Jovens aprendizes rurais compartilham vivências em Santa Cruz do Sul

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Fevereiro 2017 – Cerca de 100 jovens aprendizes rurais do piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural do Instituto Crescer Legal estiveram reunidos nesta quarta-feira, 15 de fevereiro, em Boa Vista, interior de Santa Cruz do Sul (RS). As cinco turmas do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural compartilharam as vivências dos diferentes períodos do curso e discutiram suas expectativas para as próximas atividades. Os educadores do Instituto coordenaram o seminário realizado na Comunidade Nossa Senhora Auxiliadora e na Escola Estadual de Ensino Fundamental Guilherme Simonis.

A programação teve início nesta manhã, com o acolhimento dos aprendizes pela equipe de educadores sociais do Instituto Crescer Legal. A educadora líder Eloisa Klein apresentou um resgate de imagens das atividades realizadas pelas turmas desde maio de 2016. Em seguida, distribuídos em grupos formados por integrantes de diferentes municípios, os aprendizes refletiram sobre o perfil do jovem do Instituto Crescer Legal. Após o almoço, uma dinâmica movimentou os adolescentes antes da atividade desafiadora proposta pelos educadores: a partir de suas experiências e expectativas para a sequência do Programa, os grupos pensaram temas e sugeriram atividades que podem ser realizadas no desenvolvimento do curso, cujas atividades regulares reiniciam no dia 06 de março.


A reunião de jovens aprendizes realizada nesta manhã em Boa Vista, interior de Santa Cruz do Sul (RS)

Foto: Junio Nunes

SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.

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