Sinditabaco News – Abril/Maio/Junho 2014

Brasil tem novo recorde em exportações de tabaco em folha

Líder no ranking mundial de exportação, setor registrou US$ 3,27 bilhões em divisas, resultado de 627 mil toneladas embarcadas para 102 países.

O tabaco em folha do Brasil faz cada vez mais escalas nos portos mundiais. Movimentação que garantiu mais um recorde em 2013, ano em que a conta das exportações fechou em US$ 3,27 bilhões. A receita é resultante do embarque de 627 mil toneladas para 102 países. Os dados, divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (SECEX/MDIC), confirmam que o País é o maior exportador mundial do produto – Índia, Estados Unidos e Zimbábue dão continuidade ao ranking.

“Este novo recorde denota um mercado equilibrado e reflete a importância econômica do setor. Temos mantido a liderança no mercado mundial desde 1993”, afirma o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke. Da produção de 706 mil toneladas na safra 2012/13, mais de 85% foi destinada para mercados estratégicos, como a União Europeia (42%), Extremo Oriente (26%) e América do Norte (13%). Leste Europeu, África e o Oriente Médio importaram 7% e a América Latina 5%.

Conhecida por produzir 97% do tabaco industrializado brasileiro, a Região Sul do País detém o market share das vendas externas. Das 627 mil toneladas embarcadas, 624 mil toneladas (US$ 3,24 bilhões) saíram do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. O tabaco respondeu por 1,35% das exportações globais do país em 2013, por 10,2% dos embarques totais de Santa Catarina e 9,3% da pauta exportadora do Rio Grande do Sul.

EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE TABACO 2013

Fonte: SECEX/MDIC, 2013

Brasil
US$ 3,27 bilhões total exportado
627 mil toneladas

Região Sul
US$ 3,24 bilhões total exportado
624 mil toneladas

Participação
do Tabaco no Total
das Exportações

10,2% Santa Catarina
9,3% Rio Grande do Sul
6,2% Região Sul
1,35% Brasil

No encerramento do primeiro trimestre já percebemos que diversificação deverá ser a palavra de ordem em 2014.Enquanto as folhas de tabaco da última safra estão sendo beneficiadas nas indústrias e preparadas para a exportação – 85% do que é produzido no País é embarcado para mais de 100 países – no campo, o cenário é de preparação para uma nova safra.

Antes disso, entretanto, o produtor ainda deve colher os resultados de outras safras, como a do milho e feijão. No último mês, o SindiTabaco assumiu mais um grande desafio: ampliar a cobertura do programa Milho e Feijão após a colheita do tabaco.

Desenvolvido pela Souza Cruz desde 1985, a partir deste ano estaremos à frente desta conscientização: a de aproveitar os resíduos da adubação do solo, incrementar e diversificar a renda do produtor. A iniciativa demonstra essencialmente que diversificar pode ser diferente de substituir e que agregar renda tem um resultado muito mais efetivo no meio rural, especialmente nas pequenas propriedades.

Diversificação também estará no centro das discussões durante a 6ª Conferência das Partes (COP 6) que acontecerá em outubro, na Rússia. Bem longe de onde está efetivamente a produção de tabaco é que serão debatidos os artigos 17 e 18 da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT) que tratam essencialmente da produção e da vida do produtor. Nossa expectativa é de que o governo brasileiro mantenha sua posição de desenvolver estudos voltados à diversificação como mais uma alternativa de renda, sem interferir no cultivo e comercialização de tabaco estabelecida no País.

Até lá, mais uma safra vai ajudar no contínuo desenvolvimento dos produtores e das localidades onde estão instalados. Além disso, continuaremos gerando divisas superiores a 3 bilhões de dólares. Esperamos que esta realidade predomine os debates na capital russa.

Este espaço é dedicado aos produtores que fazem parte do SIPT (Sistema Integrado de Produção de Tabaco) em todas as regiões do Sul do País.

Enquanto muitos produtores ainda olham a irrigação como uma inovação e se debruçam em cima de cálculos para ver se o investimento vale a pena, Clóvis Miguel Bartz,40 anos, apesar da pouca idade é um veterano nesta área.

“Há custos e o retorno vem no longo prazo, mas, sem dúvida, a produtividade compensa”, frisou o agricultor de Santa Cruz do Sul (RS). A técnica começou a ser usada em 1996 no cultivo de hortaliças e foi cedendo espaço para a plantação de tabaco.

A substituição se deu a dois fatores: por ser um negócio de rendimento garantido e pela localização da área, sujeita a enchentes, o que levava a perdas já que as hortaliças são mais sensíveis.

“A irrigação é fundamental para manter a eficiência hídrica das plantas, principalmente quando a estiagem castiga o Rio Grande do Sul.

Estou sempre melhorando e renovando o sistema, que é por aspersão e tem capacidade de irrigar 30 mil pés de tabaco, em todo o ciclo da safra”, comentou Bartz.

Além da irrigação, o agricultor utiliza outras técnicas para conseguir um solo produtivo, o que ocorre com o plantio de aveia e milheto, a chamada adubação verde.

A PROPRIEDADE

  • 15 hectares (total da propriedade)
  • 4 hectares de tabaco Virgínia
  • 5 hectares de milho
  • 2 hectares de mata nativa
  • 3 hectares de área de reflorestamento
  • 2 estufas, mais galpão e paiol
  • 1 trator, reboque agrícola, e outros equipamentos e implementos agrícolas, como arado, grade, pulverizador
  • 11 cabeças de gado – os animais são usados para trabalho e venda de terneiros para adestramento (junta de bois ou vaca de canga)
  • 3 matrizes suínas

Gestão se faz da indústria para dentro da porteira

Nos últimos anos, culturas de maior expressão econômica deixaram a zona de conforto para implantar uma nova mentalidade, regida pela sustentabilidade. Para José Otavio Menten, presidente do Conselho Científico para Agricultura Sustentável (CCAS) e vice-presidente da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), cultivar a gestão da cadeia produtiva, garantindo a qualidade de vida dos produtores, é um processo que não tem volta: tornou-se uma lei de sobrevivência e são cada vez mais cobrados por consumidores exigentes.

Quais os critérios da gestão da cadeia produtiva?
Os principais critérios são sustentabilidade, que engloba aspectos sociais e ambientais aos econômicos. Não basta produzir com preço competitivo, a atividade precisa respeitar o homem e o ambiente. O cliente vai exigir cada vez mais qualidade, rastreabilidade, certificação.

Onde entra a sustentabilidade na gestão da cadeia produtiva?
Em todas as fases. Durante o planejamento, uso de máquinas, fertilizantes, corretivos, sementes, defensivos, obtenção de crédito, aquisição de seguro, definição do sistema de produção, colheita, beneficiamento, armazenamento, transporte, processamento, distribuição, etc.

A gestão de cadeia está ligada à qualidade de vida dos produtores?
A gestão de cadeia vem sendo adotada gradativamente em vários setores, alguns mais evoluídos, como soja, algodão, tabaco e cana.

Isso garante, entre outros aspectos, renda e qualidade de vida aos produtores, que devem obedecer um regime de trabalho adequado, ter acesso aos equipamentos de proteção individuais, transporte, alimentação e sanitários apropriados, remuneração justa, etc. O produtor deve se sentir estimulado a permanecer na atividade.

Como o senhor analisa a prática do sistema integrado do setor de tabaco?
Trata-se de sistema sustentável, que proporciona qualidade de vida aos envolvidos e respeita o ambiente. Mas é preciso um monitoramento constante, detectando aspectos que possam ser melhorados, já que os procedimentos são dinâmicos.

O que é preciso para se melhorar os processos de gestão?
Há necessidade de maior atenção do governo ao agro, em especial na definição de marcos regulatórios, investimentos em logística e infraestrutura, estrutura fundiária, etc.

Em sua 6ª edição, o Ciclo de Conscientização sobre saúde e segurança do produtor e proteção da criança e do adolescente já tem seu calendário definido para 2014. O circuito conta com sete seminários, que serão realizados entre junho e agosto – três no Rio Grande do Sul, dois em Santa Catarina e dois no Paraná.

Em cinco anos, 12 mil pessoas de 31 cidades da Região Sul do Brasil já receberam informações sobre os temas. Voltada para produtores de tabaco, orientadores agrícolas, autoridades, Conselho Tutelar, diretores das escolas e agentes de saúde, a grade de programação, das 13 horas e previsão de término às 16h30, contempla vídeo, palestra e uma apresentação teatral.

Em cinco anos, 12 mil pessoas de 31 cidades da Região Sul do Brasil já receberam informações sobre os temas. Voltada para produtores de tabaco, orientadores agrícolas, autoridades, Conselho Tutelar, diretores das escolas e agentes de saúde, a grade de programação, das 13 horas e previsão de término às 16h30, contempla vídeo, palestra e uma apresentação teatral.

Agende-Se

03/06/2014 Orleans SC
29/07/2014 Irati PR
30/07/2014 São João do Triunfo PR
31/07/2014 Itaiópolis SC
05/08/2014 Barros Cassal RS
06/08/2014 Vale do Sol RS
07/08/2014 Arroio do Padre RS

Monitoramento da cobertura florestal por satélite

Prof. Dr. Rudiney Soares Pereira, coordenador do projeto Tecnologia de Monitoramento Automatizado da Cobertura Florestal em Áreas de Floresta Estacional Decidual na Região Centro-Serra do RS, é engenheiro florestal, mestre em Engenharia Agrícola e doutor na área de Manejo Florestal-Processamento de Imagens. Atualmente é professor titular da Universidade Federal de Santa Maria (RS).



Utilizar a tecnologia de monitoramento automatizado para acompanhar a evolução de fragmentos florestais. Este é o objetivo do projeto de pesquisa que vem sendo realizado pela Universidade Federal de Santa Maria com o apoio do SindiTabaco. As áreas de estudo compreendem três blocos geográficos situados no interior do estado do Rio Grande do Sul, totalizando uma área de 6.899,47 km² que ocupam o território de 29 municípios.

Por meio da criação de um banco de dados georreferenciado foram feitos testes de segmentação e classificação dos conjuntos de imagens digitais, classificando-as como florestas nativas, plantadas, de agricultura, campo, solo exposto e água. Com esses mapeamentos temáticos um para cada período analisado, sendo dois períodos até o momento, foi possível realizar o cruzamento dos planos de informação utilizando-se da análise LEGAL (Linguagem Espacial para Geoprocessamento Algébrico), definindo-se nessa análise, as seguintes classes: manutenção e expansão de áreas florestais, desmatamentos e outros usos.

A pesquisa conta com uma equipe técnica formada por mais 17 pesquisadores e já apresenta alguns resultados. A classe floresta nativa ocupou a maior parte do território dos blocos 1 e 2, abrangendo aproximadamente 36,57% do território de cada bloco. Para o bloco 3, a classe mais significativa foi Campo, com 44,29% da área desse bloco. Os blocos 1, 2 e 3 apresentaram uma taxa de expansão florestal em torno de 7,55%, área essa maior que a de desmatamento (5,10%).

BRASIL-CHINA

A exportação de tabaco em solo catarinense no ano de 2013 representou mais de 10% do total dos embarques (US$ 883 milhões). Este número, apesar de expressivo, poderia ser ainda maior. Isso porque o protocolo bilateral vigente entre Brasil e China permite somente o embarque de tabacos claros para cigarros produzidos no Rio Grande do Sul e de tabacos escuros produzidos na Bahia e no Alagoas.

O Ministério da Agricultura está em tratativas com o lado Chinês para negociar um novo Protocolo incluindo também Santa Catarina e Paraná.

FORA DA LISTA

O SindiTabaco apresentou em março os resultados das ações contra o trabalho infantil ao Departamento de Trabalho dos Estados Unidos (USDOL). O País foi o terceiro maior importador de tabaco brasileiro em 2013 (US$ 410 milhões). O USDOL disponibiliza para o público os produtos procedentes de países que tenha razão para crer terem sido produzidos com utilização de trabalho infantil ou forçado.Atualmente, 16 produtos brasileiros constam na lista, entre eles o tabaco, apesar de ser um dos setores que tem demonstrado avanço no controle do problema.

MILHO E FEIJÃO

Uma das mais bem sucedidas ações de incentivo à diversificação de culturas na agricultura familiar do Sul do Brasil passará a ser desenvolvida pelo SindiTabaco. O programa Milho & Feijão Após a Colheita do Tabaco, criado pela Souza Cruz em 1985, foi lançado oficialmente em março pelo SindiTabaco, nos estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. O programa contará com o apoio dos governos estaduais e de diversas entidades ligadas à agricultura e tem a expectativa de incentivar produtores a diversificarem suas propriedades, maximizando a renda e a qualidade de vida no meio rural.

RELATÓRIO INSTITUCIONAL

A tradição e a renda gerada pelo tabaco no Sul do Brasil é tema de relatório institucional lançado em fevereiro pelo SindiTabaco.

Em 28 páginas, o material ilustrado com imagens PB, mescla importantes números do setor com as ações sustentáveis desenvolvidas pela entidade e empresas associadas.

O conteúdo está disponível em português e inglês, e o arquivo digital pode ser baixado no site da entidade (www.sinditabaco.com.br), na seção Imprensa/Publicações.

Irrigando
o crescimento

Novas tecnologias para otimizar a produção e melhorar a renda estão chegando a pequenas propriedades de tabaco do Rio Grande do Sul. Trata-se do Programa Mais Água, Mais Renda, que amplia o uso de sistemas de irrigação. A técnica fortalece a lavoura e já é vista como um ponto a favor da diversificação, pois como o solo está pronto, outras culturas plantadas após o tabaco terão maior produtividade.

Inicialmente, cerca de 200 produtores foram indicados pelas empresas com potencial para aderir ao programa. O incentivo à irrigação tornou-se possível com o convênio de cooperação técnica, firmado em 8 de outubro de 2013, entre o governo gaúcho, Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) e Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) para divulgação e implantação do programa, que garante uma subvenção entre 12% e 30% na aquisição de equipamentos de irrigação e para a construção de açudes.

Para o presidente da Afubra, Benício Albano Werner, a irrigação permitirá o ingresso na agricultura de precisão – seus fundamentos já são empregados no dia a dia das propriedades. “Precisamos de inovação permanente. Essa parceria terá como resposta maior potencial produtivo no campo e vai melhorar a receita dos produtores”,
disse o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

As principais regiões produtoras de tabaco são destaque a cada edição da SindiTabaco News. A seguir, conheça um pouco mais sobre a cidade de Itaiópolis, situada em Santa Catarina.

Segundo maior produtor de tabaco de Santa Catarina e o 11º no ranking nacional, Itaiópolis vem fazendo a diferença com o ecologicamente correto. Ainda que em uma área pequena – 5% dos 6 mil hectares destinados ao cultivo da variedade Virgínia, a produção de tabaco orgânico vem chamando a atenção.

“Nos últimos quatro anos, alguns produtores migraram para esse nicho de mercado. Hoje, há outras propriedades em processo de conversão, já que o sistema produtivo é de alto valor agregado, rendendo o dobro de faturamento”, afirmou Luciano Cordeiro, secretário de Agricultura de Itaiópolis.

  • Localizada no Planalto Norte, a 330 quilômetros de Florianópolis, a história de Itaiópolis reúne muitas etnias: ingleses, russos, poloneses e alemães.
  • Prefeito: Gervasio Uhlmann
ITAIÓPOLIS EM NÚMEROS

Fonte: IBGE e Afubra (safra 2012/2013)

  • População:21.015 habitantes
  • Área territorial:1.295,8 km²
  • PIB: R$ 410.138.364,00
  • Produtores de tabaco:2.313
  • Produção de tabaco:11,77 mil toneladas

Há outro diferencial. Enquanto na maioria dos municípios as lavouras ficam em localidades e distritos, em Itaiópolis as propriedades estão distribuídas por toda a geografia da cidade. “O tabaco está entre as quatro principais culturas, respondendo por 25% dos 57% de arrecadação da agricultura”, comentou Cordeiro. A prefeitura também tem investido na diversificação, com leite, horticultura e piscicultura. “Não queremos substituir o tabaco, mas propagar outras atividades para reforçar a renda do produtor.”

IRRIGAÇÃO
Irrigação é uma técnica utilizada na agricultura que tem por objetivo o fornecimento controlado de água para as plantas em quantidade suficiente e no momento certo, assegurando a produtividade e a sobrevivência da plantação. Complementa a precipitação natural, e em certos casos, enriquece o solo com a deposição de elementos fertilizantes.

LEGAL
A Linguagem Espacial para Geoprocessamento Algébrico, conhecida como LEGAL, é uma ferramenta que possibilita a realização de análises espaciais através de álgebra de mapas. A análise espacial utiliza os atributos espaciais e não espaciais das entidades gráficas armazenadas na base de dados espaciais para fazer simulações sobre os fenômenos do mundo real e realizando operações sobre dados de mapa temático, modelo numérico de terreno e imagem.

  • 15 DE ABRIL
    Dia Nacional da Conservação do Solo
  • 28 DE ABRIL
    Dia Mundial da Segurança e Saúde no Trabalho
  • 25 DE MAIO
    3º ano do Programa Crescer Legal Dia da Indústria
  • 27 DE MAIO
    Dia Nacional da Mata Atlântica
  • 3 DE JUNHO
    Seminário do 6º Ciclo de Conscientização em Orleans(SC)
  • 5 DE JUNHO
    Dia do Meio Ambiente
  • 12 DE JUNHO
    Dia Mundial Contra o Trabalho infantil
  • 24 DE JUNHO
    67º aniversário do SindiTabaco
  • O SindiTabaco congrega 16 empresas associadas e atende demandas de todo o Brasil, com exceção dos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e São Paulo. A transparência e
    a visibilidade são estratégicas ao SindiTabaco, que enfatiza a importância social/ econômica do setor, seja na geração de empregos e tributos, como na relevância do tabaco na economia de municípios e Estados da Região Sul.

    Além disso, a Entidade incentiva a sustentabilidade, por meio da responsabilidade social e ambiental, que reitera o sentido da existência do Sindicato e de sua ampla atuação.

    Conheça as Associadas

    Esta é uma publicação trimestral do SindiTabaco (Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco), dirigida a autoridades, consultores, produtores e lideranças empresariais e políticas.

    Realização: SindiTabaco (www.sinditabaco.com.br)
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