoramento de fragmentos de Mata Atlântica se estenderá até 2018 e servirá como base para o planejamento ambiental e econômico da região. Os relatórios periódicos já realizados apresentaram resultados tímidos mas satisfatórios, com equilíbrio entre a supressão de florestas e a expansão das mesmas.

 

 

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre o município de Pelotas, distante 250 quilômetros de Porto Alegre (RS).

Pelotas

Com população de mais de 340 mil habitantes, o município gaúcho de Pelotas tem como principais atividades econômicas os setores de serviços, indústria e agropecuária. Mesmo na terceira colocação, a agropecuária tem grande importância, com mais de 22 mil habitantes vivendo em 3.596 propriedades rurais, que ocupam uma área de 105.693 hectares.

No setor agrícola, o cultivo de tabaco se destaca e Pelotas é o 20º município no ranking dos maiores produtores. Na safra 2015/2016, 1.649 produtores rurais colheram 6.272 toneladas. Conforme o secretário de Desenvolvimento Rural de Pelotas, Jair Seidel, a produção de tabaco – cultivado em 45,85% das propriedades rurais – é bastante significativa para o município. “São 4 mil hectares e expectativa de produção de 9,6 mil toneladas na atual safra”, diz. Quarto produto agrícola em importância no município, o tabaco fca atrás do arroz irrigado, soja e milho.

  • Localizado no Sul gaúcho, Pelotas é o terceiro mais populoso do Rio Grande do Sul.
  • Prefeita: Paula Mascarenhas.

PELOTAS EM NÚMEROS

Fonte: Prefeitura e FEE

  • População (estimada 2016): 343.651 habitantes
  • Área territorial: 1.610,1 km²
  • PIB (2013): R$ 6.657.759.000,00 mil reais
  • PIB per capita (2014): R$ 19.464,12
  • Produção de Tabaco (2015/2016): 6.272 toneladas
  • Produtores de Tabaco: 1.649

 

 

DIVERSIFICAÇÃO

Como o tabaco é uma cultura sazonal, permitindo um cultivo sucessivo, as empresas incentivam o plantio de outras culturas, como o milho e o feijão após o tabaco. Esta prática possibilita a redução das populações de pragas e doenças, o reaproveitamento dos resíduos de fertilizantes, constituindose em fonte complementar de alimentação e renda das propriedades.

  • 15 DE ABRIL
    Dia Nacional da Conservação do Solo

  • 19 DE ABRIL
    54ª Reunião da Câmara Setorial da Cadeia
    Produtiva do Tabaco em Brasília (DF)

  • 23 DE ABRIL
    2º ano da fundação do Instituto
    Crescer Legal

  • 26 DE ABRIL
    Dia de campo do Programa Milho, Feijão
    e Pastagens em Rio Pardo (RS)

  • 28 DE ABRIL
    Dia Mundial da Segurança e Saúde
    no Trabalho

  • 03 DE MAIO
    Dia de campo do Programa Milho, Feijão
    e Pastagens em Imbituva (PR)

  • 04 DE MAIO
    Dia de campo do Programa Milho, Feijão
    e Pastagens em Agronômica (SC)

  • 08 E 09 DE MAIO
    Coresta |nfestation Control Conference
    em Santa Cruz do Sul (RS)

  • 25 DE MAIO
    Dia da Indústria

  • 27 DE MAIO
    Dia Nacional da Mata Atlântica

  • 05 DE JUNHO
    Dia do Meio Ambiente

  • 12 DE JUNHO
    Dia Mundial Contra o Trabalho infantil

  • 24 DE JUNHO
    70º aniversário do SindiTabaco

O SindiTabaco congrega 15 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul. Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

Conheça as Associadas

Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco),
dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

Realização: SindiTabaco (www.sinditabaco.com.br)
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Coordenação editorial: ANDREOLI MSL BRASIL