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Expoagro Afubra movimenta agricultura familiar e coloca as florestas em debate

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Março 2017 – O presidente do Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (SindiTabaco), Iro Schünke, participou da solenidade de abertura da 17ª Expogro Afubra nesta terça-feira, 21 de março, no Parque de Exposições, em Rincão Del Rey, Rio Pardo (RS). Considerada a maior feira da agricultura familiar do Brasil, a programação vai até o dia 23 de março. Realizada anualmente pela Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), em 2017 a feira tem, pela primeira vez, uma temática específica: floresta. Seminários e palestras sobre o tema serão realizados, além de atrações como apresentação de novas tecnologias, pesquisas e equipamentos voltados não só à preservação florestal, mas ligados também a outras atividades agrícolas.

Participaram do evento autoridades, representantes de sindicatos, associações, órgãos públicos, produtores, expositores e imprensa. O governo do Estado do Rio Grande do Sul esteve representado pelo vice-governador, José Paulo Dornelles Cairoli, além do secretário de Agricultura, Pecuária e Irrigação, Ernani Polo, e de Desenvolvimento Rural, Pesca e Cooperativismo (SDR), Tarcisio Minetto. Deputados estaduais e federais também prestigiaram a solenidade aberta pelo presidente da Afubra, Benício Werner, que saudou os convidados presentes e ponderou questões que podem influenciar a vida dos pequenos produtores, como a reforma previdenciária e a obrigatoriedade da emissão da nota fiscal eletrônica.

FLORESTAS – Além de ser o dia em que a Afubra completa 62 anos de atividades, 21 de março também representa a celebração das florestas, por meio do Dia Mundial da Floresta. Para o setor do tabaco a temática é motivo de comemoração: o índice de cobertura florestal das propriedades dos produtores de tabaco já ultrapassa os 29%. As ações pela preservação e recuperação da Mata Atlântica, assim como o incentivo ao reflorestamento, são alguns dos fatores que determinam esse alto percentual. Mas, segundo Schünke, a conscientização é o fator determinante. “Além do trabalho de orientação sobre a importância da proteção do bioma, reforçada por uma clara exigência contratual junto aos produtores integrados para que a produção e a comercialização de tabaco estejam em conformidade com as normas ambientais vigentes, a escolha do tema pela Expoagro Afubra vem reforçar a mensagem da importância das florestas para o produtor e para a sociedade como um todo”, afirma Schünke.

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Institucional 2017

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Telmo Kirst é o novo presidente da Amprotabaco

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Telmo Kirst assume o cargo que era interinamente de Rosane Petry, ex-prefeita de Vera Cruz

A Associação dos Municípios Produtores de Tabaco (Amprotabaco) tem nova diretoria. O prefeito de Santa Cruz do Sul, Telmo Kirst, foi eleito presidente da entidade por aclamação nesta quinta-feira, 2, em reunião na sede do Sinditabaco, no Parque da Oktoberfest. O mandato é de dois anos.

Telmo Kirst substituirá a ex-prefeita de Vera Cruz, Rosane Petry, que assumiu interinamente no ano passado, quando Beto Faria, de Canoinhas, em Santa Catarina, se afastou para disputar as eleições.

Estiverem presentes, além de prefeitos de municípios produtores, os representantes da Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra), Associação Brasileira da Indústria do Fumo (Abifumo), Federação dos Trabalhadores na Agricultura no Rio Grande do Sul (Fetag), Sindicato Trabalhadores Indústria de Fumo e Alimentação Santa Cruz do Sul (Stifa) e Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco). Os deputados estaduais Adolfo Brito (PP), Pedro Pereira (PP) e Juliano Roso (PCdoB), também prestigiaram a eleição e a posse da nova diretoria, além do representante do governo do Estado, Rodrigo Risso.

A NOVA DIRETORIA DA AMPROTABACO

Presidente: Telmo Kirst (Santa Cruz do Sul/RS)
Vice-presidentes: Rudinei Harter (São Lourenço do Sul/RS), Juliano Pozzi Pereira (Ireneópolis/SC) e Rodrigo Skalicz Solda (Rio Azul (PR).
Secretário: Guido Hoff (Vera Cruz/RS)
Vice-secretário: Vinicius Pegoraro (Canguçu/RS)
Tesoureiro: Giovane Wickert (Venâncio Aires/RS)
Vice-tesoureiro:Cássio Soares (Pantano Grande/RS) Conselho Fiscal e Consultivo: serão designados pelo presidente



Ministério da Agricultura projeta parceria com o Instituto Crescer Legal

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Fevereiro 2017 – O Instituto Crescer Legal dá mais um passo para ampliar seus projetos e fortalecer o programa para capacitar jovens do meio rural. Na última quinta-feira, 16 de fevereiro, a instituição recebeu representantes do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) e do Certifica Instituto de Qualidade para tratar sobre uma possível parceria entre o governo e o Instituto com o objetivo de desenvolver capacitações em Produção Integrada para os jovens atendidos pela entidade.

Na oportunidade, o grupo conheceu as ações do Instituto Crescer Legal e, em especial o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. A parceria entre MAPA, UFPel e Instituto deverá contemplar palestras sobre boas práticas agrícolas e Produção Integrada, além de visitas técnicas a instituições de pesquisa agropecuária e propriedades que contam com certificação de seus produtos. Para o Instituto Crescer Legal, a iniciativa é muito bem vinda e será fundamental para ampliar os conhecimentos dos jovens aprendizes rurais, proporcionando oportunidades de capacitação.

SAIBA MAIS
– O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.
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Da esquerda para a direita: o assessor Técnico do SindiTabaco, Darci Silva; o diretor Administrativo do Instituto Crescer Legal, Sérgio Rauber; o Auditor Fiscal Federal Agropecuário do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Marcus Vinícius de Miranda Martins; a coordenadora do Instituto, Nádia Fengler Solf; o professor da UFPel, Carlos Tillmann; o diretor executivo da Certifica Instituto de Qualidade, Nede Lande Vaz da Silva; Luiz Otávio Amaro da Silveira Silveira, da Superintendência Federal de Agricultura no RS – Divisão de Política, Produção e Desenvolvimento Agropecuário; e o diretor presidente do Instituto Crescer Legal, Iro Schünke. (Crédito: Divulgação)

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Brasil ainda não aderiu ao protocolo para combater mercado ilegal de tabaco

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Único protocolo advindo da Convenção-Quadro precisa de mais 15 adesões de Estados Partes para ser válido. Dia Nacional de Combate ao Contrabando, nesta sexta-feira, 03 de março, reforça a necessidade de exterminar o problema em diversos setores da economia. No Brasil, cigarro é o setor mais prejudicado com o mercado ilegal.

Março 2017 – O comércio ilícito representa quase 10% do mercado mundial de cigarros e este número é significativamente maior em países de baixa e média renda, com até 50% de cigarros provenientes de fontes ilícitas. No Brasil, estima-se que mais de 30% dos cigarros consumidos sejam ilegais. Para travar o problema que tem aumentado ano a ano, o Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos de Tabaco foi negociado pelas Partes da Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco (CQCT), da Organização Mundial da Saúde (OMS), durante um período de quatro anos e foi adotado em novembro de 2012. Mas ele só vai se tornar juridicamente válido quando mais de 40 países assinarem. Até o momento, 25 países partes da Convenção-Quadro aderiram, de um total de 180. O Brasil ainda não aderiu.

Baseado no artigo 15 da CQCT, o Protocolo torna obrigatória a adoção de medidas legais para combater o comércio ilícito de produtos do tabaco. Todos os países que são Partes da Convenção podem aderir, comprometendo-se a adotar medidas específicas como a aplicação da lei e a cooperação internacional, por meio de um sistema de acompanhamento global e regime de rastreio que deve ser estabelecido no prazo de cinco anos após a entrada em vigor do protocolo. Além de eliminar o comércio ilícito de tabaco e garantir o consumo apenas de produtos regulados, estima-se um aumento de imposto anual na ordem de US$ 31 bilhões para os governos, reduzindo inclusive a criminalidade.

De acordo com o presidente do SindiTabaco, Iro Schünke, o setor apoia a adesão do Brasil ao Protocolo para Eliminar o Comércio Ilícito de Produtos de Tabaco. “O contrabando prejudica não apenas a indústria legal, que perde uma boa fatia do mercado, mas também o governo e a sociedade como um todo, uma vez que há menos recolhimento de impostos, menos empregos e renda, e uma comprovada ligação com atividades criminosas, como o tráfico de drogas e armas. Por ser um problema complexo, o mercado ilegal deve ser enfrentado com iniciativas diversas e complementares, como o fortalecimento das autoridades de combate e repressão, maior controle de fronteiras e severidade de penas aos infratores”, comenta.

CONTRABANDO – As estimativas atuais apontam que mais de 30% do consumo de cigarros no Brasil tem origem clandestina, principalmente do Paraguai. O cigarro contrabandeado ilegalmente do Paraguai esteve presente em 55% dos pontos comerciais que venderam tabaco no Brasil em 2016, segundo dados da Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF). Atualmente, o contrabando movimenta em torno de R$ 6 bilhões por ano, segundo avaliação do Instituto de Desenvolvimento Econômico e Social de Fronteiras (Idesf). O órgão também revela que o prejuízo gerado, entre perdas do mercado formal e a não tributação, chega a R$ 6,4 bilhões. Com o contrabando, todos têm prejuízos: o governo deixa de arrecadar R$ 4,5 bilhões em impostos, as indústrias sofrem a concorrência desleal e os consumidores são expostos a produtos sem qualquer controle de qualidade. Leia o estudo: O Custo do Contrabando (IDESF)

SOBRE O PROTOCOLO – De acordo com o artigo 33 da Convenção, a Conferência das Partes (COP) pode adotar protocolos para a Convenção. Só as Partes da Convenção podem ser Partes de um protocolo. O protocolo para eliminar o comércio ilícito de produtos do tabaco, o primeiro e único protocolo da Convenção, foi adotado em 12 de novembro de 2012, durante a 5ª sessão da Conferência das Partes, em Seul, na Coreia, e está atualmente aberto para ratificação, aceitação, aprovação ou adesão pelas Partes. Saiba quais países aderiram ao protocolo

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Setor do tabaco participa da posse do novo presidente da FPA

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Fevereiro de 2017 – Representantes do setor do tabaco participaram no dia 14 de fevereiro, em Brasília, da concorrida posse do deputado Nilson Leitão (PSDB-MT) na presidência da Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA). Considerada uma das mais combativas e atuantes do Congresso Nacional, integra 222 deputados e 24 senadores. Leitão sucede o deputado Marcos Montes (PSD-MG), que esteve à frente da entidade nos últimos dois anos. Iro Schünke, presidente do SindiTabaco, Benício Werner, presidente da Afubra, Carlos Galant, executivo da Abifumo, e representantes de empresas do setor prestigiaram o evento que reuniu cerca de 800 convidados.

A solenidade foi marcada pela presença do atual presidente da República, Michel Temer. Em seu discurso, afirmou que “quando nós, no governo, dizemos que o Brasil tem rumo, a primeira direção para a qual olho é, exatamente, a agricultura, o agronegócio”. A cerimônia de posse da nova diretoria da FPA foi prestigiada também pelos ministros da Agricultura, Blairo Maggi; do Meio Ambiente, Sarney Filho; do Desenvolvimento Social e Agrário, Osmar Terra; da Casa Civil, Eliseu Padilha; e da Secretaria de Governo, Antônio Imbassahy; pelos governadores de Mato Grosso, Pedro Taques, e Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja; 111 deputados, 16 senadores, e dezenas de dirigentes de entidades do agronegócio.

Segundo o novo presidente da FPA, a força demonstrada pelo agronegócio nos últimos anos se deve em grande medida à atuação dos deputados e senadores da FPA, sempre prontos a apoiar as matérias de interesse do setor. “Graças a seus investimentos, alcançar safras recordes deixou de ser manchete. É o setor rural que mais responde pela geração de riqueza e inovação no país. Infelizmente, ainda é – injustamente – vítima de preconceito ideológico por setores da sociedade. São os predadores e conspiradores do segmento mais exitoso da nossa economia”, destacou Leitão. Apesar das diversas conquistas, Nilson Leitão diz que ainda há muito trabalho pela frente. “Temos uma extensa pauta para realizar a fim de aperfeiçoar o nosso trabalho no Legislativo. É preciso, por exemplo, superar o famoso custo Brasil, acelerar os processos de licenciamento ambiental e aprovar uma nova legislação para o trabalho rural”, explica Nilson Leitão.

SOBRE O SETOR DO TABACO – O Brasil é o 2º maior produtor e o 1º no ranking mundial de exportações de tabaco em folha há mais de 20 anos. O Sistema Integrado de Produção é responsável por esta liderança, pois prima pela qualidade e a integridade do produto, com assistência técnica e garantia de compra aos produtores. Esta liderança também está relacionada à produção sustentável no País, com ações relacionadas à saúde e segurança do produtor, preservação do meio ambiente e proteção da criança e do adolescente, área em que é considerado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) um exemplo. O setor do tabaco é pioneiro e tem servido de modelo para outras culturas do agronegócio.

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Santa Cruz do Sul sedia reunião do CORESTA

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Representantes de dez países e que integram o Board da entidade com sede na França, estiveram reunidos no SindiTabaco durante três dias

Fevereiro de 2017 – Nesta semana, Santa Cruz do Sul recebeu o Board do Centro de Cooperação para Estudos Científicos em Tabaco (CORESTA), com sede na França. O evento contou com a presença do Presidente, Huub Vizée, e do Secretário Geral da entidade, Pierre-Marie Guitton, além de diversos pesquisadores, cientistas, consultores e representantes de centros de pesquisa relacionados a tabaco oriundos de 10 países, como Estados Unidos, Coréia, China, Suíça, França, Japão, Alemanha, México, Holanda e Inglaterra. O grupo esteve reunido na sede do SindiTabaco até esta quarta-feira ao meio dia debatendo diversos temas relacionados à pesquisa e desenvolvimento na indústria do tabaco. Durante as atividades, o grupo também teve acesso aos principais números do setor, apresentados pelo presidente do SindiTabaco, Iro Schünke e seus assessores. O sistema integrado de produção e projetos desenvolvidos pelo SindiTabaco, bem como os trabalhos do Instituto Crescer Legal também foram apresentados. A programação contou ainda com uma visita a produtores de tabaco e a usina de beneficiamento do produto.

O Presidente e o Secretário do CORESTA permaneceram em Santa Cruz até esta sexta-feira para participar de reuniões com a Comissão Organizadora do próximo Coresta Agro-Phyto Groups Meeting. O encontro teve por objetivo trocar informações acerca dos preparativos do evento, bem como para visitar os locais onde será realizado, na Universidade de Santa Cruz do Sul, de 22 a 26 de outubro deste ano.


O grupo com profissionais de 10 países reunidos nesta semana na sede do SindiTabaco, em Santa Cruz do Sul

Foto – Divulgação

SOBRE O CORESTA – O Centro de Cooperação para Estudos Científicos em Tabaco (Coresta) é uma associação fundada em 1956, regida pela legislação francesa, cujo objetivo é promover a cooperação internacional nos estudos sobre tabaco. Os 150 membros titulares da entidade são organizações, incluindo empresas, institutos, laboratórios e associações, com atividades relacionadas ao tabaco e seus produtos, seja no campo de produção (agronomia, melhoramento genético, fitopatologia) ou nas unidades de fabricação, química, metrologia ou materiais (papel de cigarro e filtros). Os associados estão sediados em mais de 40 países e representados em mais de 50 por meio de suas subsidiárias e afiliadas. No site www.coresta.org, é possível acompanhar todas as deliberações do Coresta.

SOBRE O SETOR DO TABACO – O Brasil é o 2º maior produtor e o 1º no ranking mundial de exportações de tabaco em folha há mais de 20 anos. O Sistema Integrado de Produção é responsável por esta liderança, pois prima pela qualidade e a integridade do produto, com assistência técnica e garantia de compra aos produtores. Esta liderança também está relacionada à produção sustentável no País, com ações relacionadas à saúde e segurança do produtor, preservação do meio ambiente e proteção da criança e do adolescente, área em que é considerado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) um exemplo. O setor do tabaco é pioneiro e tem servido de modelo para outras culturas do agronegócio.

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Educadores participam de capacitação sobre namoro e violência do Projeto Pescar

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Fevereiro 2017 – Os educadores do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural participaram no último dia 16 de fevereiro de um curso de capacitação a convite do Projeto Pescar, instituição que há 40 anos atua na capacitação profissional de jovens e hoje está presente em todo Brasil e exterior. Sob o tema “Namoro e Violência não combinam”, a psicóloga social Cristiane dos Santos Schleiniger abordou questões sobre violência e gênero nas relações afetivo-sexuais entre adolescentes.

 O curso faz parte do processo de aprimoramento constante dos educadores do Crescer Legal, com foco em ações para o desenvolvimento pessoal dos jovens aprendizes. Para Silvia Ramirez, gerente do Programa Social Pescar, as parcerias são uma ferramenta poderosa para a troca de experiência. Silvia conhece bem o Instituto Crescer Legal por fazer parte da consultoria do Instituto e ter sido responsável por sistematizar o projeto pedagógico do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. “É um prazer para nós poder compartilhar e construir possibilidades de fortalecimento da atuação em Rede com foco no desenvolvimento pessoal e profissional de adolescentes e jovens”, comenta.

 Quem ganha são os jovens aprendizes, que terão pela frente educadores cada vez mais preocupados e engajados com a questão da juventude. A volta às atividades regulares do curso já tem data marcada, será no dia 6 de março.

 SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.



Jovens aprendizes rurais compartilham vivências em Santa Cruz do Sul

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Fevereiro 2017 – Cerca de 100 jovens aprendizes rurais do piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal estiveram reunidos nesta quarta-feira, 15 de fevereiro, em Boa Vista, interior de Santa Cruz do Sul (RS). As cinco turmas do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural compartilharam as vivências dos diferentes períodos do curso e discutiram suas expectativas para as próximas atividades. Os educadores do Instituto coordenaram o seminário realizado na Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora e na Escola Estadual de Ensino Fundamental Guilherme Simonis.

A programação teve início nesta manhã, com o acolhimento dos aprendizes pela equipe de educadores sociais do Instituto Crescer Legal. A educadora líder Eloisa Klein apresentou um resgate de imagens das atividades realizadas pelas turmas desde maio de 2016. Em seguida, distribuídos em grupos formados por integrantes de diferentes municípios, os aprendizes refletiram sobre o perfil do jovem do Instituto Crescer Legal. Após o almoço, uma dinâmica movimentou os adolescentes antes da atividade desafiadora proposta pelos educadores: a partir de suas experiências e expectativas para a sequência do Programa, os grupos pensaram temas e sugeriram atividades que podem ser realizadas no desenvolvimento do curso, cujas atividades regulares reiniciam no dia 06 de março.


A reunião de jovens aprendizes realizada nesta manhã em Boa Vista, interior de Santa Cruz do Sul (RS)

Foto: Junio Nunes

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

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Educadores do Instituto Crescer Legal visitam propriedades dos jovens aprendizes rurais

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Fevereiro 2017 – Mesmo no recesso as atividades do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal não param. Os educadores das cinco turmas do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural estão percorrendo o interior de Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul, em visitas pedagógicas programadas aos jovens aprendizes e suas famílias. O objetivo dos encontros é estreitar a relação entre educadores, aprendizes e suas famílias para direcionar os cursos desenvolvidos ao encontro dos anseios e necessidades desses jovens.

“Estar com as famílias periodicamente, apresentando o andamento do projeto e conhecendo o jovem dentro do seu ambiente familiar faz com que os educadores se aproximem dos pais, comentando sobre o desenvolvimento dos seus filhos, e recebam em troca um feedback das famílias quanto às expectativas em relação ao curso. O Programa foi desenvolvido para caminhar de forma articulada com a família, a escola e a comunidade do aprendiz”, explica Nádia Fengler Solf, coordenadora do Instituto Crescer Legal.

As visitas ainda estão em andamento. Como resultado, os educadores registram a reação positiva dos pais em relação ao programa. Os relatos são de mudanças comportamentais dos jovens aprendizes, com maior interação entre a família, interesse no andamento da rotina familiar e mais responsabilidade. Por parte dos jovens, a ansiedade é grande para compartilhar vivências do curso em um seminário que acontece nesta quarta-feira, dia 15, em Linha Boa Vista, Santa Cruz do Sul, e para a volta às atividades regulares do curso, marcada para 6 de março.

Fotos: divulgação.

A educadora Bruna Silva com o jovem, Fernando Henrique Petry Barros e sua mãe Cleusa Barros, em Vera Cruz.


A aprendiz Tauany Lyciane Faber, recebendo a educadora Cristiana Rehbein com seus pais Josiane e Ivanir Faber, em Candelária.


A educadora Graziele Pinton com a aprendiz Isabela Beatriz Müller Schwengber e seu pai Claudio Schwengber, em Santa Cruz do Sul.

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

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