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Primeiros socorros no meio rural em debate

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Maio 2017 – Primeiros socorros no meio rural foi o tema do encontro dos jovens aprendizes do Instituto Crescer Legal de Santa Cruz do Sul nesta quarta-feira, 24 de maio. Com a participação da enfermeira especialista em Saúde do Trabalhador do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural, Cássia de Oliveira, a turma pode aperfeiçoar os conhecimentos sobre primeiros socorros e prevenção de acidentes no ambiente rural. De forma dinâmica, os aprendizes adquiriram muitos conhecimentos que a partir de agora poderão ser compartilhados com a família e a comunidade. O encontro que contou com o apoio do Sindicato dos Trabalhadores rurais de Santa Cruz do Sul ocorreu na Escola Estadual de Ensino Fundamental Guilherme Simonis, em Boa Vista.

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno, em suas propriedades, comunidades e em saídas de estudo. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

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Jovens aprendizes receberam orientações sobre primeiros socorros.


A enfermeira especialista em Saúde do Trabalhador do SENAR, Cássia de Oliveira, simulou situações de primeiros socorros com a participação dos jovens.

Fotos: Divulgação (disponível em alta resolução)

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Jovens aprendizes promovem bazar solidário

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Maio 2017 – Precisando renovar o guarda-roupa? A turma de jovens aprendizes do Instituto Crescer Legal de Santa Cruz do Sul promoverá neste sábado, 27 de maio, um bazar solidário com o intuito de arrecadar fundos para auxiliar na alimentação escolar. O bazar acontece em Boa Vista, no pavilhão da Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora, a partir das 10 horas. A iniciativa acontece junto a atividades alusivas ao dia das mães da Escola Estadual de Ensino Fundamental Guilherme Simonis.

Os valores das peças serão simbólicos, com preço máximo de R$ 10,00, e o montante arrecadado será doado para a escola com objetivo de ajudar nas despesas com a alimentação escolar. Segundo a educadora Graziele Pinton, os jovens estão bastante entusiasmados com o bazar. “O bazar será contado como uma atividade do curso e os jovens estão de parabéns pela bela iniciativa”, afirma. Segundo ela, a turma fez todo um planejamento com comissões de marketing, controle de estoque, planilhas financeiras e organização do espaço.

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno, em suas propriedades, comunidades e em saídas de estudo. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

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Jovens aprendizes da turma de Santa Cruz do Sul e a educadora Graziele Pinton.

Foto: Divulgação (disponível em alta resolução)

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Ministro da Justiça anuncia criação de comitê nacional para combater o contrabando de cigarros

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Grupo vai reunir representantes da Polícia e Receita Federal, do ministério e de entidades ligadas à cadeia produtiva do tabaco.

Maio 2017 – O ministro da Justiça, Osmar Serraglio, anunciou durante audiência com representantes da cadeia produtiva do tabaco nesta quinta-feira, 18 de maio, em Brasília, a criação de um comitê nacional de combate ao contrabando. “Vamos designar alguém do Ministério para ter esse contato direto com os representantes da cadeia produtiva do tabaco com o intuito de cruzarmos informações junto à Polícia Federal, à Polícia Rodoviária Federal, a Secretaria da Receita Federal, realizando uma integração das informações e do uso da inteligência para que resulte em algo mais concreto. Com todo o aparato que nós temos, precisamos fazer essa integração para que disso resulte algum meio ou instrumento, porque é muito expressivo que mais de 30% dos cigarros consumidos no País sejam ilegais”, disse Serraglio.

Atualmente, de cada três cigarros consumidos no País, um é contrabandeado. Para por fim a esta realidade, prefeitos dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia, além de líderes de entidades como o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) e deputados participaram de audiências nesta semana em Brasília. Liderada pela AmproTabaco e pela senadora Ana Amélia Lemos, a mobilização busca por medidas mais enérgicas por parte do governo federal. Além de Serraglio, o ministro interino da Agricultura, Eumar Novaki, recebeu o grupo na terça-feira, 16. Audiência prevista para ocorrer na tarde desta quinta-feira, no Ministério das Relações Exteriores, acabou sendo cancelada.

Segundo o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o contrabando é um dos maiores problemas enfrentados pela indústria brasileira. “Não estamos falando somente de perda de tributos, receita e de empregos decorrentes da redução do mercado legal, mas também de prejuízos ao consumidor. O produto legal é amplamente fiscalizado pelos órgãos de saúde, o que não ocorre com o cigarro contrabandeado. Precisamos avançar sobre o tema e uma das soluções possíveis também passa pela aproximação entre os países envolvidos, Brasil e Paraguai”, afirmou Schünke.

O presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Telmo Kirst, falou sobre os impactos do contrabando para a economia. “Somos 574 municípios produtores de tabaco e temos o compromisso com a defesa da economia de nossos municípios e, consequentemente, do País. Nosso foco prioritário neste momento é apelar para medidas urgentes e necessárias que o governo precisa tomar em relação ao contrabando. Somente em 2014, R$ 4,5 bilhões deixaram de entrar nos cofres públicos por conta do mercado ilegal e, mais recentemente, tivemos perda de empregos com o fechamento de fábricas e turnos de trabalho. Até o momento, nada se fez de efetivo para estancar essa situação”, reiterou Kirst, que também é prefeito de Santa Cruz do Sul, município que industrializa o produto para todo o Brasil.

No encontro, o deputado Alceu Moreira afirmou que a cadeia produtiva é, seguramente, o arranjo produtivo e comercial mais bem organizado de todo o setor agrícola brasileiro. “Nada é mais bem organizado na pequena propriedade rural e tem menos dependência do Estado que o setor do tabaco. Ele vive apesar do Estado, organiza sua própria assistência técnica, o seguro, o plantio, a pesquisa, o manejo. E tem mais de 90% do seu produto exportado. Então, enquanto alguém fumar no mundo, o Brasil deve continuar produzindo tabaco”, afirmou. Sobre o contrabando, Moreira lembrou que é um dos fatores da incidência da criminalidade e fez relação com o crime organizado. “Se é possível entrar com 30% do mercado brasileiro de cigarros e ninguém viu, temos que pensar que drogas e armas também estão entrando no País dessa mesma forma”, destacou Moreira.

“Ao mesmo tempo em que temos uma postura de saúde por parte do governo, com o intuito de diminuir o consumo, a alta carga tributária acaba tendo um duplo efeito: diminui o consumo do produto legal e aumenta o consumo do produto ilegal”, afirmou Franco Perazzoni, diretor da Divisão de Repressão e Crimes Fazendários da Polícia Federal. Segundo ele, a média anual de apreensões gira em torno de quatro milhões de pacotes de cigarros.

SAIBA MAIS
Brasil ainda não aderiu ao protocolo para combater o mercado ilegal de cigarros
Estudo: O Custo do Contrabando (IDESF)


Audiência com ministro da Justiça reuniu representantes da cadeia produtiva


Osmar Serraglio propôs comitê nacional de combate ao contrabando.
** Fotos: Régis de Oliveira Junior (disponível em alta resolução, solicite)

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Contrabando de cigarros em pauta na Esplanada dos Ministérios

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Ofensiva liderada pela senadora Ana Amélia Lemos e AmproTabaco reunirá prefeitos e representantes da cadeia produtiva do tabaco em audiências com o ministro das Relações Exteriores e da Justiça nesta quinta-feira (18).

Maio 2017 – De cada três cigarros consumidos no País, um é contrabandeado. Para por fim a esta realidade, prefeitos dos municípios produtores de tabaco do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia, além de líderes de entidades como o Sindicato Interestadual da Industria do Tabaco (SindiTabaco), a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), a Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo) e deputados deverão participar de audiências com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e da Justiça, Osmar Serraglio. Liderada pela AmproTabaco e pela senadora Ana Amélia Lemos, a mobilização busca por medidas mais enérgicas para pôr fim ao contrabando de cigarros no país. A agenda na Esplanada dos Ministérios inicia às 10 horas, quando o grupo será recebido pelo ministro da Justiça. Já às 15 horas acontece a audiência no Ministério das Relações Exteriores.

Na última terça-feira, 16, em audiência com o ministro interino da Agricultura, Eumar Novaki, o articulador da ofensiva, o prefeito de Santa Cruz do Sul e presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Telmo Kirst, entregou uma carta da entidade ao ministro interino, que, dentre outras coisas, abordou o efeito catastrófico do mercado ilegal para toda a sociedade brasileira. O documento contempla números da evasão fiscal, acentua o impacto da perda de receita sobre a economia dos municípios produtores, menciona os riscos à saúde dos consumidores e alerta para o fato de que o contrabando financia atividades criminosas, como tráfico de drogas e armas.

Telmo disse que a questão do contrabando de cigarros no país causa grande preocupação nos municípios onde se produz tabaco, principalmente em Santa Cruz do Sul, que também industrializa o produto para todo o Brasil. “Estamos competindo com um produto que não passa pelo controle de qualidade da Anvisa e com preço muito inferior aos praticados no mercado. Queremos que o governo federal passe a agir de maneira mais efetiva para combater o contrabando e evitar a derrocada da economia nos municípios”, disse na ocasião.

A audiência com os prefeitos e demais lideranças da cadeia produtiva foi intermediada pela senadora Ana Amélia Lemos, que, na ocasião, falou sobre a importância do setor para os produtores e para a economia dos municípios onde se produz tabaco. “O governo federal deixa claro que está preocupado com o produtor e com o impacto do contrabando na arrecadação dos nossos municípios. Mas precisamos de ações efetivas para proteger a economia desses municípios”, disse Ana Amélia Lemos.

SAIBA MAIS
Brasil ainda não aderiu ao protocolo para combater o mercado ilegal de cigarros
Estudo: O Custo do Contrabando (IDESF)


Audiências em Brasília querem reforçar a necessidade do combate ao contrabando.
* Com informações da Assessoria de Imprensa da AmproTabaco
** Foto: Divulgação

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AmproTabaco inicia ofensiva contra o contrabando de cigarros

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Na próxima quinta-feira, 18 de maio, prefeitos e representantes da cadeia produtiva do tabaco terão audiências com o ministro das Relações Exteriores e da Justiça.

Prefeitos dos municípios produtores de tabaco dos estados do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina e Bahia, além de líderes de entidades como Afubra, Abifumo, Sinditabaco e deputados foram recebidos, na tarde desta terça-feira, dia 16, em audiência pelo ministro interino da Agricultura, Eumar Novaki, em uma mobilização por medidas mais enérgicas para pôr fim ao contrabando de cigarrros no país. O titular da pasta, Blairo Maggi não participou do encontro, em virtude de estar em uma missão internacional.

Articulador da ofensiva, o prefeito de Santa Cruz do Sul e presidente da Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco), Telmo Kirst, entregou uma carta da entidade ao ministro interino, que, dentre outras coisas, abordou o efeito catastrófico do mercado ilegal sobre toda a sociedade brasileira. O documento contempla números da evasão fiscal, acentua o impacto da perda de receita sobre a economia dos municípios produtores, menciona os riscos à saúde dos consumidores e alerta para o fato de que o contrabando financia atividades criminosas, como tráfico de drogas e armas.

Telmo disse que a questão do contrabando de cigarros no país causa grande preocupação nos municípios onde se produz tabaco, principalmente em Santa Cruz do Sul, que também industrializa o produto para todo o Brasil. “Estamos competindo com um produto que não passa pelo controle de qualidade da Anvisa e com preço muito inferior aos praticados no mercado. Queremos que o governo federal passe a agir de maneira mais efetiva para combater o contrabando e evitar a derrocada da economia nos municípios”, disse.

A receptividade para tratar do assunto foi sentida logo no início do encontro, quando o ministro interino estabeleceu um canal de diálogo aberto com os prefeitos. “Blairo falou comigo sobre a visita que fez a Santa Cruz do Sul. Estamos indo conhecer de perto as produções pelo Brasil inteiro”, disse. De acordo com Novaki, a forma como a cadeia produtiva de tabaco está sendo atendida mudou significativamente. Ele afirmou que o governo está ciente do problema, que trabalha por uma solução rápida, mas que a questão envolve também outras áreas, como Justiça, Saúde e Educação. “Se não fizermos um monitoramento das fronteiras, permitimos que um cigarro de péssima qualidade entre no nosso país. É questão de saúde pública. Vamos procurar sensibilizar o Ministério da Saúde porque esse é um tema que exige a união de várias áreas”, observou.

A audiência com os prefeitos e demais lideranças da cadeia produtiva foi intermediada pela senadora Ana Amélia Lemos, que, na ocasião, falou sobre a importância do setor para os produtores e para a economia dos municípios onde se produz tabaco. “O governo federal deixa claro que está preocupado com o produtor e com o impacto do contrabando na arrecadação dos nossos municípios. Mas precisamos de ações efetivas para proteger a economia desses municípios”, disse Ana Amélia Lemos. Ela fez questão de ressaltar ainda que seu mandato tem sido pautado pela defesa da cadeia produtiva.

Nesta quinta-feira, dia 18, prefeitos e representantes da cadeia produtiva do tabaco terão audiências com o ministro das Relações Exteriores, Aloysio Nunes, e da Justiça, Osmar Serraglio.

* Com informações da Assessoria de Imprensa da AmproTabaco

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Santa Cruz do Sul sedia conferência sobre controle de infestação em tabaco armazenado

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Cerca de 80 profissionais de 14 países se reuniram no início da semana em evento promovido pelo CORESTA e organizado pelo SindiTabaco.

Maio 2017 – Alguns dos maiores pesquisadores do mundo na “ciência do tabaco” estiveram reunidos entre 08 e 09 de maio, no Hotel Charrua, em Santa Cruz do Sul (RS), para investigar novas tecnologias e conduzir estudos em colaboração para o controle de pestes e sanidade do tabaco em folha. Vernon Schmidt, coordenador do subgrupo Gestão de pragas e saneamento no tabaco armazenado do CORESTA (Centro de Cooperação para Estudos Científicos em Tabaco) abriu o encontro que tem como objetivo promover as melhores práticas neste que é um assunto de crucial importância para a safra: o armazenamento do tabaco. “Temos diferentes ferramentas e práticas de trabalho ao redor do mundo para o controle de infestações. Buscamos com esses encontros coordenar essas informações, buscando as melhores soluções possíveis”, afirmou na abertura do evento.

Formado em 1991, o subgrupo inclui membros de 21 organizações entre fabricantes de produtos do tabaco, processadores e companhias de tabaco, serviços de controle de pragas e entidades focadas em educação e pesquisa. De acordo com Huub Vizée, presidente do CORESTA, a Conferência do Controle da Infestação (CCI) está fortemente comprometida com o treinamento. “A finalidade consiste em assistir a indústria do tabaco no combate a duas pestes pós-colheita: o besouro do cigarro e a traça do tabaco, e os organizadores da CCI desejam estar tão próximo quanto possível às áreas onde o tabaco é armazenado”, explica. Desde 2001, a CCI tem sido realizada num grupo de países do mundo todo – a última reunião ocorrida no Brasil foi em 2009, em Porto Alegre.

O anfitrião do evento, o presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, fez uma breve apresentação sobre o setor e os motivos que colocam o tabaco brasileiro em posição de destaque no ranking mundial de produção e exportação. Participaram representantes de 14 países: África do Sul, Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Colômbia, Espanha, EUA, Holanda, Índia, Inglaterra, Japão, Macedônia e Turquia. As discussões continuaram no dia 09 de maio com visita técnica a uma empresa. Saiba mais

SOBRE O CORESTA – O Centro de Cooperação para Estudos Científicos em Tabaco, na sua versão francesa, é uma associação sem fins lucrativos, fundada em 1956, cujo propósito é promover a cooperação em pesquisa científica relativa ao tabaco e seus produtos derivados. A principal atividade consiste em produzir e tornar público boas práticas, relatórios científicos seguros e métodos analíticos robustos, e ainda estabelecer uma rede de contatos para os cientistas. Os membros do CORESTA são fabricantes, universidades, institutos de pesquisa, fornecedores de componentes ou equipamentos, laboratórios independentes ou do governo, associações, etc. Em outubro de 2017, Santa Cruz do Sul será novamente sede de reuniões do CORESTA para apresentação dos trabalhos do grupo de trabalho Agro-Phyto. O programa será anunciado em junho, com a oportunidade para cada delegado apresentar, ouvir, compartilhar e debater sobre estudos, descobertas e aprendizagens. Saiba mais


O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, participou da programação (Divulgação).


Vernon Schmidt, coordenador do subgrupo do CORESTA (Divulgação)

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Empreendedorismo e sustentabilidade são temas de seminário em Vale do Sol

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Jovens aprendizes rurais de Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul se reuniram no último sábado, 06 de maio, no Centro Comunitário São José.

Maio 2017 – Os jovens aprendizes do Instituto Crescer Legal estiveram reunidos no último sábado, 06 de maio, em Vale do Sol, para debater as novas possibilidades para o campo. As cinco turmas do piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural se reuniram no Centro Comunitário São José para o seminário “Empreendedorismo e Sustentabilidade: novas possibilidades para o campo”. Além dos jovens, parceiros da entidade, associados, familiares, autoridades locais e imprensa também prestigiaram o evento.

O evento iniciou pela manhã, com as boas-vindas do vice-presidente do Instituto, Claudimir Rodrigues. Ele também falou aos jovens sobre a importância da sustentabilidade e da gestão do agronegócio na pequena propriedade. “Essa é a melhor abordagem para a agricultura familiar em pequenas propriedades, tanto para fins econômicos como de subsistência”, afirmou ressaltando que a sucessão rural a partir dessa geração de jovens do campo somente ocorrerá por opção deles. “Nosso desafio é criar um ambiente atrativo para que os jovens escolham permanecer no campo, com mais tecnologia, mecanização e renda”, disse Claudimir, que estendeu o desafio aos adolescentes, convidando-os a investir estudos e pesquisas em energias renováveis.

A secretária municipal de Educação, Beloni Gabe, falou em nome do executivo municipal enfatizando a satisfação por ter essa oportunidade aos adolescentes do município e trouxe uma mensagem de incentivo a eles. O coordenador da 6ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), Luiz Ricardo Pinho de Moura, ressaltou que a temática do seminário vem ao encontro da mostra regional de trabalhos promovida pela CRE, que em 2016 focou a sustentabilidade e para a segunda edição, em novembro de 2017, o tema será educar para o empreendedorismo. Ele aproveitou o momento para convidar os aprendizes do Instituto Crescer Legal a participar da Mostra, com apresentação de trabalhos desenvolvidos no Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Também participaram do evento compartilhando suas experiências, dois egressos da Escola Família Agrícola de Santa Cruz do Sul (EFASC). Acompanhados por Cristian Wagner, assessor regional da FETAG, eles falaram sobre a criação da Feira Jovem no distrito de Boa Vista, em Santa Cruz do Sul.

Na parte da tarde, as cinco turmas apresentaram trabalhos, vivências e dinâmicas sobre o momento e as atividades que vêm desenvolvendo no curso de gestão rural, além de apresentações voltadas à conscientização para a solidariedade e a preservação do meio ambiente. A turma de Vale do Sol preparou para compartilhar com os colegas dos demais municípios o Jogo do Aprendiz Rural, que alcançou grande engajamento.

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno, em suas propriedades, comunidades e em saídas de estudo. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

Fotos: Junio Nunes

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Seminário debaterá empreendedorismo e sustentabilidade em Vale do Sol

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Jovens aprendizes rurais de Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul se reúnem neste sábado, 06 de maio, no Centro Comunitário São José.

Maio 2017 – Debater as novas possibilidades para o campo é o objetivo do seminário que será realizado pelo Instituto Crescer Legal neste sábado, 06 de maio, em Vale do Sol. As cinco turmas do piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural se reúnem a partir das 8h30, no Centro Comunitário São José. Além dos cerca de 100 jovens aprendizes rurais, participam do seminário “Empreendedorismo e Sustentabilidade: novas possibilidades para o campo” parceiros da entidade, associados, familiares dos jovens aprendizes, autoridades locais e imprensa.

A programação inicia com a apresentação das vivências dos estagiários em Técnico Agrícola do Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR), seguida de palestra com o vice-presidente do Instituto, Claudimir Rodrigues, que falará sobre sustentabilidade e gestão do agronegócio na pequena propriedade. Após o almoço, os jovens apresentarão seus trabalhos e projetos realizados durante o curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural.

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno, em suas propriedades, comunidades e em saídas de estudo. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.


Foto: Divulgação

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Diversificação pode render R$ 227 milhões aos produtores de tabaco catarinenses

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Expectativa é que o cultivo de milho, feijão, soja e pastagens após a colheita do tabaco nos três estados sul-brasileiros gere R$ 600 milhões. Números foram divulgados nesta quinta-feira, 04 de maio, em evento realizado em Agronômica (SC).

Maio 2017 – Para marcar o início da colheita da safrinha catarinense, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) promoveu nesta quinta-feira, 04 de maio, o dia de campo do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco. O evento realizado na propriedade de Everaldo de Souza, na localidade de Alto Gropp, em Agronômica (SC), contou com a participação de representantes do governo do Estado, da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (FAESC), da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), autoridades, produtores, empresas e imprensa.

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, apresentou os dados levantados. Segundo ele, em Santa Catarina foram cultivados 59.055 hectares, entre milho, feijão, soja e pastagens, com rendimento estimado de R$ 227 milhões. Ele também apontou que, nos três estados do Sul do Brasil, foram 190.360 hectares, e o rendimento para os produtores deve chegar a R$ 600 milhões. “O setor do tabaco sempre apoiou a diversificação, desde que ofereça renda real aos produtores. Pesquisa recente demonstrou que 79% dos produtores fazem algum tipo de rotação de culturas para reduzir a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas e que cerca de 50% garante renda com outros produtos além do tabaco, aumentando significativamente a sua renda”, comentou Schünke, avaliando ainda que além do milho, feijão e pastagens, os produtores também têm aderido ao cultivo da soja em áreas onde foi colhido o tabaco.


O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

O diretor de Cooperativismo e Agronegócio da Secretaria da Agricultura de Santa Catarina, Athos de Almeida Lopes Filho, representou o governo do Estado no evento. “A velocidade com que a cadeia produtiva age, promove e faz acontecer é singular. Mais de 180 mil famílias produzem tabaco e esse produto está mantendo o nosso homem no campo, por meio da renda. Temos por ano, em Santa Catarina, um êxodo de 30 mil pessoas do meio rural. Precisamos exercer o papel de Estado, investindo em pesquisa e tecnologia, mas colocando-as ao alcance de nosso produtor para que ele possa continuar gerando renda. Temos também desafios regionais específicos, que precisam ser tratados pontualmente, mas precisamos destacar que Santa Catarina foi um dos Estados que menos sofreu com a crise porque temos diversidade de produção e com isso conseguimos manter o ritmo de crescimento. Isso não é mérito do Estado, mas é mérito dos catarinenses que não tem medo ou vergonha de trabalhar”, ressaltou.


Athos de Almeida Lopes Filho, da Secretaria de Agricultura do Estado, prestigiou o evento em Agronômica.

Marco Dornelles, vice-presidente da Afubra, parabenizou o produtor anfitrião do evento pelos resultados obtidos com a diversificação da propriedade e ressaltou a importância da união de esforços entre a cadeia produtiva pelo objetivo comum: agregar renda. “O produtor de tabaco é um produtor de alimentos e está apto para plantar ainda mais, atendendo a crescente demanda por grãos, carnes e outros produtos”, afirmou.

Para o vice-presidente Regional da FAESC e SENAR/SC, Lindolfo Hoepers, o conhecimento é a melhor forma de desenvolver a agricultura e parcerias como esta promovem resultados efetivos no campo. Já o prefeito de Agronômica, Cesar Luiz Cunha, salientou a importância da atividade paralela ao tabaco, como milho, feijão, pastagens e soja. “A prefeitura está apoiando essa e outras atividades como hortifrutigranjeiros para que o produtor não dependa apenas de uma fonte de renda, o que acaba impactando na receita da família e também do município”, avaliou.

DADOS DO LEVANTAMENTO
Levantamento realizado pelo SindiTabaco contabilizou os números da produção de grãos nas áreas produtoras de tabaco e as estimativas de renda para os produtores. Segundo a pesquisa, a safrinha catarinense teve o plantio de 37.315 hectares de milho e 5.120 hectares de feijão. Com uma produtividade média do milho estimada em 6,6 toneladas por hectare, o volume chegará a 246.280 toneladas. Considerando o preço médio de R$ 650,00 por tonelada, o total da safrinha catarinense de milho pode chegar a R$ 160 milhões. Em relação ao feijão, a produtividade é estimada em 2,5 toneladas por hectare, com safra de 12.800 toneladas. Ao preço médio de R$ 3.985 por tonelada, a safra catarinense de feijão poderá chegar a aproximadamente R$ 51 milhões.

Considerando as regiões produtoras de tabaco no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, foram cultivados 111 mil hectares de milho e 16 mil hectares de feijão, 49 mil hectares de pastagem e 14 mil hectares de soja, com expectativa de rendimento de R$ 415 milhões para o milho e R$ 128 milhões para o feijão. Após a colheita, o produtor de tabaco cultiva também outros grãos, com destaque para a soja que renderá em torno de R$ 57 milhões nos quase 14 mil hectares plantados. Há ainda o cultivo significativo de pastagens para alimentação dos animais. O levantamento apontou que em Santa Catarina, quase 14 mil hectares são utilizados para pastagens e, nos três estados sul-brasileiros, a soma chega a aproximados 50 mil hectares.


Produtor anfitrião do evento em Agronômica, Everaldo de Souza.

SOBRE O PROGRAMA – Conduzido pelo SindiTabaco, o Programa Milho e Feijão foi criado para incentivar a diversificação e a otimização no aproveitamento dos recursos das propriedades rurais. Em Santa Catarina, são parceiros: o governo do Estado, a Afubra, a FETAESC, A FAESC e o SENAR. A ação reúne a estrutura de campo das empresas de tabaco e das entidades apoiadoras, que divulgam as vantagens do plantio da safrinha e incentivam a prática de diversificação da propriedade.

VANTAGENS PARA O PRODUTOR – O cultivo nas áreas onde foi colhido o tabaco reduz os custos de produção dos grãos, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes aplicados. Consequentemente, pode haver redução de custo na produção de proteína (carne, leite e ovos), com a utilização do milho da safrinha no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.

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Produtores de tabaco paranaenses terão renda extra de R$ 86 milhões com a safrinha

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Expectativa é que o cultivo de milho, feijão, soja e pastagens após a colheita do tabaco nos três estados sul-brasileiros gere R$ 600 milhões. Números foram divulgados nesta quarta-feira, 03 de maio, em evento realizado em Imbituva (PR). Amanhã evento acontece em Agronômica (SC).

Maio 2017 – Para marcar o início da colheita da safrinha paranaense, o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco) promoveu nesta quarta-feira, 03 de maio, o dia de campo do Programa Milho, Feijão e Pastagens após a colheita do tabaco em Imbituva (PR). O evento realizado na localidade de Mato Branco de Baixo, na propriedade de José Sirlei de Araújo, contou com a participação de representantes do governo do Estado do Paraná, da Federação dos Trabalhadores da Agricultura do Paraná (FETAEP), da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural (EMATER), da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR/FAEP), produtores, empresas e imprensa.

O presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, apresentou os dados levantados. Segundo ele, no Paraná foram cultivados 34.685 hectares, entre milho, feijão, soja e pastagens, com rendimento estimado de R$ 86 milhões. Ele também apontou que, nos três estados do Sul do Brasil, foram 190.360 hectares, e o rendimento para os produtores deve chegar a R$ 600 milhões. “O setor do tabaco sempre apoiou a diversificação, desde que ofereça renda real aos produtores. Pesquisa recente demonstrou que 79% dos produtores fazem algum tipo de rotação de culturas para reduzir a proliferação de pragas, doenças e ervas daninhas e que cerca de 50% garante renda com outros produtos além do tabaco, aumentando significativamente a sua renda”, comentou Schünke, avaliando ainda que além do milho, feijão e pastagens, os produtores também têm aderido ao cultivo da soja em áreas onde foi colhido o tabaco.


Presidente do SindiTabaco, Iro Schünke.

O secretário da Agricultura e Abastecimento do Paraná, Norberto Anacleto Ortigara, relembrou sua vida no campo durante a infância e afirmou que as atividades exigiam muito esforço físico para produzir e para viver. “Esses tempos mais difíceis estão ficando para trás, com mais tecnologia e informação, o que representa muito do resultado das nossas propriedades com uma qualificação e uma produtividade acima da média. Somos parceiros de iniciativas como essa, que visa usar de forma racional o espaço onde se planta tabaco, agregando renda e com boas práticas agrícolas. Temos o desafio de abastecer o mundo e isso é uma grande oportunidade para o campo, pois temos condições de produzir o ano inteiro. Queremos despertar em nossos produtores esse interesse”, disse. Ortigara também lembrou que a organização das cadeias produtivas é fator determinante de sucesso. “Nossa diversidade agrícola é o que sustenta o Estado por meio do trabalho dos produtores, mas também das indústrias que processam e exportam nossos produtos para os mais diversos países”.


O secretário de Agricultura, Norberto Ortigara, prestigiou o evento em Imbituva (PR).

O prefeito de Imbituva, Bertoldo Rover, lembrou que o tabaco é o segundo produto agrícola de Imbituva, atrás somente da soja. Segundo Marco Dornelles, vice-presidente da Afubra, o programa tem como objetivo a diversificação econômica da propriedade e, consequentemente, da economia da família e do próprio município e do Estado. “A parceria é importante para o sucesso desse tipo de programa, apoiando os agricultores tanto na parte técnica quanto de mercado”, disse.

O vice-presidente e diretor de Política Agrícola da FETAEP, Marcos Junior Brambila, afirmou que é preciso valorizar os resultados apresentados porque isso é o que faz diferença para a receita e a qualidade de vida do produtor. Sabemos que o tabaco viabiliza ao produtor permanecer no campo e defendemos a atividade com todas as condicionantes relacionadas a qualquer outra cultura, com condições trabalhistas, ambientais e sociais. Mas é preciso ter atividade complementar, como o milho e o feijão, para que se possa ter uma segurança em caso de frustração de safra”, afirmou.

Eduardo Figueiredo Mercado, superintendente do SENAR da Administração Regional de Irati e representante da FAEP, deixou sua mensagem sobre a importância da capacitação e da informação para o pequeno produtor. “A capacidade técnica do produtor é fator preponderante de qualidade e de sucesso da propriedade rural. Nossa missão é transformar propriedades em empresas rurais, com bom conhecimento, boa informação para viabilizar a permanência do homem do campo”, disse.

O presidente da Emater no Paraná, Rubens Ernesto Niederheitmann, parabenizou as entidades parceiras pela iniciativa para geração de renda extra ao produtor de tabaco. “O Paraná se caracteriza por pequenos municípios, formado por pequenos produtores. Somos parceiros de todas as atividades que incentivem a geração de renda. Temos muito trabalho pela frente no sentido de desenvolvermos ainda mais nossos municípios”, afirmou.

DADOS DO LEVANTAMENTO
Levantamento realizado pelo SindiTabaco contabilizou os números da produção de grãos nas áreas produtoras de tabaco e as estimativas de renda para os produtores. Segundo a pesquisa, a safrinha paranaense teve o plantio de 10.920 hectares de milho e 6.560 hectares de feijão. Com uma produtividade média do milho estimada em 5,1 toneladas por hectare, o volume chegará a 55.690 toneladas. Considerando o preço médio de R$ 540,00 por tonelada, o total da safrinha paranaense de milho pode superar os R$ 30 milhões. Em relação ao feijão, a produtividade é estimada em 2,4 toneladas por hectare, com safra de 15.745 toneladas. Ao preço médio de R$ 2.350 por tonelada, a safra paranaense de feijão alcançará R$ 37 milhões.

Considerando as regiões produtoras de tabaco no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, foram cultivados 111 mil hectares de milho e 16 mil hectares de feijão, 49 mil hectares de pastagem e 14 mil hectares de soja, com expectativa de rendimento de R$ 415 milhões para o milho e R$ 128 milhões para o feijão. Após a colheita, o produtor de tabaco cultiva também outros grãos, com destaque para a soja que renderá em torno de R$ 57 milhões nos quase 14 mil hectares plantados. Há ainda o cultivo significativo de pastagens para alimentação dos animais. O levantamento apontou que no Paraná, 12.465 hectares são utilizados para pastagens e, nos três estados sul-brasileiros, a soma chega a aproximados 50 mil hectares.

SOBRE O PROGRAMA – Conduzido pelo SindiTabaco, o Programa Milho e Feijão foi criado para incentivar a diversificação e a otimização no aproveitamento dos recursos das propriedades rurais. No Paraná, são parceiros: o governo do Estado, a Afubra, a FETAEP, A FAEP e a Emater. A ação reúne a estrutura de campo das empresas de tabaco e das entidades apoiadoras, que divulgam as vantagens do plantio da safrinha e incentivam a prática de diversificação da propriedade.

VANTAGENS PARA O PRODUTOR – O cultivo nas áreas onde foi colhido o tabaco reduz os custos de produção dos grãos, pois ocorre o aproveitamento residual dos fertilizantes aplicados. Consequentemente, pode haver redução de custo na produção de proteína (carne, leite e ovos), com a utilização do milho da safrinha no trato animal. Outros benefícios são a proteção do solo e a interrupção do ciclo de proliferação de pragas e ervas daninhas.


O raio-x da propriedade do anfitrião do evento demonstra a alta rentabilidade do tabaco em pequenas áreas e, ao mesmo tempo, o acréscimo de receita gerado pela safrinha.


José Sirlei de Araújo e o filho José Valdecir de Araújo, anfitriões do evento.

Fotos: Divulgação

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