Educadores participam de capacitação sobre namoro e violência do Projeto Pescar

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Fevereiro 2017 – Os educadores do curso Empreendedorismo em Agricultura Polivalente – Gestão Rural participaram no último dia 16 de fevereiro de um curso de capacitação a convite do Projeto Pescar, instituição que há 40 anos atua na capacitação profissional de jovens e hoje está presente em todo Brasil e exterior. Sob o tema “Namoro e Violência não combinam”, a psicóloga social Cristiane dos Santos Schleiniger abordou questões sobre violência e gênero nas relações afetivo-sexuais entre adolescentes.

 O curso faz parte do processo de aprimoramento constante dos educadores do Crescer Legal, com foco em ações para o desenvolvimento pessoal dos jovens aprendizes. Para Silvia Ramirez, gerente do Programa Social Pescar, as parcerias são uma ferramenta poderosa para a troca de experiência. Silvia conhece bem o Instituto Crescer Legal por fazer parte da consultoria do Instituto e ter sido responsável por sistematizar o projeto pedagógico do Programa de Aprendizagem Profissional Rural. “É um prazer para nós poder compartilhar e construir possibilidades de fortalecimento da atuação em Rede com foco no desenvolvimento pessoal e profissional de adolescentes e jovens”, comenta.

 Quem ganha são os jovens aprendizes, que terão pela frente educadores cada vez mais preocupados e engajados com a questão da juventude. A volta às atividades regulares do curso já tem data marcada, será no dia 6 de março.

 SAIBA MAIS – O Instituto Crescer Legal foi fundado em 23 de abril de 2015. Já em 2016, implementou o Programa de Aprendizagem Profissional Rural. Atualmente, cinco turmas estão em andamento em Candelária, Vera Cruz, Venâncio Aires, Vale do Sol e Santa Cruz do Sul. O projeto-piloto do Programa de Aprendizagem Profissional Rural é pioneiro e segue os preceitos da Lei da Aprendizagem, oferecendo aos jovens salário proporcional a 20 horas semanais, além de certificação e demais direitos (Lei 10.097/2000 e Dec. 5598/2005). Os jovens são contratados pelas empresas associadas ao Instituto, mas as atividades são todas realizadas na escola parceira, durante o contraturno. O curso tem duração média de 11 meses, com 4 horas diárias de segunda a sexta-feira, totalizando 920 horas. A proposta da formação está voltada para o desenvolvimento de um empreendedor em agricultura polivalente, que planeja e administra unidade de produção. O público-alvo para o projeto-piloto é de adolescentes de 14 a 18 anos, cursando o Ensino Regular e oriundos de famílias de pequenos produtores rurais, em especial produtores de tabaco.