Sinditabaco News – Abril/Maio/Junho de 2016


O tabaco brasileiro continua sendo o mais procurado pelos clientes internacionais, condição que mantém o Brasil como o maior exportador mundial e confirma a importância do produto no desempenho das exportações e da economia do País. Em 2015, foram embarcadas 517 mil toneladas, com valor total de US$ 2,19 bilhões. Na comparação com o ano anterior, foram vendidas 41 mil toneladas a mais, porém o valor do produto ficou menor no mercado internacional, com retração de 12% (US$ 2,5 bilhões em 2014 para US$ 2,19 em 2015). A diminuição nos preços se deve à readequação ao mercado e ocorreu para que o Brasil continue competitivo diante do produto de outros países onde o custo de produção é inferior. Em 2015, o tabaco brasileiro foi embarcado para 97 países, principalmente para a União Europeia, que absorveu 43% do volume, e o Extremo Oriente, com 25%.
Os países que mais importaram o produto foram: Bélgica, China, Estados Unidos, Rússia, Holanda e Alemanha.

Conforme pesquisa efetuada em meados de março pela PwC (PricewaterhouseCoopers), a previsão é de que em 2016 haja redução de 6% a 10% em volume exportado (toneladas) e redução de 10% a 15% em valores (dólares) em relação aos números de 2015. A safra 2015/2016 será menor do que a anterior por causa das condições climáticas ocasionadas pelo fenômeno El Niño.

Em ano de Conferência das Partes (COP7) da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), é inevitável que as expectativas do setor se voltem para as indagações sobre o que será discutido e qual a posição dos representantes brasileiros em relação aos temas que serão tratados. As deliberações do evento, marcado para novembro, na Índia, podem atingir toda a cadeia produtiva que integra mais de 2 milhões de pessoas. Esperamos que o governo brasileiro tome medidas equilibradas, reconhecendo a grande importância social e econômica do setor na geração de empregos e renda.

Estamos fazendo nosso dever de casa na cadeia produtiva, com apresentação ao mercado de um produto de excelente qualidade e integridade e que mantém o Brasil como maior exportador há mais de 20 anos. Além disso, comemoramos o fato de o Brasil ser o primeiro e único país no mundo habilitado a certificar tabaco, conquista que coloca o produto brasileiro à frente dos concorrentes em termos de sustentabilidade e rastreabilidade.

Outro aspecto sobre o qual continuamos empreendendo esforços é o contrabando, problema que atinge diretamente a indústria legal, geradora de empregos, renda e impostos. O SindiTabaco se junta às demais entidades de enfrentamento à pirataria para apontar soluções, que devem passar pelo controle de fronteiras e penalidades aos infratores. Mas também é preciso conscientização de que medidas regulatórias excessivas e altos impostos contribuem para o crescimento da ilegalidade. Boa leitura!


Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Descendente ucraniano-polonês, Hilário Didio quis construir sua própria história e seguir um caminho diferente da família, produtora de feijão. Depois de trabalhar por 12 anos para empresas do segmento de frutas (plantações de macieiras e kiwizeiros), aos 31 anos decidiu investir no tabaco, atividade à qual se dedica há 18 anos. Mas o tempo cronológico de cultivo não o faz menos inexperiente. Bem pelo contrário. Didio encarou a lavoura como um empreendimento e, como em todo negócio, foi preciso se atualizar para fazer a diferença.

Além de cursos e treinamentos, o agricultor do município de Antonio Olinto (PR), é um dos 158 produtores da Região Sul que aderiu ao programa piloto de Produção Integrada do Tabaco – PI Tabaco. “O simples ato de colocar a muda na terra e utilizar defensivos sem critérios são coisas de um passado muito distante. A produção deve ser pensada de ponta a ponta, desde a preservação da saúde e do meio ambiente ao uso correto de técnicas. Isso se chama produção sustentável”, diz.

Habilitado a participar da PI Tabaco, recentemente Didio fez capacitação, na qual foram reforçadas as instruções de práticas saudáveis e conservacionistas no manejo da lavoura. Na sequência, o produtor foi auditado por uma certificadora credenciada pelo Inmetro, auferindo conformidade com a normativa estabelecida. Mais um diferencial conquistado.

A PROPRIEDADE

  • 23 hectares de área total
  • 5hectares de tabaco Virgínia – 70 mil pés (plantio direto- aveia e milheto revezam a área do tabaco)
  • 6 hectares de milho
  • 2hectares de eucalipto (4 mil pés)
  • 10hectares de mata nativa
  • 1estufa elétrica e 1convencional para cura do tabaco
  • Trator e implementos agrícolas (como papa-terra, arados, pulverizador)
  • Criação de vacas, porcos, galinhas e horta para subsistência familiar

Ernani Polo, secretário da Agricultura, Pecuária e Irrigação do Rio Grande do Sul.

O que esperar do agronegócio em 2016 e quais as projeções para a safra?

Nos últimos anos, o setor primário está produzindo resultados positivos e é um gerador de emprego e renda. Uma preocupação é o custo de produção que vem se elevando e retirando a renda do produtor. Porém, ao mesmo tempo, a agropecuária é suscetível às condições climáticas, dependente do câmbio e da oferta e demanda internacional pelos produtos. Portanto, as projeções para 2016 dependem muito destes fatores.

O agronegócio aumentou a participação nas exportações brasileiras em 2015. No Rio Grande do Sul, os embarques totalizaram US$ 11,6 bilhões, o que representa 66,6% dos embarques do Estado. Quais as expectativas de vendas externas neste ano?

Além da boa qualidade dos produtos aqui produzidos, um fator que também é determinante para exportação são os preços. Neste sentido, se o câmbio mantiver os padrões atuais, acredito que as vendas externas devem bater novos recordes em 2016.

Qual sua avaliação sobre a cadeia produtiva do tabaco?

A cadeia produtiva do tabaco é de suma importância na economia gaúcha, sendo que no ano de 2014 ocupou a 3ª posição em termos de valor de produção totalizando R$ 3,31 bilhões. A cultura do tabaco ficou atrás apenas das culturas da soja e do arroz. Além do mais, a cultura do tabaco é importante por gerar um grande número de empregos, especialmente na agricultura familiar e na indústria pela transformação de produtos primários em outros de maior valor agregado. Além da importância da produção, cada vez mais se busca a diversificação de culturas na propriedade com objetivo de gerar mais renda.

Qual sua opinião sobre a importância do Programa Milho e Feijão após a colheita do tabaco?

É um programa importantíssimo e que precisa ser potencializado, pois os benefícios dessas duas culturas são fundamentais para a economia das famílias envolvidas na produção, uma vez que o milho além de servir para alimentação direta dos animais da propriedade, também pode ser utilizado para comercialização, incrementando a renda das famílias. A cultura do feijão deve ser priorizada nas propriedades rurais pela sua importância nutricional e por representar importante alternativa de renda aos produtores, podendo inclusive ser beneficiado em pequenas propriedades, para venda direta ao consumidor final com agregação de valor.

Profissionalização com a
marca
do Crescer Legal

Com o propósito de incentivar a profissionalização,
a gestão e a sucessão no campo, uma ação inovadora
ganha a marcado Instituto Crescer Legal.
Trata-se do Programa de Aprendizagem Profissional Rural,
que começa a ser implantado no
Rio Grande do Sul. O curso, com 920 horas de atividades teóricas
e práticas em gestão rural, tem como ponto de partida o município de Candelária e na sequência será levado para Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul.

Além da formalização de convênios com os cinco municípios e 6ª Coordenadoria Regional de Educação, o Instituto já capacitou os educadores, responsáveis pela qualificação dos jovens de 15 a 17 anos. A faixa etária não é o único prérequisito para frequentar as aulas, que serão ministradas durante 11 meses no turno oposto ao escolar, em espaços cedidos por escolas municipais e estaduais. O adolescente precisa estar no ensino regular (a partir do 5º ano) e ser oriundo de família de pequeno produtor.

Os participantes do Programa serão contratados como aprendizes das empresas associadas ao Instituto Crescer Legal e a prática de capacitação será no próprio curso, em atividades de pesquisa, grupos comunitários e visitas técnicas, entre outros. Ao final, eles receberão certificação, em conformidade com a Lei de Aprendizagem (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005).

A tormenta perfeita

EDSON LUIZ VISMONA, Presidente do Fórum Nacional Contra a Pirataria e Ilegalidade (FNPC), foi secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania do Estado de São Paulo (2000/2002)


Os economistas se apropriaram de um termo meteorológico para expressar o pior dos mundos: inflação, desemprego, atividade econômica em recessão, aumento de impostos, crise política e falta de credibilidade. Com esse panorama desalentador os governos respondem da mesma forma que em crises anteriores, sem inteligência ou sabedoria. Com a queda da arrecadação, aumentam impostos, onerando ainda mais, aqueles que já pagam.

Essa equação perversa só irá aprofundar a recessão, desestimulando investimentos e gerando mais desemprego. O peso do ineficiente Estado brasileiro fica cada vez mais insuportável para a sociedade que arca com os custos de políticas insensatas e perdulárias. Ou seja, o Estado é incompetente e nós é que devemos arcar com o ônus. Os setores produtivos enfrentam esse quadro desolador e ainda têm que suportar a concorrência ilegal, pois os criminosos – que contrabandeiam, falsificam e pirateiam – ignoram qualquer aumento de impostos e comemoram a extorsiva política fiscal, afinal, seu lucro fácil é diretamente favorecido pelo aumento dos custos que só a economia formal tem que arcar.

Essa evidência não sensibiliza os governos, pois, não só aumentaram os impostos, como também cortaram os recursos dos órgãos do Estado que combatem a ilegalidade. Assim, Receita Federal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal sofreram profundos cortes. Pronto! Mais uma tormenta perfeita, de um lado os setores formais são penalizados e de outro o governo afrouxa as ações de combate à ilegalidade. É o dilúvio!

MILHO E FEIJÃO

Produtores de tabaco abrem suas propriedades em abril e maio para a realização de dias de campo do Programa Milho e Feijão após a colheita do tabaco. São três eventos, um em cada estado do Sul do Brasil, para marcar a colheita de grãos plantados nas lavouras onde foi colhido o tabaco. No dia 26 de abril, o dia de campo acontece na propriedade de Claudiomar Gregori, em Linha Tangerinas, Venâncio Aires (RS). No dia 4 de maio, o produtor catarinense Claudinei Vardenski, de Salto da Agua Verde, Canoinhas, recebe o evento. E no Paraná, o Dia de Campo será em 17 de maio, na propriedade de Edenilson Scheifer, em Ipiranga.

EXPOAGRO AFUBRA 2016

A feira agropecuária realizada anualmente pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) em Rincão Del Rey, Rio Pardo (RS), teve, em sua 16ª edição, programação com lançamentos e novidades em tecnologias, pesquisas e equipamentos voltados à atividade agrícola. Além disso, os organizadores reservaram momentos para debates sobre os principais setores do agronegócio brasileiro com a participação de líderes dos setores e representantes governamentais. Nos três dias de evento, 80 mil pessoas estiveram no parque da feira para participar das atrações..

AMPROTABACO

O prefeito de Canoinhas (SC), Luiz Alberto Rincoski Faria (Beto Faria), foi empossado presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), em fevereiro. A entidade conta com três vice-presidentes: os prefeitos de Dom Feliciano (RS), Dalvi Soares de Freitas; de Irineópolis (SC), Juliano Pozzi; e de Rio Azul (PR), Silvio Paulo Girardi. Também fazem parte da diretoria os prefeitos Rosane Petry, de Vera Cruz (RS), com secretária; Clécio Halmenshlager, de Vale do Sol (RS), vice-secretário; Mauro Schünke, de Restinga Seca (RS), tesoureiro; e Dario Schicovski, de Papanduva (SC), vice-tesoureiro.

8º CICLO DE CONSCIENTIZAÇÃO

O 8º Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente irá de 28 de junho a 21 de julho deste ano, com seminários em seis municípios: Boqueirão do Leão e Jaguari, no Rio Grande do Sul; Içara e Mafra, em Santa Catarina; e Ipiranga e Quitandinha, no Paraná. Realizada anualmente desde 2009, a série de eventos nos três estados do sul do Brasil aborda temas como manuseio de agrotóxicos, vestimenta de colheita e erradicação do trabalho infantil. Nos sete ciclos já realizados, foram feitos 45 eventos, totalizando 18 mil participantes.

Certificação: garantia
de sustentabilidade

Capacitação técnica e boas práticas são alguns dos novos direcionamentos exigidos na agricultura. Na esteira do desenvolvimento, o setor de tabaco se destaca ao implantar o Programa da Produção Integrada (PI Tabaco), instituído pelo Ministério da Agricultura, que faz do Brasil um protagonista: o primeiro país do mundo habilitado a certificar tabaco.

Desde 2008 o SindiTabaco, com apoio da Afubra e das federações ligadas à agricultura dos três Estados do Sul, vem liderando tratativas em prol da certificação oficial. Um avanço significativo foi alcançado em 2013, quando foram publicadas as Normas Técnicas Específicas no Diário Oficial da União. O programa foi imediatamente implementado pelas empresas do setor junto aos produtores integrados.

Hoje, 158 produtores optaram por adotar esta normativa e, após auditorias acreditadas pelo Inmetro, estão aptos a receberem o Selo do Sistema de PI Brasil. “O setor está se antecipando às exigências, pois os mercados buscam, cada vez mais, produtos livres de resíduos e obtidos por meios sustentáveis e rastreáveis”, relata o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke. Carlos Tillmann, da Universidade Federal de Pelotas – UFPel e presidente da Comissão Técnica da PI Tabaco, explica que a certificação traz reflexos altamente positivos para o Brasil.

Exigências

  • Uso de sementes certificadas pelo registro nacional de cultivares.
  • Adoção de práticas como plantio direto e cultivo mínimo.
  • Uso de fertilizantes e agrotóxicos registrados pelos órgãos competentes e de EPIs e Vestimenta de Colheita.
  • Uso de lenha de origem legal e sustentável.
  • Descarte correto das embalagens de agrotóxicos.
  • São proibidos o trabalho infantil, as queimadas e a exposição de menores de 18 anos, gestantes e maiores de 60 anos a agrotóxicos

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade de Ipiranga, distante 175 quilômetros de Curitiba (PR).

O município de Ipiranga, no interior do Paraná, surpreende pelo seu desempenho no universo agrícola. Soja, trigo, aveia, cevada, milho, feijão e tabaco são culturas que movimentam a economia. O tabaco é um dos principais produtos e representa R$ 74,2 milhões do valor bruto da produção agropecuária, projetada em mais de R$ 259 milhões.

No ranking brasileiro, Ipiranga ocupa a 18ª posição entre os 20 maiores produtores de tabaco. Mais do que valor adicionado em receitas, a cultura é importante pela geração de renda para a população – mais de 70% vive na zona rural. “O cultivo está concentrado na agricultura familiar. A produção demanda áreas pequenas e ocupa mão de obra familiar, evitando o êxodo rural”, afirma o prefeito Roger Selski.

A profissionalização e capacitação dos agricultores são prioridades no município. “Realizamos um forte trabalho, em parceria com entidades e sindicatos, para assegurar uma produção ambientalmente sustentável e que, acima de tudo, traga qualidade de vida para o nosso produtor”, diz Selski.

  • Situado na região dos Campos Gerais, a instalação de Ipiranga como município foi em 1º de janeiro de 1939
  • A denominação de Ipiranga foi uma homenagem ao local onde foi proclamada a Independência do Brasil.
  • Prefeito Roger Selski

IPIRANGA EM NÚMEROS

Fonte: IBGE e Prefeitura

  • População (estimada 2015):14.150 habitantes
  • Área territorial: 927,08 km²
  • PIB per capita (2012): R$ 188.464.000
  • Produção de Tabaco (2014/2015): 8.432 toneladas
  • Produtores de Tabaco: 1.576

CONFERÊNCIA DAS PARTES

Evento bienal, que representa a instância deliberativa da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), do qual participam os países que ratificaram o tratado, entre eles o Brasil. Durante as sessões da COP, as delegações dos Estados Partes discutem e aprovam diretrizes para orientar os países na adoção de medidas nacionais.

PI TABACO

O Programa da Produção Integrada de Tabaco foi instituído pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) com a publicação da instrução normativa no Diário Oficial da União de 11 de agosto de 2014. O selo é um diferencial competitivo muito importante, pois cada vez mais o mercado do agronegócio, dentro e fora do País, busca produtos garantidos em quesitos como boas práticas, sustentabilidade e qualidade.

RASTREABILIDADE

Representa a possibilidade de o consumidor conhecer a origem dos produtos, tratamentos recebidos, insumos e as ações às quais foram expostos durante a sua produção e distribuição.

PROGRAMA MILHO E FEIJÃO APÓS A COLHEITA DO TABACO

Em atividade desde 1985, o programa tem a expectativa de envolver os 154 mil produtores da região Sul do Brasil, incentivando -os no plantio de culturas alternativas com o aproveitamento da adubação residual da lavoura de tabaco, o que reduz os custos de produção.

  • 15 DE ABRIL
    Dia Nacional da Conservação do Solo
  • 23 DE ABRIL
    1º ano da fundação do Instituto Crescer Legal
  • 28 DE ABRIL
    Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho
  • 25 DE MAIO
    Dia da Indústria
  • 27 DE MAIO
    Dia Nacional da Mata Atlântica
  • 05 DE JUNHO
    Dia do Meio Ambiente
  • 12 DE JUNHO
    Dia Mundial Contra o Trabalho infantil
  • 24 DE JUNHO
    69º aniversário do SindiTabaco
  • O SindiTabaco congrega 15 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul. Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

    Conheça as Associadas

    Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco),
    dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

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